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Nota do pasteleiro: /5

DOCES DA MARINA – Monte Carlo (2011)

Previsível do começo ao fim. É assim que começo a descrever ‘Monte Carlo’. Não que eu esperasse uma obra prima depois que conheci o elenco e li a sinopse, mas esperava um pouco mais de inovações no roteiro.

A história da sósia famosa versus sósia humilde já foi estrelada anos atrás por Hilary Duff em Lizzie McGuire. O filme da Disney não saía do meu pensamento ao assistir Monte Carlo. Eles apenas alteraram a locação e adicionaram algumas personagens.

Selena Gomez não possui carisma suficiente para viver a protagonista e nem como esnobe ela convence. As duas coadjuvantes, Leighton Meester e Katie Cassidy se destacam mais, são naturais e mais experientes. Em minha opinião, Leighton, que está bem mais acostumada com o holofote graças ao seu trabalho em Gossip Girl, é mais aproveitada do que Selena.

As locações e o figurino são muito bons, mas somente isso não sustenta uma produção. Posso facilmente ver Monte Carlo passando na Sessão da Tarde num futuro bem próximo, conquistando as pré-adolescentes que amam o gênero.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 4 de abril de 2012
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Nota do pasteleiro: /5

DOCES DA MARINA – Sexo sem Compromisso (2011)

Emma (Natalie Portman) e Adam (Ashton Kutcher) são conhecidos que se encontram sem querer em alguns momentos da vida, mas nunca tiveram nada amoroso. Até que um dia, bêbado, Adam liga para todas as mulheres da sua lista de contatos, e Emma acaba sendo uma delas. Ela o acolhe em sua casa, mas os dois só dormem juntos no dia seguinte. Com medo de relacionamentos, Emma faz com que Adam diga sim para uma série de regras que impedem os dois de se envolverem mais profundamente.

A sensação que tive ao assistir ‘Sexo Sem Compromisso’ foi que eu já havia visto esse filme antes. As cenas, o roteiro e os acontecimentos da história são previsíveis e já apareceram em outros filmes mais antigos. Natalie se encaixa bem na personagem, e Ashton, que nunca foi um grande ator, se dá melhor em comédias românticas, em que o nível de exigências não é tão grande.

O filme não é um completo desastre, ele conseguiu tirar risadas de mim mesmo quando eu já havia previsto o final. É daqueles filmes que deve se levar pelo título: sem compromisso. Aliás, homens, a não ser que vocês queiram ver Natalie Portman com pouca roupa, não aconselho esse filme a vocês. Muito açúcar.

Texto escrito por Marina Moia

Postado por: Fábio Campos
Frito em 29 de fevereiro de 2012
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Nota do pasteleiro: /5

DOCES DA MARINA – Taylor Swift – Speak Now DVD

Taylor Swift, a grande sensação teen atualmente, lançou o DVD de sua turnê mundial “Speak Now” ano passado com a coleção de todos os seus grandes hits.

Natural de Nashville, Swift batalhou para chegar ao topo das paradas e suou muito alcançar seu sucesso. Podemos ver parte dessa jornada nos Extras do DVD. Imagens inéditas de Taylor quando criança, cantando na escola até seu estrelato atual podem ser vistas pelo espectador.

O show começa com músicas agitadas como The Story of Us e depois, com uma mudança na decoração, o palco transforma-se em um ambiente caipira, a varanda de uma casa, com direito a Taylor tocando banjo. Essa é apenas uma das mudanças no enorme cenário de Speak Now, que conta com inúmeras surpresas ao longo do espetáculo, seja com a cantora surgindo de um sino gigante ou voando pela platéia.

Taylor Swift é linda, brilha quando se apresenta e consegue levantar seu público de maneira única. Ela faz com que cada música se torne um ato, com performances teatrais e dançarinos excelentes. Uma das minhas cenas favoritas é na apresentação da música que dá nome à turnê, Speak Now. O palco ambienta um casamento, com tudo que tem direito, ou seja, noiva, buquê, madrinhas e coro.

Além disso, o menu de seleção não é complicado e tem um design elegante, agradável aos olhos. Infelizmente não conta com legendas em português.
Para quem admira grandes produções, coreografias e música pop, ‘Speak Now – World Tour Live’ é uma ótima dica de entretenimento para as jovens.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 23 de fevereiro de 2012
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Nota do pasteleiro: /5

DOCES DA MARINA – Histórias Cruzadas (2011)

Indicado ao Oscar em três categorias, Histórias Cruzadas conta a história das empregadas domésticas na década de 60, uma época em que o racismo reinava nas ruas de Mississipi e que essas trabalhadoras não tinham nenhuma perspectiva de vida. Porém, Skeeter (Emma Stone), revoltada com as atitudes da sociedade, decide escrever um livro com histórias contadas pelas próprias empregadas, sobre os ultrajes de suas patroas.

As indicações para Melhor Filme, Melhor Atriz (Viola Davis) e Melhor Atriz Coadjuvante (Jessica Chastain e Octavia Spencer) são mais do que merecidas. Aliás, todas as atrizes do elenco estão fantásticas, mesmo as que não foram indicadas. Viola me emocionou muito durante a maioria de suas cenas, e Octavia e Jessica, mesmo com toda a trama triste e revoltante do filme, conseguiram me fazer rir e aliviar a tensão.

O roteiro do filme faz com que o espectador pense sobre a situação dos negros, sobre a posição degradante que eram obrigados a ocupar e também mostra todas as humilhações que as empregadas sofreram das suas ‘elegantes’ patroas. Todas essas mulheres negras são batalhadoras no filme e tem a chance, graças a Skeeter, de colocarem todo o seu sofrimento para fora. Mesmo que anonimamente.

Indico esse excelente filme a todos que gostam de uma boa história, com conteúdo e boas atuações. Histórias Cruzadas está de parabéns, e conseguiu me emocionar fácil, já na primeira meia hora. Use essa trama também para refletir e pensar no racismo do nosso dia-a-dia, que mesmo em menor escala, ainda existe infelizmente.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 6 de fevereiro de 2012
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Nota do pasteleiro: /5

DOCES DA MARINA – Um dia (2011)

Um Dia‘, baseado no livro homônimo, conta a história de Emma e Dexter, duas pessoas que flutuam entre a tênue linha da amizade e do amor. Com altos e baixos, ambos os personagens lutam contra seus próprios sentimentos e assistimos de camarote o vaivém da relação.

A história começa com o encerramento da faculdade, no dia 15 de Julho de 1988, e mostra Emma e Dexter embriagados e quase dormindo juntos. Porém, decidem ficar apenas no nível da amizade, nada além. Essa amizade, ao longo de 20 anos, se mostra frágil, graças ao sentimento amoroso entre os dois. Mas com diversos fatores interferindo, como trabalho, fama, casamentos e principalmente orgulho, Emma e Dexter falham ao demonstrar seus sentimentos.

Gostei muito do filme, é romântico, delicado, e acredito que seja fiel ao livro que lhe deu origem. Anne Hathaway e Jim Sturgess, juntos, tem muita química e fluidez, e na tela surgem como um casal que nos causa simpatia.

A trama não se encaixa bem como uma comédia romântica, é mais parecido com filmes como Cidade dos Anjos ou Diário de uma Paixão. A comicidade é bem escassa e, para um filme com Hathaway, isso é até raro, e bom, de se ver. Portanto, pegue a caixa de lenços, e divirta-se!

Postado por: Fábio Campos
Frito em 2 de fevereiro de 2012
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Nota do pasteleiro: /5

DOCES DA MARINA – Tiago Iorc – Umbilical review

Tiago Iorc, brasileiro que compõe e canta músicas em inglês, acaba de lançar seu segundo disco: Umbilical. Após um longo tempo sem mostrar as caras, o cantor lança um CD com melodias harmoniosas e letras bem trabalhadas, frutos de muita dedicação.

O novo trabalho de Iorc mostra o quanto ele amadureceu como artista, como compositor. Se no seu primeiro lançamento (Let Yourself In), Tiago incluiu novas versões de My Girl e Ticket to Ride, em Umbilical ele deixou apenas composições próprias entrarem (além de Even (Song to a Friend) que foi co escrita com Leomaristi).

A abertura do álbum, ‘Story of a Man’ foi a primeira a ser lançada, e por ela já podíamos ter um gostinho do que vinha pela frente. Simplicidade, delicadeza e letras profundas. As 11 músicas são cativantes, e para todos os gostos. Aprecia uma melodia mais lenta, delicada? Então ouça ‘What Weighs Me Down’ e ‘Gave Me a Name’. Ou quer algo agitado, contagiante? Então ‘Patron’ e ‘If Everything Is Worth It’ (minhas preferidas até agora, aliás) são as melhores pra você.

Quanto a sua banda, Tiago Iorc convidou os mesmo artistas (e amigos) do primeiro CD. Fez muito bem, pois Leomaristi, Daniel Gordon e Rodrigo Nogueira são excelentes músicos, que fizeram com que ‘Umbilical’ fechasse com chave de ouro. A parte instrumental do disco é concisa, bem feita e tem um ótimo casamento com as letras.

Tiago Iorc estava ótimo em ‘Let Yourself In’, o que fez com que conseguisse que suas músicas emplacassem em novelas de horário nobre, rádios e internacionalmente também. Mas em ‘Umbilical’ ele veio para mostrar que seu trabalho amadureceu, e que veio para ficar. Iorc está apenas no começo de sua carreira e ainda tem muito para nos mostrar.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 17 de novembro de 2011
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Nota do pasteleiro: /5

DOCES DA MARINA – Amor a Toda Prova

Reúna um elenco de primeira, adicione humor inteligente, romance e surpresas. Deixe o clichê e a ‘água com açúcar’ distante. O resultado? ‘Amor a toda prova’.

A mais nova comédia romântica estadunidense investe em outro lado de Steve Carell, não no humorista exagerado e caricato que o consagrou. Podemos conhecer o lado mais, digamos, discreto e romântico do ator, onde, sem caras e bocas, consegue tirar gargalhadas genuínas do telespectador.

Carell interpreta Cal, um recém divorciado que, inesperadamente, recebe a ajuda de Jacob (Ryan Gosling), um solteirão milionário que vê no personagem um desafio e, para recuperar a masculinidade de Cal, lhe dá conselhos valiosos e experientes. As cenas da ‘união’ dos dois são com certeza algumas das mais engraçadas do filme.

Ryan Gosling e Emma Stone, atores relativamente novos se comparados com Carell e Julianne Moore, surpreendem e mostram seu potencial. Eu nunca havia assistido a faceta mais leve de Ryan, apenas a dramática (para a review de Blue Valentine), e ele se encaixa perfeitamente, sem precisar forçar a barra para ser engraçado.

Emma, veterana das comédias, também brilhou. Só gostaria que ela tivesse um pouco mais de destaque, pois ela é realmente uma das melhores atrizes da sua geração. Não é a toa que ambos estão com a agenda repleta de novos filmes e projetos para os próximos anos. Vale à pena ficar de olho.

O filme, que incentiva as pessoas a não desistirem do amor, da alma gêmea, é completo, não decepciona e ainda surpreende. Pessoalmente falando, eu amei ‘Amor a toda prova’ e já se tornou um dos meus favoritos. Para você que gosta de uma boa comédia, ou de um bom romance, mergulhe nesse filme sem medo, pois há doses perfeitas de ambos.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 21 de outubro de 2011
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Nota do pasteleiro: /5

DOCES DA MARINA – Arthur – O Milionário Irresistível

Cheia de preconceitos, foi assim que comecei a assistir “Arthur”. Podia afirmar que o filme seria totalmente sem graça, de mau gosto e cansativo. Mas estava errada, pois consegui dar muitas risadas, e até mesmo algumas lágrimas emocionadas, com Russell Brand e sua irreverência.

Antes do longa, conhecia Russell como ‘o marido de Katy Perry’ ou ainda como ‘o inglês do cabelo esquisito’. Não sabia que seu tipo de humor me agradaria. Ele se torna o anti-herói divertido, querido, apesar da aparência suja e das atitudes exageradas. Ele é bom no que faz, seja na hora do riso ou do drama. Apenas temo que seus outros personagens caiam na mesma roda de Arthur, e o ator fique estereotipado.

Espero que isso não aconteça e que Russell possa mostrar sua diversidade.

Arthur, o milionário desregrado, conta com o apoio de sua babá, Hobson, interpretada pela ótima, e ganhadora do Oscar, Helen Mirren. A química entre os dois atores é inegável e ainda melhor do que com as duas outras atrizes (Jennifer Garner e Greta Gerwig) mais jovens com quem Russel contracena, digamos, mais afetivamente.

Sim, há a presença de clichês e alguns exageros durante o filme, mas nada que faça de ‘Arthur’ um péssimo passatempo. Russell tem o charme do personagem, sua amada, Naomi (Gerwig), também, é delicada e contrapõe a irresponsabilidade de Arthur.

Não assisti ao filme original, mas acredito que o remake fez jus à nossa realidade e ao espírito do primeiro, e pode servir como uma ótima e descompromissada diversão.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 30 de setembro de 2011
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Nota do pasteleiro: /5

DOCES DA MARINA – A Fera

“Pessoas bonitas conseguem tudo o que desejam”. Você concorda com essa sentença? Kyle (Alex Pettyfer) não só concorda, mas afirma isso para todos que possam ouvir. Porém, quando ultrapassa a linha do bom senso e enfrenta a bruxa assumida da escola, Kyle não se dá bem, como está acostumado, e fica com a aparência de um monstro, ou melhor, uma fera.

A Fera” contém a fórmula básica de um filme adolescente americano. O moço bonito, a menina tímida e um obstáculo a ser enfrentado. Se não suporta alguns clichês, pare por aí. Entretanto, o filme consegue passar uma mensagem bonita, moldado no conto ‘A Bela e a Fera’.

O longa tem toques de humor, muito bem dosados. Um dos responsáveis por ele é o veterano do gênero, Neil Patrick Harris, que interpreta o tutor de Kyle, Will. O personagem é muito parecido com Barney, seu papel em ‘How I Met Your Mother’, assim como Vanessa Hudgens, a protagonista, não saiu de sua personagem de High School Musical. Com a carinha de boba apaixonada, quem se destaca mais é Alex Pettyfer, que manteve a química entre todos do elenco.

Leve, divertido e também emocionante, “A Fera” consegue ser um bom passatempo para aquelas que pregam o amor sem preconceitos, que não é preso às aparências.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 8 de junho de 2011
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Nota do pasteleiro: /5

DOCES DA MARINA – Garota da Capa Vermelha

Releitura da obra dos Irmãos Grimm, ‘A Garota da Capa Vermelha’ promete uma versão mais adulta (ou podemos dizer, adolescente) e séria, mas sem deixar para trás elementos do livro. Na nova trama, um lobo assombra o pequeno vilarejo há muitos e muitos anos, e após um longo período sem vítimas humanas, ele inexplicavelmente começa a atacar inocentes. Em meio a isso temos Valerie (Amanda Seyfried), que apesar de estar apaixonada pelo lenhador Peter (Shiloh Fernandez), também está prometida para Henry (Max Irons).

Antes de assistir ao filme, eu havia lido críticas ruins, comentando sobre a referência a Crepúsculo e até sobre os efeitos especiais. Não concordo, e talvez por estar com um certo preconceito antes de finalmente assisti-lo, acabei me surpreendendo com o enredo e gostei do filme.

As semelhanças com a série de vampiros é mínima, e não deveria ter sido relatada pelos críticos. Talvez tenham identificado igualdades com as gruas e tomadas altas que a diretora (comum entre os dois filmes) gosta de fazer, ou com o fato de ter um lobo e a donzela em perigo, o que é ridículo, pois inúmeros filmes, antes ou depois da Saga Crepúsculo, seguiram essa linha.

De qualquer forma, “A Garota da Capa Vermelha” consegue prender a atenção, principalmente por ter um mistério em torno de quem seria o lobisomem. Ao transformarem muitos personagens em suspeitos, deixa o expectador na base da adivinhação e confesso que não acertei em nenhuma de minhas hipóteses. Gostei também das insinuações com a obra original, não somente a capa em si, mas as falas, personagens. Não se tornou algo infantil, sim algo original.

Em minha opinião, apenas o romance pode se tornar um pouco entediante, com o clichê do amor proibido, e do casamento arranjado. Mas as garotas adolescentes provavelmente irão aproveitar, já que a escolha dos pretendentes foi bem feita e os dois são charmosos.

Enfim, o filme não é grandioso, mas para aqueles que gostam do gênero, é uma boa pedida.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 6 de junho de 2011
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