fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – A Garota de Rosa-Shocking (1986)

Clássicos são clássicos e os anos 80 nos ofereceram diversas preciosidades como “Te Pego Lá Fora”, “Curtindo a vida Adoidado” e “Clube dos 5” para citar somente alguns bons filmes da época.

Em meio a esse monte de filmes bons, que já começavam a tratar um os adolescentes com uma visão um pouco mais realista e divertida, temos o também clássico é “A garota de Rosa Shocking”.

Como uma história como um pouco de “A princesa e o plebeu” o filme tem aquele tom extravagante dos anos 80, com a musa da época, Molly Ringwald num papel de rejeitada pobrezinha, e que tem de lidar com os ricos do colégio, seu melhor amigo é o Duckie, interpretado por Jon Cryer que hoje faz sucesso em “Two and Half Man”.

O filme acho que é um dos mais fracos da época na minha opinião, ele tem toda aquela atmosfera, mas falta um pouco mais de ousadia no roteiro, o que é estranho se levarmos em consideração que o roteirista é o ótimo John Hughes.

Bem para quem ainda não tinha assistido como eu, vale a pena conhecer e matar um pouco a saudade de uma época que marcou muita gente, eu que nasci nos anos 80, gosto muito pois cresci os vendo na Sessão da Tarde.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 27 de setembro de 2014
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Diário de uma Paixão (2004)

Nunca li nada do Nicholas Sparks, e também não tenho muito interesse, só de olhar as capas dos seus livros, que são sempre ilustrados com um homem e uma mulher trocando um olhar apaixonado.

Vi alguns longas baseados em seus livros, nenhum que realmente valesse a pena, sendo em sua maioria filmes com tramas muito fracas apoiada em clichês, porém em nenhum caso algo chegou perto em termos de chatice e tédio de “Diário de uma paixão”.

A trama sobre um rapaz pobre, interpretado por Ryan Gosling, que se apaixona por uma garota rica (Rachel McAdams) é recheado de cenas chatas, e com diálogos arrastados e chatos, em alguns romances tem cenas que me emocionam, porém nesse caso fiquei grande parte do tempo me contendo para não dormir enquanto assistia.

A sacadinha de mostrar os veteranos James Garner e Gena Rowlands lendo uma história sobre o amor dos jovens, que no final eram eles (SPOILER + Clichê rs).

Aposto que vai ter muita gente falando que não sou romântico, que não captei a essência do filme, que ele é belo, da cena linda dos gansos, do valor da história de amor dos protagonistas. Bem tudo isso para mim não é válido o filme é simplesmente uma porcaria, eu não sei como vi até o final, e com certeza não ia querer assistir novamente.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 26 de setembro de 2014
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Expresso do Amanhã (2013)

Assisti “O expresso do amanhã” esperando um filme de ficção cientifica meio viajado, afinal a trama gira em um cenário pós apocalíptico em que as pessoas vivem dentro de um trem. Sério, tem algo mais criativo e bizarro que isso?

Pois bem, o longa é dirigido pelo sul coreano Joon-ho Bong, conhecido por grandes filmes como “O hospedeiro” e “Memorias de um Assassino” um dos meus filmes preferidos.

O elenco é uma salada mista, tem atores orientais como Kang-ho Song que é parceiro do diretor, e já esteve em outras de suas produções, além dele o filme ainda conta com atores americanos como Ed Harris, John Hurt, Octavia Spencer, Tilda Swinton e Chris Evans, esse último faz nesse filme a sua melhor atuação, pelo menos dos filmes dele que assisti.

Bem confesso que adorei o filme e foi um dos melhores que vi esse ano, porém deixo claro que esse aqui é um daqueles casos em que meu gosto certamente não vai bater com o de muita gente, então muitos que vão assistir após a minha recomendação que vão me achar louco.

Mas vamos lá, vou justificar porque gostei tanto do filme, primeiro que adorei a ideia de castas dentro do trem, e forma como a revolução do pessoal da cauda foi conduzida foi muito interessante, não bastasse isso a ideia do trem como uma arca de Noé é muito inovadora, e os compartimentos bizarros pelos quais os membros da cauda passam é uma coisa de louca destaque para o belo aquário e para sala de aula, que rende um dos momentos mais bizarros da trama. O final que muita gente criticou, para mim foi diferente, e evitou mastigar tudo para quem está assistindo.

Antes de concluir vale uma curiosidade, o diretor do filme, teve uma briga com a distribuidor Harvey Weinstein que queria cortar pedaços do longa para ele ser melhor aceito no mercado americano. Eu acho isso uma pena, porque o filme é muito bom, e funciona bem como história, tem muita violência, filosofia, e no final faz com que você pense um pouco no que está acontecendo ao seu redor, e como funciona a vida em sociedade, existe uma analogia bizarra na história sobre os tempos modernos, que podemos facilmente transportar para como enfrentamos nosso problemas hoje em dia.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 25 de setembro de 2014
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – A deriva (2009)

O que mais impressiona quem assiste “A deriva” desprevenido é encontrar o ator Vincent Cassel, conhecido por filmes como “Irreversível” e “12 homens e outro segredo” falando português e razoavelmente bem, porém esse drama nacional tem um pouco mais a dizer.

Explorando o ambiente familiar em crise e uma adolescente descobrindo um pouco mais sobre o mundo dos adultos, nesse caso a filha adolescente (Laura Neiva)e, descobre que o pai interpretado por Vincent Cassel, tem um caso, e por isso acaba ficando num dilema entre expor o que sabe para a mãe (Debora Bloch) ou manter isso em segredo.

Essa relação em família e a forma como a traição do pai vai quebrando a família é um dos pontos fortes do filme, a imagem do pai herói que a garota sempre teve, começa a se destruir, e a imagem da mãe que era uma mulher mais fria, começa a ganhar um contorno de mulher traída e sofredora. É interessante também perceber a descoberta do sexo da filha através do relacionamento do pai com a amante.

Bem em relação ao elenco acho que os atores estão interessantes no filme, a participação do Cauã Reymond, destacada na capa do filme é mínima, assim como a do Gregório Duvivier e da bela Camilla Belle.

O filme me cansa em alguns momentos por ser muito arrastado, e parece que existe uma necessidade latente em querer associar o titulo ao que acontece no longa, coisa quem em alguns momentos irrita. Serve como boa opção para quem curte esses dramas mais profundos, com questões familiares.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 24 de setembro de 2014
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Incêndios (2010)

Um bom drama é aquele que nos prende, que sabe quando segurar e soltar informações, que nos permite preencher histórias e nos emocionar, deixando que quem está assistindo se envolva na trama, e creio que dos filmes que vi nos últimos tempos, o que mais se enquadrou nessa definição foi “Incêndios”.

O longa é dirigido pelo ótimo Denis Villeneuve, que também dirigiu um dos meus preferidos do ano passado “Suspeitos”, a trama do filme é sobre dois irmãos gêmeos que após a morte da mãe recebem dois envelopes, um endereçado ao pai que eles achavam que estava morto e outro a um irmã que eles não sabiam que tinham.

O interessante do filme é que ele é dividido em capítulos e a cama episódio nos permite conhecer um pouco mais do passado da mãe dos protagonistas, e vai nos aproximando cada vez mais da revelação final.

O que gostei em “Incêndios” é que ele sabe desenvolver os personagens, nada que está ali é por acaso, e a forma como a trama evolui, faz com que quem está assistindo se sinta angustiado, além disso, utilizar a guerra entre católicos e muçulmanos como pano de fundo também é um recurso interessante.

Vale a pena conferir esse filme que é para mim um dos dramas com um dos roteiros mais interessantes que já vi, e ainda é uma oportunidade de ver um filme que foge do lugar comum.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 23 de setembro de 2014
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – O tratamento (2014)

Há alguns dias após ver uma série de filmes ruins, resolvi entrar no imdb e escolher algum com uma pontuação razoável para assistir, em meio a tantas opções acabei me deparando com uma produção belga com um nome complicado chamado “De Behandeling” que pode ser traduzido pelo titulo americano com o nome de “O tratamento”, um nome como esse pode parecer que o filme tem algum fundo médico, porém a história é bem mais sórdida e fria.

O longa conta a história do policial Nick (Geert Van Rampelberg) que anos atrás sofreu um trauma, quando seu irmão foi sequestrado por um pedófilo e desapareceu, sofrendo por anos com a situação, e com a cruel afronta do sequestrador do seu irmão que está em liberdade, durante uma investigação ele acaba se deparando com um caso bizarro em que uma família sofreu abusos de um psicopata.

Com uma trama assim, as cenas são repletas de tensão, eu me senti por diversas vezes incomodado com o que estava acontecendo, o diretor Hans Herbots, sabe carregar o clima trucando do filme, o protagonista é caracterizado como um homem que se mantém sempre perto dos limites da lei, porém a sua passividade chega a incomodar quem assiste, em especial que é como eu que adora uma boa cena de vingança, carregada de violência.

Eu adorei o filme e achei ele um dos melhores suspenses que vi esse ano, é sempre bom fugir do cinema norte americano e conhecer nos diretores e produções europeias que sabem construir tramas que fogem do lugar comum, o final em aberto consegue ser um golpe fatal para quem está acostumado com clichês.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 22 de setembro de 2014
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pingando óleo

Nota do pasteleiro: /5

PINGANDO ÓLEO – A bela e a fera

A Bela e a Fera” é uma das histórias mais bonitas e inspiradoras entre os contos de fada e essa relação entre o belo e o feio, a gentileza e a brutalidade, serviram por anos para alimentar roteiros de filmes, e cito “Shrek” como o melhor exemplo disso.

Em 2014, surge essa nova adaptação, tendo como protagonista o talentoso Vincent Cassel no papel da Fera, e Léa Seydoux no papel da Bela. O filme não tenta inovar muito, só os efeitos especiais que chamam a atenção, sendo bem trabalhados e belos.

Eu gostei muito de não tentarem alterar a história dando uma abordagem mais estilizada como fizeram por exemplo com João e Maria, em que a releitura só serviu para estragar o filme.

Apesar de não ser um filme muito atrativo nem inovador, é muito bonito e daqueles tipos que agradam a todos, podendo ser visto em família com toda aquela abordagem de conto de fada que encanta os mais velhos, ação para os mais novos e romance para as meninas sonhadoras. No final acaba se tornando uma opção interessante para quem quer assistir a um filme para passar o tempo.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 19 de setembro de 2014
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Sete Caixas (2012)

Tá ai novamente eu me arriscando e saindo da casinha, buscando um filme de um país com zero em tradição no cinema. E a bola da vez é o Paraguai, onde as nossas tias vão de excursão e trazem um monte de presentes “originais”.

Pois bem, nossos “Hermanos” não possuem uma tradição no cinema como os argentinos e chilenos por exemplo, que vira e mexe nos apresentam um bom filme. Por isso resolvi assistir “Sete Caixas”, um longa paraguaio que acompanha Victor (Celso Franco), um menino que trabalha transportando compras e mercadorias para os outros e sonha em ter um celular com câmera. Com a possibilidade de realizar seu desejo, ele aceita o trabalho de transportar 7 caixas, porém essa missão acaba se mostrando uma roubada quando tem que lidar com a polícia, bandidos e seus concorrentes.

Bem, vamos lá, o filme não é brilhante, porém ele tem carisma e os atores apesar de não serem excelentes conseguem manter a história. O enredo se apoia na trama batido do objeto misterioso que move todos os núcleos, e no protagonista inocente que se mete em encrencas.

O que achei mais legal é que ele usa de todos esses clichês explorando como ambiente a realidade do Paraguai: policiais gordos e preguiçosos, nada gênios; bandidos comuns, sem aquele tipo de vilão de filme, então é interessante essa pegada. Como ponto negativo, destaco os diversos personagens e situações que são abandonados no meio do filme e ficam sem desfecho, parecendo que foi preguiça ou falta de grana para concluir a trama.


Concluindo, se vocês querem conhecer um pouco de um estilo de cinema fora do eixo e curte um bom longa de ação, vale a pena perder um tempinho acompanhando esse filme interessante, que é elétrico e não para em nenhum momento.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 18 de setembro de 2014
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Mulheres Ao Ataque (2014)

Alguém tem que avisar a Cameron Diaz que ela nunca foi uma boa atriz. Agora que a idade está chegando tá cada vez mais difícil engolir ela como a gostosona da história, então é complicado ver um filme dela em que ela quer parecer a bonitona e ainda com um roteiro mediano.

Mulheres ao Ataque” embarca na onda daquela velha trama de mulheres traídas que se juntam para destruir o marido/amante/namorado, aqui interpretado por Nikolaj Coster-Waldau. Já o trio de mulheres é formado por Leslie Mann, Kate Upton e Cameron Diaz > nenhum se destacando.

O que mais me incomoda no filme é a personagem da Cameron Diaz, que simplesmente não tem utilidade na trama, a motivação dela é quase nula, afinal, apesar de ter sido traída em nenhum momento pareceu ficar tão incomodada. Além disso o filme não consegue prender muito a atenção, ficando muitas vezes chato, e o final é clichê como toda a trama.

Se você gosta de filminhos bobinhos, que tentam mostrar o “poder feminino” com uma abordagem mais fraquinha pode curtir o longa. A comédia não tem nada de inovadora e é mais do mesmo, provavelmente vocês já viram uns 5 filmes iguais a esse e talvez até melhores.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 17 de setembro de 2014
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Era Uma Vez em Nova York (2013)

Tem filmes que são especialistas em me enganar. Eu vejo atores bons, uma sinopse interessante e já acho que deve ser fenomenal (palavra que uso muito, veja nosso videocast e confira quantas vezes falo isso rs).

Era uma vez em Nova York” título dado no Brasil para o drama americano “The Immigrant” (vai entender o porque dessa tradução) é um filme como descrevi acima: estrelado pelo Joaquim Phoenix, Marion Cotillard, Jeremy Renner e para fechar o elenco, o diretor é o James Gray, que fez uns filmes legaizinhos.

A sinopse me conquistou, ela fala sobre uma imigrante ilegal (a Marion Cotillard) que é acolhida por um violento cafetão (Joaquim Phoenix) e vê como seu único amigo um mágico.

Jeremy Renner imagina que coisa legal poderia sair disso né? Pois bem imagine que a ação é bem contida, e o que o filme se foca num drama e em um triangulo amoroso chato, que mais cansa do que ajuda no desenvolvimento da história.

Devo admitir que foi um saco ver o filme. A história não andava e eu me pegava desesperado querendo que acabasse logo. A trama era chata, o cenário de época que poderia funcionar não rendia e parecia que até os atores não estavam no clima. O Joaquim Phoenix estava muito caricato e a Marion estava muito fraca, para mim esse e o Batman são dois dos seus piores filmes.

Bem, resumindo, o filme é parado demais, é chato e arrastado, e eu não recomendo, foi um dos piores que vi esse ano. Talvez quem gosta de ver figurinos de época curta um pouco o filme, porque de resto simplesmente não vale a pena.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 12 de setembro de 2014
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