fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Marvel One Shot – All Hail the King (2013)

Eu acho que fui um dos únicos que não gostou do final do Homem de Ferro 3, por conta do clichê que foi a trama do Mandarim e não por que mudaram o personagem. Eu só até a favor de certas liberdades, porém quando elas não acrescentam nada e ainda deixam a trama mais fraquinha sou a favor de manter o original, nesse caso o recurso utilizado já tinha sido feito no primeiro Batman do Nolan.

Talvez pensando em agradar aos fãs e quem não gostou do desfecho do Mandarim do Ben Kingsley, a Marvel resolveu fazer um pequeno curta, contando como é a vida do Trevor, o ator que interpretava o falso vilão na cadeia. Quase todo cheio de comédia, o curta parece uma cena pós-crédito enorme que termina com um final que agradou alguns mas decepcionou outros. No meu caso eu até gostei do resultado, achei que casou com a proposta da trilogia do Homem de Ferro, porém acho que seria mais interessante uma ligação com a Hidra, que traria mais uma ligação com o filme do Capitão.

Vale destacar ainda a mínima participação do Sam Rockwell como o milionário Justin Hammer que participou do segundo filme do Homem de Ferro, e aqui faz uma ponta cômica na cena pós-credito do curta. Quem ainda não viu dê uma procurada, vale mais para fechar a trilogia do Homem de Ferro, mas duvido muito que vá render outro filme.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 30 de abril de 2014
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Capitão América 2 – O soldado Invernal (2014)

A Marvel fez uma aposta arriscada quando resolveu fazer um filme do Capitão América, afinal em minha opinião é um dos heróis mais difíceis de lidar a imagem se considerarmos a rejeição que o povo americano tem em outros países imagine o quanto é arriscado apostar em um herói que tem a bandeira americana no peito, e que teoricamente devia exalar patriotismo.

Pois bem, o primeiro filme veio e falou do nazismo. O vilão perfeito, acho que um dos únicos que fariam as pessoas terem carisma pelo Capitão. Vale destacar ainda a escolha de Chris Evans, que tinha sido o Tocha Humana do péssimo Quarteto. O resultado foi um filme satisfatório que serviu para apresentar o herói para nos acostumarmos com ele em Vingadores.

O segundo filme do Capitão falaria do que então? O tema não poderia ser nada muito agressivo, acho que se partisse para algo relacionado ao Afeganistão ou a ataques ao Iraque soaria muito patriota e pouco interessante, por isso a solução dada pelos irmãos Russo foi tão brilhante, o longa não se foca em uma trama internacional tola, ela se volta para a SHIELD (e em tempos de espionagem, por que não desconstruir a imagem de uma entidade segura e mostrar que em todas as organizações existem as pessoas corruptas?).

Deixando um pouco de falar do roteiro, que em minha opinião foi um dos mais interessantes da Marvel no cinema, competindo talvez com Homem de Ferro (que era um pouco mais maduro em relação ao armamento), o longa tem várias vantagens: é o único que soube trabalhar bem a Viúva Negra (Scarlett Johansson) e que conseguiu inserir um personagem sem parecer algo muito forçado, afinal o Falcão de Anthony Mackie se insere quase naturalmente na trama.

Em relação ao que o filme representa ao Universo Marvel, creio que de todos feitos após Vingadores, este é o que mais mudou o status quo daquele universo, com consequências que acabaram atingindo desde do Nick Fury (Samuel L Jackson) até a série Agentes da Shield, isso só para exemplificar sua importância, a abertura para uma volta do Bucky (Sebastian Stan) e de novos personagens como Doutor Estranho e os irmãos Feiticeira Escarlate e Mercúrio servem para exemplificar mais o que eu digo.

Agora que elogiei bastante o longa aqui vão algumas críticas, em especial à ausência de outros personagens do Universo Marvel – afinal, onde estava o Hulk, Thor, Homem de Ferro e especial o Gavião Arqueiro durante o rolo todo? Além disso, qual a motivação do personagem do Robert Redford? Se ele tivesse uma ligação com o Caveira Vermelha ou mesmo se fosse o vilão, creio que teríamos uma trama melhor. Mas creio eu que esse são pequenos detalhes que não atrapalham em nada o resultado final. Agora só nos resta esperar por Guardiões da Galáxia e depois Vingadores 2.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 29 de abril de 2014
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PASTEL DELIVERY

Nota do pasteleiro: /5

PASTEL DELIVERY – Banshee (2° temporada)

Banshee é minha série de ação preferida. Nós temos um protagonista misterioso, que de certa forma lembra um pouco o personagem do “Homem sem nome” (que fez sucesso com Leone), que além de ser extremamente esperto, catador e “bad-ass”, Lucas Hood (Antony Starr) consegue ser todo o centro da atenção de toda a cidade e ser o cara que faz a trama girar. Porém, a atenção da trama não fica somente com ele, o antagonista Kai Proctor (Ulrich Thomsen) tem um dos melhores plots do mundo das série, afinal quem iria pensar em um mafioso amish?

Essa segunda temporada volta a acompanhar Lucas Hood, o criminoso que se fingiu de xerife numa cidade pequena para poder fugir de um poderoso mafioso, e reencontrar a mulher que foi o amor da sua vida. Nessa retomada a cidade de Banshee, Lucas tem de lidar com as consequências do final da primeira temporada, quando o mafioso Rabbit (Ben Cross) tentou armar uma emboscada na cidade e acabou sendo quase morto pela trupe do xerife Hood.

O que senti nessa temporada foi que ela serviu para fechar os pontos em aberto da primeira, já que deixou várias lacunas e a cada episódio parecia uma necessidade de se resolver algo, e surgir algo, ou foi a situação com a tribo, ou sobre o filho do Hood original, que teve um dos melhores desfechos da série e por fim o fechamento da trama de Rabbit e Carrie (Ivana Milicevic).

Como a série foi renovada para mais uma temporada e teve um bom gancho, creio que teremos a entrada de novos personagens, além do desenvolvimento de tramas bem mais violentas. Espero que a série não foque demais em cenas forçadas de ação e evolua mais para o lado do passado do nosso protagonista misterioso.

Quem é fã da série pode curtir ver o site http://www.welcometobanshee.com/ que tem diversos vídeos que contam o passado dos personagens.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 25 de abril de 2014
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PASTEL DELIVERY

Nota do pasteleiro: /5

PASTEL DELIVERY – Walking Dead (4° temporada)

Essa temporada de Walking Dead começou dando continuação a saga da prisão, mostrando de um lado o grupo do Rick (Andrew Lincoln), tentando sobreviver a prisão, após a fuga do governador (David Morrissey). No início, como em todo o início de temporada da série, o ritmo foi arrastado, com pouca coisa acontecendo, de destaque, embora vale mencionar a doença que se alastrou na prisão e terminou com o afastamento de Carol (Melissa McBride), além do final do primeiro arco no qual finalmente tivemos o desfecho do Governador e a morte do Hershell (Scott Wilson). O segundo momento da série novamente começou arrastado e explorando mais a ligação dos personagens entre si, o amor da Maggi (Lauren Cohan) e Glen (Steven Yeun), o lado doce do Daryl (Norman Reedus) isso só para citar alguns momentos mais mornos, porém tivemos cenas tensas como toda a história das irmãs (uma muito pura e outra uma psicopata), a tentativa de estupro do Carl (Chandler Riggs) e a liberação da raiva do Rick, mostrando que ele pode ser “porra louca” também.

Bem, considerando o todo, essa temporada foi bem melhor que a segunda, que foi a pior de todas para mim, e conseguiu chegar no mesmo nível da terceira, que é bem mais ou menos. Aos mais fãs da série que falam que tenho de entender que a série não é sobre zumbis (mas sim sobre as pessoas e suas relações), deixo claro que tento entender isso, porém mesmo assim o roteiro é fraco, com muitas cenas piegas, existindo uma necessidade de cada vez mais inserir personagens super-fodões que acabam deixando a série com um tom que beira filmes B, mas bate na trave por conta do drama todo.

Eu creio que o que falta a Walking Dead não são personagens bons, afinal eles tem vários, mas sim uma história interessante. Parece que os produtores tem uma pressa em chegar em algum lugar e depois que chegam querem logo que acabe para irem a outro, e isso cansa. A saga do Governador foi toda assim, parecia que sempre tinha de ser levada a outro estágio e mais outro, e no final acabou se tornando uma decepção, pelo menos para mim. Espero mesmo que na próxima temporada o povo de Terminus seja mais interessante que o pessoal da Fazenda ou de Woodbury e que não seja necessário matar um personagem importante para que a série chame a atenção.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 24 de abril de 2014
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Safety Not Guaranteed (2012) por Daniel Guerra

Segundo item da nossa pequena série de filmes (quase desconhecidos) sobre viagens no tempo, Safety Not Guaranteed é uma pequena produção americana que mistura comédia e drama de maneira simples e sem rodeios ou firulas cinematográficas e elenco pouco conhecido. O filme começa com a estagiária de uma revista, Darius Britt (Aubrey Plaza), que parte para uma cidadezinha do interior com mais dois colegas de trabalho em busca de descobrir o autor de um anúncio de jornal. O anúncio inusitado procura alguém disposto a participar de uma viagem no tempo com segurança não garantida.


O filme tem um elenco afinado e momentos divertidíssimos, principalmente quando entram em cena os dois colegas de trabalho de Darius, Jeff e Arnau (Jake M. Johnson e Karan Soni). Com o decorrer do filme, nota-se que a viagem do tempo torna-se secundária pois perde espaço para a interação entre os personagens, resultando na sintonia que torna o filme atraente.

Curiosidades: O filme é baseado numa história verídica de um anúncio que foi realmente veiculado num jornal. Segue texto:

“PROCURA-SE: Alguém para voltar no tempo comigo. Isto não é uma piada. P.O. Box 322, Oakview, CA 93022. Você será pago depois de voltarmos. Precisa trazer suas próprias armas. A segurança não é garantida. Eu fiz isso apenas uma vez.”

O diretor Colin Trevorrow já foi escalado para dirigir a quarta produção baseada no mundo de Jurassic Park. Pouco se sabe ainda sob o longa que deve contar com Steven Spielberg como produtor.

Escrito por Daniel Guerra

Postado por: Fábio Campos
Frito em 23 de abril de 2014
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Frequent asked questions about time travel (2009)

Olá pessoal! A partir desse post dou início a uma série de 3 partes com comentários sobre filmes de ficção científica. Mais especificamente, viagens no tempo.

O primeiro item da série é uma produção inglesa de baixo orçamento, com poucos efeitos especiais, mas com um roteiro bem escrito, e que a princípio seria destinada à televisão. Frequent Asked Questions About Time Travel se trata de uma comédia no melhor estilo britânico recheada de referências a Star Wars/Trek, Firefly, entre outros, e conta a história de 3 amigos que se encontram num pub, onde descobrem uma fenda temporal no banheiro que os fazem viajar para o futuro.


Nessas viagens descobrem que existe uma organização de fiscais do tempo que corrigem acontecimentos que podem atrapalhar o bom andamento da história. o filme vale por ser bastante didático em relação às leis que regem a postura dos viajantes do tempo, como o Paradoxo do Avô, mantendo o filme num tom leve e sem muitas complicações que possam atrapalhar a compreensão do assunto. No elenco destacam-se Chris O’Dowd (The IT Crowd) e Anna Faris (Todo Mundo em Pânico).

Escrito por Daniel Guerra

Postado por: Fábio Campos
Frito em 22 de abril de 2014
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – De repente Pai (2013)

Vince Vaughn já tentou se arriscar com comédias românticas (apesar de não ter perfil disso). Tentou com terror na péssima refilmagem de “Psicose”, mas no final acabou ficando na comédia, terreno que ele domina um pouco mais, mas que não é muito bom também.

De repente pai” tem uma formula que é muito usa pelo nosso amigo Adam Sandler, ou seja, cara babaca que sofre uma reviravolta e acaba se tornando uma pessoa melhor. Nesse caso o contexto é de um cara chamado David (Vince Vaughn) que descobre que as suas doações para banco de esperma acabaram gerando muitos e muitos filhos, ciente da informação e ainda descobrindo que sua namorada está gravida ele acaba tendo de encarar a responsabilidade.

Talvez pelo filme não ter o Sandler no elenco, ele não ficou tão ruim. A trama é bem clichê, mas tem alguns momentos que emocionam, e outros que sabem lidar bem com a comédia. Tá certo que todo o enredo é bem viajado, mas não deixa de ser engraçado em certos momentos. Acho que daqui alguns anos, poderemos ver ele passando em uma Sessão da Tarde.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 19 de abril de 2014
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Nota do pasteleiro: /5

PASTEL DELIVERY – The IT Crowd (2006…)

Olá pessoal, a dica de hoje vai para quem procura risadas fáceis. The IT Crowd, uma premiada sitcom britânica que com certeza não desaponta. Como o título já entrega foca no dia a dia de trabalho de uma equipe de TI de uma fictícia empresa britânica, as indústrias Reinholm.

A série comelça com a chegada de uma nova funcionária, Jen Barber (Katherine Parkinson), que consegue ser aprovada numa entrevista de emprego, sendo direcionada para trabalhar no departamento de suporte técnico de informática de uma grande companhia mesmo sem entender bulhufas do assunto, graças às inverdades que dispara e lhe qualificam para o cargo. Lá encontrando as duas figuras que são o motor da série, Roy (Chris O’Dowd), e Maurice Moss (Richard Ayoade), dois nerds/freaks/losers de carteirinha, experts em TI mas incapazes de apagar um simples incêndio ou matar uma aranha. A sinergia entre os três personagens principais e personagens coadjuvantes como o Richmond (Noel Fielding) rende boas gargalhadas.

Outro ponto forte da série é o personagem Denholm Reynholm (Chris Morris, ótimo!), dono da Reinholm Industries. Louco, narcisista, e autor de alguns dos melhores momentos da sitcom. The IT Crowd teve início em 2006 e já segue na sua 5a. temporada.

Escrito por Daniel Guerra

Postado por: Fábio Campos
Frito em 17 de abril de 2014
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – O grande herói (2013)

O grande herói é aquele típico filme feito para vender os EUA como um país que se preocupa com os outros países e que tem os melhores soldados, mais honestos e decentes. Tirando toda esse drama patriótico, o filme tem uma trama muito interessante por ser baseada em fatos reais. Não tem como não se emocionar. A história conta como um grupo de soldados acaba cercado por um grupo de soldados talibãs em pleno Afeganistão. Com nomes conhecidos como Ben Foster, Taylor Kitsch, Emile Hirsch, Eric Bana e Mark Wahlberg, o longa é dirigido por Peter Berg, que alguns já conhecem pelo péssimo “Battleship”, outro grande exemplo de filme que quase faz um juramento a bandeira americana. Assisti esperando ver um monte de babaquices patriotas, com um drama mais leve e muita ação, mas me surpreendi com uma história que focou mais na irmandade dos personagens e em suas vidas do que na ação em si.

Uma pena que o papel principal tenha caído no colo do ex-rapper Mark Mark, ou como agora é conhecido e ‘Mark Wahlberg’, que apesar de funcionar como personagem bruto não consegue emocionar, parecendo que irá socar a cara de alguém em todas as suas cenas. Se você está em busca de um filme de ação diferente, talvez goste de “O grande herói”, que sofre dos seus tiques patrióticos, mas não se deixa esconder atrás disso, mantendo cenas de emocionar os mais desavisados..


Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 16 de abril de 2014
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Black Block (2011)

O movimento dos “black bloc” ganhou destaque na mídia devido as suas manifestações que se espalharam por todo mundo. Isto surgiu, assim como é possível ler na Wikipedia “..surgiu na Alemanha, nos anos 1980, como tática utilizada por autonomistas e anarquistas para a defender os squats (ocupações) contra a ação da polícia e os ataques de grupos neonazistas”.

O documentário não mostra o lado violento da organização, mas sim quando eles sofreram a reação mais violenta da policia: o incidente que aconteceu em Genova, quando a policia invadiu uma escola em que estavam além de membros da imprensa, diversos partidários do movimento. O resultado foi muito abuso policial e diversas pessoas feridas.

Durante todo o documentário é possível acompanhar os depoimentos do envolvidos, nesse caso só dos membros do movimento, que contam o que aconteceu e como foi aquela noite.

Eu achei o documentário interessante, por abordar um tema tão importante como a violência policial que vira e mexe e se torna a pauta para muitas matérias de jornais e revistas, na qual o abuso é incentivado por alguns e condenado por outros. Com certeza ele serve como um referencial para quem quer entender um pouco mais sobre o assunto.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 15 de abril de 2014
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