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Nota do pasteleiro: 2/5

Esquadrão Suicida – 2016

Muita gente vai com certeza achar que vou aproveitar a oportunidade para falar mal desse filme que está sendo massacrado pela critica e além disso como sabem sou fã da Marvel e por isso criticar a DC é quase um hobby, por isso vou pegar bem leve com essa resenha e ainda expor alguns pontos legais que gostei.

A trama do filme que tem uma premissa muito interessante mostra o governo recrutando uma equipe de prisioneiros com habilidades especiais para enfrentar a ameaças meta humanas como o Super Homem exemplo citado constantemente no filme.

Bem como disse vou começar falando os pontos negativos, em relação ao roteiro ele quase não existe é duro tentar entender a motivação de alguns personagens o que chega mais perto de ter algo assim é o Pistoleiro, personagem do Will Smith que deve ter colocado isso em contrato, a Arlequina (Margot Robbie) é forçada a todo o momento como uma personagem central, mas se você pensar nela depois do filme você percebe o quão empurrado é a sua trama no filme, que serve mais para fortalecer o sonso Coringa do Jared Leto, certamente essa é para mim a pior de todas as representações do palhaço.

Em relação aos outros coadjuvantes, dá pena de ver a Viola Davis tentando ser séria com sua Amanda Weller uma personagem que poderia ter um papel tão importante ao Universo DC como o Nick Fury teve para a Marvel, uma pena que tudo isso acabou se enfraquecendo com alguns momentos de cenas de alta dose de “bad ass” dela intercalado com momentos mais fracos da personagem em especial sua interação com a vilã do filme, por falar nessa personagem em si, nesse caso para quem ainda não viu, vai um spoiler ai, a grande antagonista da trupe de vilões é a Magia, primeiro que a Cara Delevingne devia se manter na carreira de modelo, a sua “atuação” é um desastre e sua química com o Joel Kinnaman é uma palhaçada, não tem como levar isso a sério, o personagem também é outro que só serve de escada para o personagem do Will Smith.

Por fim ainda temos o El Diablo (Jay Hernandez), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje) , Capitão Bumerangue (Jai Courtney) e Katana (Karen Fukuhara) o primeiro tem um pouco de história, porém o seu momento como personagem se estraga totalmente com um momento ternura que quiseram enfiar no final da trama, já os outros três são personagens bem rasos, não tem como levar nenhum deles a sério como personagens já que as suas histórias são porcamente desenvolvidas, li pouco do Esquadrão, mas uma das coisas que mas gosto é postura escrota do Capitão Bumerangue, aqui reduzido a uma participação murcha e a um unicórnio rosa.

 

 

No geral o filme só não é um desastre maior, porque o diretor David Ayer não buscou como o Zack Snyder fazer uma obra de arte, ele queria fazer um filme de ação com personagens de quadrinhos, essa tentativa meio falha, pela falta de desenvolvimento de alguns personagens, funciona muito bem como entretenimento e não tem como não gostar de algumas cenas de ação, e do visual dos personagens. O que mais incomoda é o potencial perdido que o filme têm, ele podia ser muito melhor se explorasse mais o lado cruel dos vilões e deixasse as lições de moral nos filmes dos X-men. Não é o pior filme do ano, mas com certeza é um dos que menos utilizou roteiro.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 17 de agosto de 2016
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