fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Malévola (2014)

Angelina Jolie se tornou um ícone para muitas pessoas. Além de ser uma atriz que chama a atenção pela sua beleza, os seus papéis em filmes de ação como Salt e Tomb Raider atraíram muitos fãs. Além disso, o seu casamento com Brad Pitt fez o resto para deixar ela com a imagem de uma celebridade querida por muitos. Não bastasse essa presença forte, ela ainda é muito bem vista por ter uma consciência social muito grande e ajudar muitas crianças e países com dificuldade.

Pois bem, depois de todos estes elogios, ainda faltava um mercado que a atriz não tinha uma presença tão forte, nesse caso, o infantil. Apesar de ter vários filhos, ela não havia feito nenhum filme com um foco voltando para esse público mais jovem. “Malévola” acabou se tornando uma opção interessante para alavancar ainda mais sua carreira, entre um público novo.

A trama do filme é simples, e conta a origem da bruxa do conto de fadas “Bela Adormecida”, explorando uma visão que busca desmistificar a figura da mulher malvada. O filme explora o lado mais humano da “bruxa” e do porque ela se tornou uma pessoa tão amargurada.

O filme tem efeitos especiais muito bons, a trama é repleta de clichês e a presença de Angelina como uma personagem boazinha em vez de uma vilã me frustrou um pouco. Queria ver esse lado um pouco mais dark dela, mas entendo que eu não era o público do filme.

No final “Malévola” é um filme interessante e é para toda família. Acho que por isso se tornou um dos longas mais lucrativos do ano, só espero que não arranjem uma continuação desnecessária como a Angelina vem sugerindo por aí.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 29 de agosto de 2014
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – O casamento do ano (2013)

O casamento do Ano” é um filme cheio de atores famosos em decadência. Robert DeNiro é bom, mas deixou de escolher os roteiros; Susan Sarandon largou mão de sua carreira e a Diane Keaton, que agora adora fazer papel de mulher madura e divorciada.

Juntando a trupe temos a Katherine Heigl, Amanda Seyfried, Topher Grace e o agora finado Robin Willians, ninguém aÍ também é conhecido por escolher bem os filmes que faz e só vão me complicar nessa resenha, pois vou ter de marcar todo mundo. (Para quem não lembrar poder clicar em cima do nome rs).

Largando as minhas reclamações de lado, vamos ao filme. Bem, a história é aquela: casamento em família, no caso do filho adotado de um casal separado e a família como qualquer outra é cheia de problemas. O marido traiu a mulher com a melhor amiga dela, a filha está gravida e largou do marido, o mais novo é virgem e quer esperar, mas é só aparecer uma gostosa que ele vira um adolescente, e por aí vai.

O filme não é ruim de tudo. Mas é que se espera mais com um elenco desses, e acaba parecendo que estou assistindo um longa feito direto para DVD com um bando de atores ruins.

Parecia que todos estavam no filme porque ou perderam uma aposta ou deviam favor para alguém. Ninguém tinha uma vontade, o mais esforçado era o DeNiro. Para ser justo o filme serve para tapar a tarde quando não tiver nada o que fazer ou quando estiver chovendo. Só assim ele cola, agora não vá assistir achando que é grande coisa ou vai acabar decepcionado.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 26 de agosto de 2014
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Todos os cães do Natal (2005)

Eu e a minha namorada adoramos cachorros, por isso vire e mexe e vocês vão ver algum filme com esses animaizinhos, mas sempre mais suaves. Nada muito triste como o “Sempre ao seu Lado” e “Marley e Eu”, porém, quando o tema é cachorro e não tem tristeza, geralmente sobram tramas mais fracas com atores desconhecidos, o que acaba sendo frustrante.

Todos os cães do Natal” não é uma obra prima, e se você esperava isso assistir a esse filme com certeza não tem muito senso de cinema. Acho que poderia passear pelo blog e escolher opções melhores. Mas deixando meu puxão de orelha de lado, vamos falar do filme.

A trama é sobre uma menina que é deixada pelo pai na casa de uma “tia”.No exato momento em que ela chega é aprovada uma lei na cidade que proíbe cachorros, (lei idiota né), pois bem, e logo de cara a menina vai lá e adivinhem… Arruma um cachorro. Para ajudar ela a esconder seu amigo canino ela conta com a ajuda de uma mulher que tem um “orfanato” de cães.

Bem, como podem imaginar o filme é muito bobinho, feito em especial para as crianças apesar de se passar no passado.

No final, mostra-se que a menina cresceu e está contando a história, o tom comédia infantil B não se desenvolve a ponto de arriscar um final assim, afinal, se isso acontecesse iam ter de revelar que o cachorro morreu em algum momento e todo mundo ia chorar, e o tom do filme nem permitia uma virada assim.

Bem, dada as minhas reclamações eu recomendo ele para a criançada, em especial aquelas que adoram cães. A música do final é muito divertida e gruda na cabeça, e acho que é a melhor coisa do filme.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 25 de agosto de 2014
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Cheiro do Ralo (2006)

Cheiro do Ralo é um filme duro de catalogar. Ele é ambientado em uma realidade totalmente bizarra, na qual Lourenço, um dono de uma loja de penhores obcecado pelo cheiro do ralo do seu banheiro, acaba vivendo situações e mais situações estranhas com seus diferentes clientes.

O interessante do filme é que logo de cara achamos o Lourenço de Selton Mello um cara frio, interessado totalmente nos seus negócios, e aos poucos percebemos que é como se o cheiro do ralo o transformasse cada vez mais em uma pessoa perturbada. Isso piora quando ele compra um olho de vidro e sua obsessão pela bunda da garçonete aumenta a níveis extremos. Então, ele acaba se tornando uma espécie de tarado.

Eu gostei do filme apesar de sua atmosfera meio surreal, Selton Mello encaixou perfeitamente no papel e conseguiu dar vazão a personalidade excêntrica do personagem. A linguagem utilizada me lembrou muito “Reflexões de um Liquidificador” que tem essa pegada meio surreal.

Se você curte cinema nacional, mas acha as opções limitadas, tem que dar uma chance a esse filme que com certeza é meio diferente de tudo que você já viu.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 23 de agosto de 2014
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – 47 Ronins 2013

Keanu Reaves é um ator bem limitado, acho que isso não é novidade para ninguém. Apesar de muitas pessoas adorarem ele por Matrix, por seu jeitão simples, ou mesmo pela sua beleza, ele não passa muita confiança em suas atuações a sua cara de paisagem não ajuda muito.

47 Ronis” poderia soar como uma ofensa a cultura oriental, pois assim como “O último samurai”, apostaram num protagonista ocidental para contar uma história tão representativa para o oriente. E o resultado final não melhorou por conta disso, afinal não escolheram um ator dos mais talentosos.

No filme, Keanu é um pária que é adotado por um lorde e vive tentando encontrar uma forma de se encaixar no mundo dos samurais. Apesar de não conhecer seu passado, aos poucos ele vai descobrindo que sua origem esconde revelações fantásticas.

Não tenho muito a dizer do filme em termos de roteiro, que é apontado como baseado em fatos reais. Obviamente colocaram alguns elementos fantásticos para dar um tempero à história, o que não chega a estragar a trama, mas imagino que algo com um pouco mais de pé na realidade teria um efeito melhor.

As lutas são interessantes, e com certeza o ponto forte do filme. Os efeitos especiais são de uma qualidade razoável, e o final é no mínimo corajoso, eu gostei muito. Uma pena que o longa apostou em um protagonista interpretado por um ator popular, o que deve ter sido visto como uma forma de garantir a bilheteria, mas que no final acabou não fazendo muita diferença. Talvez se ele tivesse mais raízes orientais e uma pegada mais cheia de metáforas e menos efeitos especais o resultado seria melhor.

Para quem gosta de filmes de ação cheio de fantasia, com um toque que lembra um pouco aqueles da sessão da tarde, pode se interessar em dar uma chance ao “47 Ronins”.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 22 de agosto de 2014
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Quando eu era vivo (2014)

Um filme de terror nacional tinha tudo para dar errado, ainda mais quando você coloca no elenco uma atriz/cantora tão sem graça como a Sandy (que me perdoem os fãs, mas acho que a figura dela está mais ligada a filmes de romance do que a longas de terror). Para fechar esse elenco, o diretor Marco Dutra resolveu apostar no talento do veterano Antônio Fagundes e desconhecido Marat Descartes.

O enredo aposta numa trama conturbada sobre Junior (Marat Descartes), um homem que após a separação resolve voltar a morar com o pai, interpretado aqui por Antônio Fagundes. No passado dos dois existe um mistério. Amenizando um pouco esse clima de tensão temos a personagem Bruna (interpretada pela Sandy) que fica grande parte da história flutuando na trama, tomando uma posição maior só perto do final.

Vamos lá, o filme tem seus altos e baixos. O que mais eu gostei, foram os elementos de misticismo como benzedeiras e mitos católicos que acabaram dando um tom bem interessante à história. Quem já foi em Aparecida do Norte e viu a “Sala dos Milagres” vai sentir um arrepio na nuca em certas cenas.

O que eu não gostei foi como a trama se enrolou tanto que acabou perdendo sua força, eram tantos elementos e um enredo tão confuso que os personagens pareciam perdidos. A relação pai e filho, a presença da inquilina na casa, a relação dela com o namorado, o comportamento bizarro de Junior, tudo isso ficou criando e criando e no fim não evoluiu bem.

Como uma tentativa de se criar algo novo acho muito válido e com certeza vai agradar algumas pessoas. Fiquei curioso para ler o livro “A arte de produzir efeito sem causa” de Lourenço Mutarelli, que inspirou o filme.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 21 de agosto de 2014
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Viagem à Lua de Júpiter (2013)

A viagem ao espaço é um tema que sempre chamou a atenção das pessoas, por isso são vários os filmes que exploram essa busca do homem por mundos e planetas desconhecidos.

Viagem a Lua de Júpiter” tenta embarcar nessa onda, apostando em uma pegada mais realista.

O elenco conta com poucos atores famosos e o diretor é o desconhecido é Sebastián Cordero. Ele não tem muitos longas de destaque em sua carreira, talvez por isso ele tenha resolvido se arriscar e manter um filme com uma narrativa não linear, que explora a viagem de um grupo de astronautas a uma lua de Júpiter.

O diretor abusou de momentos em que o filme parecia não caminhar e explorava um pouco da relação entre os membros da nave. Seja entre si ou com suas famílias, mas isso em um tom bem raso, nada se aprofundando muito.

A ação e a trama só se desenvolvem com a chegada ao destino, quando começam a acontecer situações que justificam as cenas em paralelo que apresentam algumas pessoas falando sobre a importância da missão. Então, tudo começa a fazer sentido.

Não existe nenhuma grande virada, o filme tem uma proposta e a segue do inicio ao final. Eu achei que o resultado foi interessante, porém, nada de diferente.
É uma boa opção para quem quer um filme um pouco mais calcado na realidade, mas não espera tudo cientificamente provado.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 20 de agosto de 2014
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pingando óleo

Nota do pasteleiro: /5

PINGANDO ÓLEO – Guardiões da Galáxia (2014)

Guardiões da Galáxia é a nova aposta da Marvel nos cinemas. Há alguns anos ninguém arriscaria dizer que a editoria de quadrinhos que quase faliu nos anos 90, conseguiria emplacar vários sucessos no cinema, e hoje podemos ver a empresa que agora ganhou mais poder por estar debaixo dos braços da Disney, se arriscando e apostando suas fichas num dos grupos de heróis mais desconhecidos da editora.

Bem, como estou um pouco atrasado com essa resenha, vou falar bem raso da sinopse. O filme é sobre Peter Quill (muito bem interpretado pelo engraçado Chris Pratt), que foi abduzido quando ainda era um garoto e acabou se tornando um saqueador espacial.

Após uma tentativa de capturar um poderoso objeto, ele acaba preso e, na cadeia, conhece quatro foragidos, que juntos formam os Guardiões da Galáxia.

Vamos lá: o filme que poderia pegar essa fórmula simples de cinema de ação/aventura mostra uma equipe de pessoas diferentes que tem de trabalhar juntos, acaba através da direção do brilhante James Gunn, se transformando num longa com cara dos filmes dos anos 80. Não só pelas piadas e trilhas sonoras dignas da época como também pelos seus personagens.

Pois então, já que falei dos personagens, vamos a eles. Para mim são o grande diferencial do filme, como já citei um pouco a cima o protagonista e líder da equipe é o engraçado e sacana Peter Quill, também conhecido como Senhor das Estrelas. Além de super carismático o personagem, assim como no caso do Robert Downey Jr. com o Homem de Ferro, teve uma ligação imediata com seu interprete e, hoje, duvido que alguém fale que a escolha de Chris Pratt não foi um acerto.

Só que os acertos de elenco não acabam aí, Rocket Racoon o guaxinim cheio de marra e com uma personalidade turrona de botar o Wolverine no chinelo, ganha personalidade na voz de Bradley Cooper, e Vin Diesel dá toda a doçura e simpatia ao inocente Groot, o coração da equipe. Temos ainda Dave Bautista ótimo como Drax e sendo uma surpresa por demonstrar uma veia cômica digna do Schwarzenegger dos anos 80, e para finalizar, a Gamora de Zoe Saldana, que consegue ser a personagem feminina mais interessante da Marvel nos cinemas, em minha opinião superando até a Viúva Negra.

E já que falei dos mocinhos, porque não falar dos vilões. Lee Pace interpreta um Ronan que em termos de motivação lembra muito os fanáticos religiosos que cercam nosso mundo, e fica por conta dele o lado mais sério do filme. Em nenhum momento ele escorrega e cai no ridículo nem mesmo na cena cômica do final. Vale ainda destacar o Yondu do Michael Rooker como outro personagem muito divertido e interessante.

Quanto ao roteiro, o filme é muito bem desenvolvido. Ele tem diversas cenas de ação e vi muita gente apontando as inspirações do longa como “Indiana Jones” e “Star Wars”, porém, o que mais me chamou a atenção é uma ligação bem interessante, em especial na parte que personagem do Chris Pratt discursa sobre eles serem perdedores com o clássico “Clube dos 5”. Afinal, todos os personagens ali são estereótipos. Temos o fortão, a femelle fatale, o ladrão, o gênio e o inocente. Cada um deles em certo momento tem que se aceitar para poder prosseguir na trama o que é muito interessante. Por essas e por outras eu indico e muito o filme.

PARA OS FÃS DE QUADRINHOS

Eu comecei a ler Guardiões da Galáxia após a saga Aniquilação e adorei os personagens. Devo dizer que adorei essa formação que difere um pouco da que vi na saga, mas que mesmo assim é tão carismática ou até mais que a dos quadrinhos. Para quem ainda não foi no cinema procure na sala do colecionador por objetos que lembrem o mundo cósmico da Marvel, como Adam Worlock, Howard o Pato, Cosmo entre outros.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 19 de agosto de 2014
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Muita calma Nessa hora 2 (2014)

Eu adorei o primeiro “Muita Calma Nessa Hora”. Não por causa das protagonistas, que achei que pareciam saídos de uma novela dos Carlos Lombardi, mas sim pelos coadjuvantes, que eram muito bons. Marcelo Adnet e seu paulista mauricinho, ou a empregada religiosa e a trupe de amigos que ficam só bebendo e enchendo o saco de quem tá na praia, que foram interpretados pela excelente galera do Hermes e Renato.

Bem, no primeiro foi só coisa boa e, em meio a tudo isso, a história das amiguinhas que querem se vingar dos homens indo atrás deles, saindo com eles e se apaixonando por eles.

Pois bem, agora que elogiei o primeiro posso me tranquilizar para falar mal do segundo, que dessa vez apostou nas mesmas protagonistas novamente, e que, para desanimar qualquer um, continuam chatos. Por isso é duro aguentar as caras e bocas do quarteto. E não bastasse isso, pouco coadjuvantes voltaram e os novos que parecem elenco do Zorra Total, devo destacar aqui o Marco Luque que faz um dos personagens mais sem graça da história.

O único dos bons que voltaram e tentou repetir a graça foi o Adnet, que acho que por ter ficado muito no Projac se contaminou e forçou demais no personagem que perdeu o brilho.

Se você gostou do primeiro fique só nele e não se decepcione, se quiser ver uma continuação caça níquel se arrisque, uma pena que as nossas comédias nacionais sempre acabem caindo nesse humor sem graça.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 18 de agosto de 2014
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PASTEL NA CESTA

Nota do pasteleiro: /5

PASTEL NA CESTA – Especial Robin Willians

Você que vai sentir falta do Robin Willians, e de suas comédias, é bom lembrar que ele era também um ótimo ator em dramas, e não estou falando de “Sociedade dos Poetas Mortos”, “Bom dia Vietnã” ou “Gênio Indomável” (três dos seus filmes desse gênero mais conhecidos e que muita gente sempre aponta como os melhores dele).

Pois bem, vou listas agora 5 filmes que mostram algumas faces desse cara, que apesar de ultimamente estar só fazendo filmes ruins, contribuiu muito para o cinema. Então vamos lá:

1)O psicopata – Em dois filmes posso citar o Robin Willians como um psicopata, o primeiro é no suspense Insônia no qual ele contracena com o Al Pacino. Porém, para mim a sua versão mais bizarra fica por conta de “Retratos de uma Obsessão”, na qual ele faz um papel de um simpático velhinho que revela fotos e tem o sonho da família perfeita por meio de uma cliente que sempre usa seus serviços.

2)O romântico – Um dos meus filmes de romance e espiritismo mais bonitos que já vi é “Amor Além da Vida”.Com um roteiro que passeia pelo céu e o inferno, o longa é recheado de imagens lindas e permite que Robin Willians brilhe no papel de um marido e pai que morre e deseja encontrar a mulher e os filhos no céu.

3)O louco – Robin Willians por ter uma veia cômica sempre foi um grande ator para interpretar personagens perturbados ou loucos, porém, um dos seus melhores papéis está num filme que gosto muito: “Pescador de Ilusões”. Na trama ele é morador de rua que conhece um locutor de rádio, apesar de uma amizade com início conturbado logo tem início um laço entre os dois, que está ligado diretamente a uma grande tragédia. Terry Gilliam dirige com perfeição esse grande filme.

4)O burocrata – “Violação de privacidade” é um desses filmes de ficção cientifica que apresentam um futuro cheio de inovações. Uma delas é conceber uma profissão estranha que concebe uma memória do falecido. Essa técnica consiste em mostrar os melhores momentos da vida morto através de suas lembranças. Um filme que não foi muito bem de criticas, mas que gosto muito pelo seu conceito e originalidade.

5)O sonhador – Filmes sobre guerra sempre são emocionante “Um Sinal de esperança” é mais exemplo de longa assim, apresentando a vida em um gueto no qual um homem começa a dar informações de falsa esperança para as pessoas, falando que os alemães estão perdendo a guerra. O filme começa com um tom de humor que lembra um pouco “A vida e Bela”, mas tem um final tenso e belo que consegue emocionar.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 12 de agosto de 2014
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