PINGANDO ÓLEO
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Nota do pasteleiro: 5/5

Star Wars – O despertar da Força (2015)

É com imensa alegria que eu digo aos fãs de Star Wars: o filme que vocês esperavam, chegou!

Hoje estou eufórico para escrever sobre a minha experiência dentro do cinema. Nesse dia 17 de dezembro, exatamente as 23:00 horas, estava dentro do cinema, e como bom fã obcecado pelo universo Star Wars, sentia o coração bater na garganta. Confesso que por alguns momentos senti medo de estar tomado por uma nostalgia inocente ou uma hype faminta, e que tudo podia se desmoronar assim que o filme começasse mas amigos, ah amigos, isso não aconteceu!

 

Finn

Logo no começo, como é de costume, a explosão inicial da música tema e a introdução de uma história simples e mais próxima da trilogia clássica (passando longe de toda aquela história complexamente tediosa do episódio I, II e III) já anunciavam boas novas.

A história flui bem, os personagens são cativantes e não possuem falhas, ao menos gritantes, em suas motivações.
Tanto o lado dos Rebeldes quanto a Primeira Ordem são bem expostos, apresentando bem seus principais personagens, tudo no molde daqueles 3 primeiros filmes que os fãs conhecem.

 

Poe Dameron

 

E não preciso nem falar dos rostos conhecidos que retornam, não é? É uma explosão de nostalgia e emoções novas, tudo dentro de um mixer colocado em seu estômago.

Interessante, também, apontar para uma inversão da consolidação dos personagens. Na trilogia clássica temos vilões sólidos e heróis sendo construídos, em O Despertar da Força temos alguns heróis consolidados, e os vilões se construindo.


 

Kylo Ren

Ou seja, amiguinhos, J J Abrams conseguiu unir num filme só coisas novas e toda aquela receita clássica, fazendo exatamente o que a maioria dos fãs esperavam (digo a maioria pois já vi algumas pessoas reclamando da densidade do filme, mas devemos lembrar que essa “densidade” é coisa do universo expandido, no cinema, como obra diretamente posterior ao episódio VI, tudo que precisávamos está ali).

 

Han Solo e Chewie

Por fim, gostaria de apontar para os novos personagens, todos funcionando perfeitamente. Poe Dameron(Oscar Issac), o piloto rebelde, é cativante e cumpre o que promete. Finn (John Boyega) consegue, também, criar uma motivação concreta em suas ações, o vilão Kylo Ren (Adan Driver) funciona e possui uma profundidade bacana quanta à suas origens, trazendo pela primeira vez uma questão diferente sobre “o lado negro”, e finalmente Rey (Daisy Ridley), para mim a melhor personagem do filme!

 

A diva Rey

Agora fico aqui, esperando o episódio VIII, que promete esclarecer mais coisas e matar mais ainda essa minha sede de Força.
Aproveito para lembrar a todos que logo teremos um podcast só para comentar sobre o Star Wars: O Despertar da Força, com opiniões mais diretas, spoilers e tudo, então aguardem!

 

E que a Força esteja com vocês.

 

Postado por: Fábio Campos
Frito em 18 de dezembro de 2015
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