fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Anjos da Lei 2 (2014)

Eu não curti muito o primeiro “Anjos da Lei”, achei meio tonto e forçado, não era muito engraçado… Achei que por tentar manter o tom sério da série ele tinha se perdido e ficado insosso. Pois bem, essa continuação veio para calar a minha boca e me trazer diversão.

Após o acontecido no primeiro filme, os policiais Schmidt (Jonah Hill) e Jenko (Channing Tatum) acabaram ganhando prestígio na corporação e pegando casos maiores, porém após uma furada em um trabalho, eles tem que voltar a operação “Jump Street”, mas como estão mais velhos, têm que ir para faculdade.

Bem, o que mais gostei no filme foi ele tirar sarro da situação que é apresentada, afinal de contas, tem coisa mais ridícula que dois caras, claramente mais velhos tentarem se infiltrar entre estudantes mais novos? Só as piadas sobre esse assunto já valeram o filme, não bastasse isso a interação entre eles e o chefe, interpretado pelo Ice Cube, foram fenomenais, com destaque para a cena do almoço.

Finalizando, o longa ainda soube explorar os personagens dos outros filmes, com cenas muito interessantes que tiveram um pouco da série “OZ”, só que em um tom bem zoado. Vale ainda destacar o final que mostra várias continuações possíveis dos filmes nas situações mais bizarras possível, inclusive com participações especiais.

Das comédias com esse perfil que vi esse ano, essa com certeza foi a melhor e a mais divertida. Muito bom quando sabem usar o humor na dose certa.

Nota do Fábio Campos – 6,5

Postado por: Fábio Campos
Frito em 31 de março de 2015
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PASTEL DELIVERY

Nota do pasteleiro: /5

PASTEL DELIVERY – The Walking Dead – 5° temporada

Walking Dead terminou ontem a sua quinta temporada, e nós fãs temos que agradecer, pois desta vez ao canal Fox achou uma estratégia interessante para diminuir o número de pessoas que baixam ilegalmente a série, afinal transmitir o último episódio da série no mesmo dia e quase simultânea a AMC foi uma estratégia muito boa e digna da HBO, então meus parabéns para eles.

Bem, agora que já fiz meu agradecimento, vou falar um pouco dessa quinta temporada,que começou eletrizante, mostrando o desfecho do plot de Terminus. Para quem esperava alguma novidade saindo dali acabou se deparando com outro momento mal explorado da série, e novamente me veio aquela sensação de que estava acontecendo uma correria para se chegar a um ponto especifico sem se preocupar com o desenrolar da trama, porém após esse arco, a série deu uma relaxada e apresentou um novo personagem, o padre Gabriel (Seth Gilliam), um homem cheio de remorsos por um passado nem um pouco santo que, com um pouco de relutância inicial, acaba aceitando fazer parte do grupo do Rick.

A primeira parte dessa quinta temporada ainda tentou dar alguns desfechos, como o que aconteceu com Beth, que tinha sumida já fazia um tempinho. Para isso, a série entrou em outro arco, se focando em um grupo de outros sobreviventes que se mantém organizado em um hospital abandonado, para isso eles recolhem alguns outros sobreviventes que buscam conviver em harmonia em uma politica de escambo.

Por fim, após a conclusão desse arco e o encerramento de alguns personagens que já estavam fazendo hora extra na série, como Beth (Emily Kinney), Bob (Lawrence Gilliard Jr.) e Tyresse (Chad L. Coleman), chegou o momento do grande ápice da série, quando de fato o grupo de Rick (Andrew Lincoln) chega a um local que pode ser o paraíso, nesse caso a cidade de Alexandria, administrada por Deena (Tovah Feldshuh), uma mulher rígida que busca reconstruir a civilização através do que acredita ser o modelo correto de sociedade, uma visão bem mais para os nossos dias e longe da tirania que vimos no arco do Governador. Porém, a chega do grupo de Rick acaba sendo como um choque de gestão, uma briga entre lideranças, uma que busca a harmonia e a que busca a sobrevivência.

No saldo geral essa temporada foi muito interessante, creio que a primeira parte com o arco do Terminus e depois o do Hospital foram pontos pouco explorados, porém quando o grupo chega a Alexandria e aí sim a série começa a mostrar algo diferente, ela cresce. Além disso, ela consegue algo meio inédito ao desenvolver diversos plots e deixar todos interessantes. E ainda nos premia (ou nos frustra) com uma morte sensacional, creio que uma das mais impactantes da série, e que leva um personagem muito carismático.

Agora é esperar para ver se ela vai seguir esse rumo de tentar trabalhar vários personagens com tramas interessantes, ou vai buscar um foco no Rick e em como ele vai administrar sua nova vida “pacifica”. Também iremos descobrir quem são os “Lobos”, um grupo que parece estar rodeando a cidade de Alexandria. Para matar a saudade da série, nos resta conferir “Fear the Walking Dead” a nova aposta da AMC, uma série derivada de “Walking Dead” que busca contar a trajetória de outro grupo de sobreviventes, só que agora de Los Angeles você podem conferir o trailer abaixo.


Nota do Fábio Campos para 5° temporada – 7,0

Postado por: Fábio Campos
Frito em 30 de março de 2015
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Kamchatka (2002)

Falar sobre a ditadura em filmes é sempre garantia de dramas profundos e interessantes, e “Kamchatka” é mais uma prova de que isso da certo. Explorando a ditadura argentina através dos olhos de uma criança, o longa consegue mostrar bem como era a situação das pessoas que se opunham ao governo, tendo de viver escondidas e não sabendo em quem podiam confiar.

A primeira vista o longa lembra um pouco “O ano que meus pais saíram de férias”, porém ele vai mais profundo na questão, mostrando uma história não tão feliz como vimos no filme nacional. Aliados a isso, temos também um elenco que conta com o melhor ator argentino Ricardo Darin, que em qualquer papel consegue transpassar um pouco de seriedade e emoção em suas atuações.

Eu gostei muito do filme e acabei percebendo algo que um colega de trabalho havia levantando a bola, todos os filmes argentinos usam, em algum momento, o nome do filme nos diálogos, como que para explicar para quem está assistindo porque foi escolhido aquele titulo. Não havia reparado nisso, mas aqui aconteceu e não foi nada sutil.

No saldo geral, “Kamchatka” é um bom filme. O ator mirim Matías del Pozo tem empatia suficiente para se relacionar como protagonista, só senti um pouco mais de falta do lado politico na história, se centrando demais na visão das crianças, mas acho que não posso condenar o longa por seguir essa linha. Um ponto importante é que acho que esse filme serve para muitos babacas que querem a volta das ditaduras e acham que isso é solução para todos os problemas, recomendo que assistam e reflitam um pouco sobre como era a vida das pessoas na época.

Nota do Fábio Campos – 6,5

Postado por: Fábio Campos
Frito em 29 de março de 2015
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Festa no Céu (2014)

Festa no Céu é para mim uma das gratas surpresas de 2014, contando uma história que soube utilizar muito bem a cultura mexicana e suas crenças, a animação consegue explorar um tema tão forte como a morte de maneira muito interessante, e com uma linguagem que não assusta as crianças.

Na história, um grupo de crianças mal criadas são levadas a uma visita ao museu, chegando lá, vão para uma área secreta onde acabam conhecendo a história dos três amigos, Joaquim, Manolo e Maria, cada um com seus próprios sonhos e ambições, mal sabiam eles que seriam alvos de uma aposta entre a bondosa La Muerta e o cafajeste Xibalba.

O que impressiona em “Festa no Céu” é a forma como ele trabalha temas tabu como a morte de uma maneira leve, por exemplo, alguns personagens morrem durante a história, porém você não consegue encarar aquilo como uma fatalidade, dada a proposta da animação. Além disso, o mundo do mortos é todo colorido e cheio de vida, o que dá ainda menos chance para se criar um clima de terror.
Outro ponto a se destacar é fugirem do local comum ao explorarem um pouco mais a mitologia de outros países, pois ao longo dos anos o que mais vemos são filmes e animações com base em história do povo grego, romano ou nórdico, não dando chance para a cultura latino-americana.

Em relação a produção, como já disse, a todo um colorido na história que consegue chamar a atenção, o enredo apesar de não ser dos mais originais, consegue desenvolver bem os personagens. O diretor Jorge Guitiérrez era um desconhecido pra mim, mas acho que ele tem muito potencial, vale ainda destacar que Guillermo del Toro foi o produtor do filme.

Nota do Fábio Campo – 7,5

Postado por: Fábio Campos
Frito em 27 de março de 2015
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TOP PASTEL

Nota do pasteleiro: /5

TOP LISTAS – Futuros mais bizarros do cinema.

Todo mundo já imaginou o que o futuro nos reserva, por anos essa dúvida intrigou muitas pessoas, e vários filmes resolveram explorar a temática. Alguns foram sucesso, outros nem tanto, por isso resolvemos fazer uma lista com alguns futuros alternativos bem bizarros, que você pode ou não ter visto, então que tal deixar a sua imaginação voar e conferir a nossa lista?

1) O preço do amanhã

O preço do amanhã é um bom filme estrelado pelo cantor Justin Timberlake que mostra um futuro bizarro onde o que realmente vale é o tempo. Na trama, as pessoas mais ricas são as que tem mais anos de vidas, e para se checar a idade da população há uma espécie de despositivo tatuado no braço de todos, que mostra o tempo de vida que a pessoa ainda tem. Uma situação muito interessante mas no mínimo bizarra, pois você tem uma contagem real de quanto tempo ainda terá de vida (podendo aumentar ou diminuir este tempo, nada quem um belo chumaço de grana não resolva).

2) Substitutos

Os substitutos é um longa estrelado pelo Bruce Willis, num futuro em que o mundo está muito inseguro, assim as pessoas em vez de andarem por aí com seus próprios corpos usam robôs no lugar, que são versões deles mesmo, ou até mesmo versões melhoradas. Bem, se você pensar bem esse futuro distópico pode até ser atraente para muitas pessoas, imagine só poder caminhar por ai com um corpo melhorado de sí mesmo, aquele pessoal da sala de bate papo do UOL, ia fazer a festa fingindo ser quem não é. Além disso, tem toda aquela paranoia de segurança e certo complexo de medo do mundo real pairando na história.

3) Expresso do Amanhã

Nessa idéia futurística temos certa influ~encia de uma situação pós-apocalíptica. Por conta de uma bomba lançada na terra para evitar o efeito estufa que estava destruindo o planeta, cientistas acabaram congelando o planeta, e a única forma de salvar certa porcentagem da população foi colocando algumas pessoas em um trem que fica dando voltas por todo o mundo, protegendo-as da desolação de seu exterior. Não bastasse isso, o trem é dividido por classes, e os mais pobres ficam lá no último vagão. Com certeza uma visão bem interessante para um futuro de uma planeta cujo meio ambiente foi destruído, mas não deixa de ser bem bizarro…

4) Planeta dos Macacos

Esse é manjado e com certeza já o esperavam na lista, mas não tem como negar que um mundo governado por macacos é bem bizarro. Imagine lá em 1968 a grande ideia que foi de ao fazerem toda a trama do planeta dos macacos em um dos maiores twists de todos os tempo o personagem principal se depara com a estatua da liberdade, e então descobre que aquele planeta é a terra só que no futuro! Bem, apesar de ser um filme muito legal, em especial com essa repaginada que lhe deram nos últimos anos, o que deixou a franquia um pouco mais crível, não tem como não achar estranho a ideia de um mundo dominado por macacos.

5) Idiocracy

Para fechar, o futuro de Idiocracy, um filme de comédia que pouca gente deve ter visto. Aqui, um cara com inteligência abaixo da média é selecionado pelo exercito para ser congelado por anos, em prol de um experimento. Numa versão quase em carne e osso do desenho Futurama, ele acorda anos depois e descobre um mundo que em vez de evoluir intelectualmente acabou regredindo. Para vocês terem uma noção o presidente é interpretado pelo cômico Terry Crews, não tem como não considerar um mundo assim como sendo um futuro bem bizarro e por isso mereceu seu espaço na nossa lista.

E ai, nós nos esquecemos de algum filme? Achou que a lista tinha que ter mais filmes? Deixe seu comentário!

Postado por: Fábio Campos
Frito em 26 de março de 2015
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Se eu ficar (2014)

Prepare-se, se você for assistir “Se ela ficar” provavelmente vai precisar de uma caixa de lenços de papel para enxugar as suas lágrimas! Seguindo a escola de “A culpa é das Estrelas” e “Sempre ao seu lado”, esse longa tem o poder de fazer quem está assistindo se emocionar.

Baseado em um romance de sucesso da autora Gayle Forman, “Se ela ficar” conta a história de Mia Hall, interpretada pela Chloë Grace Moretz, personagem cuja vida parece perfeita, os pais são os sonho de qualquer garota,jovens e bem liberais, além de a amarem muito. Não bastasse isso, ela ainda tem um irmão menor que a adora, e para completar sua vida perfeita, Mia conhece Adam (Jamie Blackley) o vocalista de uma banda de rock que se apaixona por ela.

Bem, como eu avisei, o filme é triste e esse status de alegria que a vida da garota transmite termina, e ela acaba sendo colocada em uma situação em que tem de decidir se quer ou não continuar em frente com sua vida, uma escolha bem complicada se formos analisar o que espera por ela.

Depois da emoção e analisando o filme de maneira mais fria, posso dizer que gostei muito da forma como os personagens foram construídos, em especial os pais da protagonista, que conseguem passar uma grande empatia. A forma como o diretor R.J. Cutler desenvolve a história mostrando o paralelo do antes e o depois também é muito bom, a única coisa que enfraquece o filme é o romance central, que na minha opinião não consegue passar muita credibilidade, talvez grande parte disso seja porque o ator Jamie Blackley é muito fraquinho.

No geral o longa agrada e consegue, dentro que se propõe a fazer, tirar lágrimas dos olhos de quem está assistindo. É aquele filme que você assiste já esperando sair mal com o que vai acontecer na trama, mas aos que mesmo assim querem se arriscar a assistir, se não estiver emocionalmente bem no momento, não recomendo que o faça.

Nota do Fábio Campos – 7,0

Postado por: Fábio Campos
Frito em 25 de março de 2015
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Amigos Inseparáveis (2012)

É duro quando alguns atores muito bons desistem da sua carreira e resolvem que agora só irão prezar o dinheiro… Já citei diversos casos desses, mas é realmente triste quando uma lenda se entrega ao trabalho comercial.

Amigos Inseparáveis” é um filme muito ruim, com um elenco recheado de bons atore e uma história que mostra um trio de bandidos se reunindo após anos separados, e em jogo estão muitas lembranças e também uma divida mal resolvida.

Bem, agora que já contei um pouco da sinopse vou revelar quem são os atores (e olha se não dá raiva)|: Al Pacino, Christopher Walken e Alan Rikin, todos atuando em um filme tão fraquinho que não consegue nem prender a nossa atenção na tela, e ainda sem nenhuma cena memorável. Acredito que o diretor Fisher Stevans, que também é ator e trabalhou em séries como “Lost”, ficou “Perdido” com todas essas estrelas… (piada besta, mas não podia deixar de faze-la).

Meu veredicto é que não caiam nessa de elenco bom e história que parece interessante, o filme é ruim, vão por mim, os protagonistas só ficam num papo arrastado. A trama tenta tirar um sarro da vida sexual dos idosos mas nem isso consegue. É melhor ver o filme do Pelé.

Nota do Fábio Campos – 3,0

Postado por: Fábio Campos
Frito em 23 de março de 2015
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PASTEL DELIVERY

Nota do pasteleiro: /5

PASTEL DELIVERY – Banshee 3° temporada

Banshee é uma das séries que considero mais injustiçadas, talvez por estar em um canal não tão conhecido ela acabe ficando escondida de muita gente, só assim vejo motivos para não ver mais pessoas dando uma chance e acompanhando essa, que para mim, é um das melhores séries de ação de todos os tempos, com um roteiro que abusa da imaginação na hora de contar suas histórias e vilões que sabem dar e levar porrada muito bem. A série é garantia de altas lutas e digna dos padrões “série para macho”, afinal além de muito sangue e tiros, as cenas de sexo são outro dos diferencias da série.

Para quem não conhece a série, recomendo e muito que assista, mas para dar um gostinho vou contar um pouco do que se trata. Lá no inicio da série, um bandido barra pesada (Antony Starr) resolve ir a pequena cidade de Banshee em busca de um antigo amor que largou ele para se ferrar, porém por um dos acasos do destino ele acaba se envolvendo em uma briga, entre o novo xerife da cidade e dois bandidos, o que ele não podia esperar é que todo mundo acaba morrendo na confusão, deixando só ele vivo, e por isso resolve se disfarçar de xerif, e tentar se arranjar na vida. A partir daí tudo o que poderia acontecer de desgraça se abate sobre a cidade.

Agora que já falei um pouco da série vou falar dessa terceira temporada, que foi uma das melhores, se focando no quarteto de criminosos formado pelo xerife, a sensual e fatal Carrie (Ivana Milicevic), o hacker Job (Hoon Lee) e o ex-boxeador e agora bartender Sugar (Frankie Faison), e no golpe que eles pretendiam dar em uma base corrupta do exercito, comanda pelo coronel Douglas Stowe (Langley Kirkwood). Esse plot acabou sendo, de fato, desenvolvido no final da série, entregando uma das melhores cenas de ação de todas, porém se a série teve um grande vilão, o nome desse cara é Chayton (Geno Segers), um indígena brutamontes que acaba ceifando a vida de alguém muito querido da série em um dos momentos mais angustiantes da temporada, outro ponto de destaque de Chayton é a cena de sua morte, uma dos momentos top da temporada, juntamente com a luta entre dois dos personagens mais icônicos da série e que acabou com um grande vencedor.

Como disse, adorei essa temporada que conseguiu desenvolver muito bem quase todos os personagens, como Brock (Matt Servitto) e Bunker (Tom Pelphrey) o ex-nazista que promete ser um dos focos da próxima temporada. Creio que o único núcleo que acabou sendo meio que esquecido nessa temporada foi do Proctor (Ulrich Thomsen),junto com a sua sobrinha Rebecca (Lili Simmons) e Burton (Matthew Rauch), seu guarda costas.

Bem. depois de um final eletrizante o jeito é esperar por uma quarta temporada ainda mais cheia de violência, novas tramas e outros plots, e também a irmandade nazista que chegou chegando, além disso o final dessa temporada levantou novamente uma possibilidade de aliança definitiva entre dois inimigos jurados.

Nota da 3° temporada – 8,0

Postado por: Fábio Campos
Frito em 22 de março de 2015
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pingando óleo

Nota do pasteleiro: /5

PINGANDO ÓLEO – A Terceira pessoa (2013)

A terceira pessoa” foi um desses filmes que me pegaram pelo colarinho, chacoalharam e depois que me colocaram no chão, fiquei meio perdido sem entender aonde estava e o que tinha acontecido.

A explicação para isso é meio dura de se fazer sem contar muitos spoilers, mas vamos lá: a trama se concentra em três núcleos, o principal conta a história de um escritor frustrado, interpretado por Liam Neesson, que após se divorciar da esposa, resolveu fazer um retiro em um hotel para terminar de escrever seu último livro. Como visita, ele só recebe sua bela amante, uma aspirante a escritora interpretada pela sensual Olivia Wild, paralelo a isso ainda conhecemos mais dois núcleos, um deles mostra a dureza da vida de uma mulher (Mila Kunis) que perdeu a guarda do filho para o marido (James Franco) e tenta de todas as formas visitar o menino, e por fim o outro núcleo é estrelado por Adrien Brody, no papel de um turista americano na Itália que acaba fazendo amizade com uma misteriosa mulher que está atrás de sua filha.

Como disse acima, o filme com todas essas histórias e seu desenvolvimento deixa para sua última parte as viradas da trama, se focando em momentos que tem a intenção de deixar quem está assistindo com cara de perdido. Devo confessar que demorei um pouco para captar a essência do longa, e o que de fato ele estava querendo dizer.


É um filme interessante, com um roteiro que se arrisca a fugir do obvio, me lembrou levemente o interessante “As palavras”, uma produção que também sabe brincar com a história dentro da história.

Nota do Fábio Campos – 7,0

Postado por: Fábio Campos
Frito em 21 de março de 2015
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – O Mágico de Oz (1939)

O Mágico de OZ é um dos filmes que mais me fascinavam quando era garoto, me lembro que uma noite, na virada do ano, não sei porque motivo a Rede Globo resolveu passar no Corujão o filme, me lembro bem de estranhar passar um longa tão velho e em preto e branco, então logo a tela mudava e o filme ganhava cor. Achei aquele recurso mágico e só anos depois resolvi investir um pouco do meu tempo para conhecer a história desse clássico, o qual conhecia o conto de fadas mas não o filme.

Estrelado pela bela e talentosa Judy Garland que faz o papel de Dorothy, o filme conta a história do mundo de OZ, um local mágico, cheio de figuras estranhas como o Espantalho (Ray Bolger) que quer um cérebro, o Homem de Lata (Jack Haley) que quer um coração e o Leão Covarde (Bert Lahr) que deseja coragem, além, é claro, do imponente e farsante Mágico de Oz (Frank Morgan), personagens que hoje fazem parte da cultura popular.

O que gostei muito nesse clássico é a forma como a história vai se construindo, com um inicio no qual os personagens são apresentados em suas versões normais e já com alguns dos “problemas” que eles terão no mundo de Oz, além disso, a trilha sonora é perfeita e nem preciso elogiar a famosa “Somewhere Over the Raibow” que é marcante. Não bastando isso, os momentos musicais são muito bons, e remontam de uma época aonde os atores também tinham uma representação musical ótima.

Para quem não conhece, o filme é inspirado no livro de L. Frank Baum que escreveu, além desse clássico, mais 13 livros sobre o mundo de OZ. Outra curiosidade é que o longa teve quatro diretores, começou com Richard Thorpe conhecido por filmes como Ivanhoé, e depois foi para George Cukor que viria a trabalhar novamente com Judy em “Nasce uma estrela”, porém ele acabou saindo no meio das filmagens e deixando o cargo para Victor Fleming, que também herdou de Cukor “E o vento levou..”. O longa ainda teve uma pequena direção de King Vidor (Guerra e Paz), desta forma podemos dizer que quatro diretores estiveram envolvidos nessa grande obra que foi indicada a seis oscars e ganhou dois por conta da sua trilha sonora.

Para mim, esse é um clássico que deve ser respeitado e assistido por todos que querem entender um pouco sobre a história do cinema, com certeza é uma boa opção também para quem adora filme com temática de fantasia. Uma dica é que assistam depois “Oz: Mágico e Poderoso” que serve para explicar um pouco da história de alguns personagens.

Nota de Fábio Campos – 8,0

Postado por: Fábio Campos
Frito em 20 de março de 2015
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