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Nota do pasteleiro: 3/5

Banzé no Oeste (1974)

Mel Brooks é um dos gênios da comédia, ultimamente ele anda meio sumido, e faz anos que não vemos ele soltar sua genialidade em sátiras que sabem tão bem tirar sarro de outros longas de sucesso, sem cair no ridículo, quem não se lembra do excelente “S.O.S – Tem um louco a solta no Espaço” uma das melhores versões de Star Wars que já existiu, com elenco composto por grande atores de comédia da época como John Candy, Rick Moranis e o próprio Mel Brooks.

 

Pois bem Banzé no Oeste, feito em 1974 vem para tirar um pouco de sarro dos filmes de faroeste na época, contando com Cleavon Little interpretando Bert, um construtor de ferrovia negro, que por conta de um plano ardiloso acaba sendo colocado como xerife de uma cidade no interior que está sendo rodeada por bandidos, lá a única pessoa que encontra capaz de ajuda-lo é um bêbado que foi um grande atirador, papel este de Gene Wilder.

Bem o texto e os diálogos são de um humor negro na medida certa, as piadas estão todas bem colocadas, outro ponto alto a se destacar é quando o longa interage com os telespectadores, como quando o personagem de Harvey Korman diz para quem está vendo o filme que espera ganhar um Oscar pelo seu papel, outro momento muito engraçado é na briga da cena final, na qual vários estúdios que estão rodando filmes diferentes são invadidos, um tipo de humor que hoje pode parecer bobinho, mas que para mim funcionou na medida certa.


Banzé no Oeste é um filme antigo, mas por conta do talento do Mel Brooks ficar impossível não dar altas risadas com os diálogos malucos e as cenas totalmente sem noção, algumas parece que saíram de um desenho animado. Com certeza vale a pena, tanto para quem não conhece esse tipo de humor, como para quem está querendo conhecer.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 15 de dezembro de 2015
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