pingando óleo

Nota do pasteleiro: /5

PINGANDO ÓLEO – Se beber não case 3 (2013)

Não esperava algo novo de um filme que na sua segunda parte, conseguiu praticamente repetir a história em um cenário diferente. Essa terceira tentativa de emplacar o trio de amigos, acabou sendo mais um tiro no pé, que veio desta vez enterrar a franquia.

O terceiro filme dá mais ênfase ao personagem Mr. Chow (Ken Jeong) que praticamente se torna o protagonista do filme. O segundo com mais potencial no filme é Zach Galifianakis, sempre brilhante, desta vez interpretando o lunático Alan. O Ed Helms mostra novamente sua falta de carisma, situação que o queimou em “The Office”, já Bradley Cooper está tão fora de sintonia do resto do elenco, que parece está fazendo uma participação especial no filme.

Em resumo, a sinopse do filme é praticamente a mesma dos outros longas da franquia, no qual se cria uma situação em que o trio de amigos tem de passar por situações bizarras. Neste caso a trama não tem nada a ver com despedida de solteiro de algum dos personagens.


Fica então a dica de um filme que não tem nada de original e só vai agradar quem assistiu e é fã dos outros da franquia, por que se você não assistiu a nenhum e nem outro vai acabar gastando grana com uma comédia que abusa do humor negro e de piadas que perderam a graça.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 28 de junho de 2013
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Agora é para sempre (2012)

Tem filmes que não tem outra função a não ser nos fazer chorar. Esse é o caso de “Agora é para sempre”, pelo menos foi o que o diretor Ol Parker tentou fazer. É uma pena que ele não conseguiu e acabou entregando uma trama mais madura e menos sentimental sobre uma jovem que tem de encarar a morte.

O longa já começa com a protagonista Tessa (Dakota Fanning) tentando encarar a sua morte da forma mais indiferente possível, ela não tenta emocionar ninguém, nem tenta ser forte, parece a todo o momento que ela se sente um produto com validade para vencer e que não tenta ir contra isso. Apenas aceita a situação e é indiferente a tudo e a todos.

O apego a vida, um sentimento que esperamos acontecer desde o inicio do filme, só começa a tomar força após o momento que ela conhece um possível par romântico e percebe a sua vulnerabilidade. Apesar de ser maduro o filme no início fica insosso e o drama que só toma forma mais sentimental no final, não dá tempo o suficiente para que se gere uma empatia pela protagonista.


É complicado analisar a postura de alguém nessa situação, porém, a aposta de tentar ver um comportamento diferente em relação ao contexto da própria vida é interessante. Uma pena que no final a preocupação em fazer chorar venceu a ousadia.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 27 de junho de 2013
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – O som ao redor (2012)

Estranho quando assisto a um filme tão pouco divulgado e depois descubro que ele é muito premiado e entrou até em uma lista dos melhores do ano passado. Se não bastasse isso, eu ainda descubro que o longa é nacional, o que me deixa, na minha categoria de cinéfilo, ainda mais frustrado.

A história, que muito boa por sinal, conta sobre um grupo de pessoas que moram em um bairro de classe média no Recife. Tendo que conviver com constantes crimes eles contratam uma equipe de seguranças para vigiar a região, em meio a tudo isso nós vamos conhecendo as pessoas que moram por ali e sabendo um pouco da história de cada um.

No elenco de destacam três personagens: Clodoaldo (Irandhir Santos) que faz parte do núcleo dos seguranças, João (Gustavo Jahn) que é praticamente o protagonista do filme e que de certo modo nos apresenta o bairro, e por fim Bia (Maeve Jinkings) que interpreta uma dona de casa frustrada.

Se você quer fugir de filmes nacionais que só se baseiam em programas da Globo, ou mesmo naqueles com favela, fica uma ótima dica. Com certeza um dos melhores nacionais que vi ano passado e dá um banho em vários filmes que foram mais divulgados.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 26 de junho de 2013
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PASTEL DELIVERY

Nota do pasteleiro: /5

PASTEL DELIVERY – Hannibal (1º temporada)

Hannibal para mim foi a melhor estreia entre as séries. Com uma trama que fugiu do lugar comum e resolveu se arriscar, a séria coloca um policial com um poder de dedução que beira o paranormal, e um Hannibal Lector (Mads Mikkelsen) construído ao poucos como o protagonista de série.

Isso deu um corpo a série e nessa situação só tenho pena não ter feito tanto sucesso. Talvez o horário ingrato tenha prejudicado, afinal, ela foi uma das mais baixadas ano passado, o que mostrou que a audiência estava interessada, só não assistia pela televisão.

Eu particularmente adorei o plantel de criminosos que passaram pela série, foram vários psicopatas interessantes. A começar pelo sádico Garret Jacob Hobbs (Vladimir Jon Cubrt) que foi o fio condutor da trama, até os mais descartáveis, como o cara que deixava as pessoas em coma para enterrar e plantar cogumelos em cima.

Devo destacar ainda a ótima escolha do elenco. Hugh Dancy está ótimo como Will Graham, ele conseguiu me fazer esquecer um pouco aquele perfil de policial coxinha que Edward Norton tinha passado no filme. Mads Mikkelsen é um caso a parte, além de ser um ator muito bom e versátil, a sua aparência tem uma propriedade que demonstra que ele é perigoso. Caroline Dhavernas (Alana) e Laurence Fishburne (Jack Crawford) são outros que souberam entregar boas atuações.

A minha única crítica fica por conta do ritmo da série, que assim como várias outras que tem solução de crimes, resolve tudo muito rápido, ou seja, em um só episódio se descobre o culpado e o prende. A única exceção fica por conta do caso principal da trama, que demorou a se desenvolver. Mas isso é pouco se formos olhar em um panorama geral, pois essa primeira temporada teve um dos finais mais emblemáticos entre as novas séries.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 25 de junho de 2013
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Sete Psicopatas e um Shih Tzu (2012)

Existem alguns filmes que começam com uma história muito boa e vai se desenvolvendo de forma brilhante, mas chega um momento em que se perde e acaba virando uma história confusa que não parece nada com o que foi prometido. Essa foi minha experiência ao assistir “Sete Psicopatas e um Shih Tzu”.

Eu gostei muito do inicio do filme, achei bem interessante prometendo uma linha meio Tarantino para contar a história, personagens bizarros e “cools” além de um roteiro ágil e bem desenvolvido. Porém o que vi foi um jogo de bons atores trabalhando em uma trama que começa interessante e termina sem pé nem cabeça.

Vale destacar somente as boas atuações do trio principal: Colin Farrell, Christopher Walken e Sam Rockwell que estão muito legais com suas neuroses e problemas. O que estraga é a trama perdida que os cerca, em certos momentos você não consegue entender nada do que está acusando, tamanho o acumulo de absurdos que a história produz.

Fica como opção para quem curte uma boa história sem sentido, com muita violência e pequenas doses de comédias, mas, é aquele tipo de humor que você tem que se esforçar para achar a graça.

Escrito Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 19 de junho de 2013
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – A pequena loja de suicídios (2012)

Bizarra, é uma das animações mais estranhas que já vi. Totalmente voltada para o público adulto, assim é “A pequena loja de suicídios”.

Com uma a trama que é toda calcada numa família que se assemelha muito aos “Addams”,por gerações, mantinham um negócio que prospera vendendo ferramentas para que as pessoas queiram se matar.

Nessa família desajustada, o nascimento de um filho que é extremamente feliz e otimista, aos poucos se torna um caminho para transformar a rotina de todos.

Eu particularmente adorei a animação. Achei, dentro do que se propôs, muito boa e em certos momentos seu humor negro é muito forte e choca, mas acho que em nenhum momento isso é gratuito, tudo é feito para vender a ideia de infelicidade das pessoas.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 18 de junho de 2013
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Revolução em Dagenham (2010)

Revolução em Dagenham é um daqueles filmes que a história exala. Nesse caso, trata-se de uma importante passagem dos direitos das mulheres, aqui representadas pelas costureiras de uma fábrica da Ford na Inglaterra, que com uma greve conseguem fazer uma conquista enorme para as trabalhadoras de todo o país e depois para o mundo.

O elenco do longa não tem muitos rostos conhecidos, e a trama apesar de histórica, também sabe desenvolver alguns dramas pessoais, como o da esposa que tem o marido problemático. Ou da personagem principal que tem um marido que a apoia, mas que se sente abandonado pela esposa.

Também é interessante perceber o lado politico que é mostrado no filme, através de Barbara Castle (Miranda Richardson) que dá um tom meio “Dama de Ferro” ao seu personagem.

No final, o filme é uma boa alternativa para quem gosta de filmes baseados em histórias reais, em especial, se eles trazem um conteúdo interessante.

Não vale tanto a pena em termos de roteiro, sendo por diversos momentos bem arrastado, mas, serve para quem busca conhecer um pouco mais sobre o surgimento dos direitos femininos e como funcionavam os sindicatos.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 17 de junho de 2013
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Mama (2012)

Com uma atmosfera assustadora “Mama” é uma aposta no terror fácil, aquele cheio de sustos e com uma boa história. O elenco conta com o príncipe Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) da série Game of Thrones e a indicada ao Oscar Jessica Chastain.

Na trama somos apresentados a duas garotas que ficaram sozinhas por anos em uma cabana. Resgatadas pelo tio, ele e sua namorada resolvem cuidar delas, porém, o que eles não sabem, é que junto com elas veio algo mais.

O longa é muito interessante, possui cenas “sustos” espalhadas pela história e em especial na parte que são mostradas as garotas na cabana. O visual do fantasma também é outro ponto a se destacar.

Se o filme tem um elenco bom e um roteiro interessante, então ele é um bom longa de terror? Bem, aí que a coisa se complica. O terror lá pelas tantas acaba pendendo para o lado da fantasia e o fantasma assustador acaba ganhando uma proporção de alma sofrida e incompreendida tão grande, que ele tem até uma versão boazinha quando fica calmo.

Se você é fã de terror vale a pena por algumas cenas, agora se espera uma grande história, melhor não criar muitas esperanças em “Mama”.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 15 de junho de 2013
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Samurai X (2012)

Samurai X sempre foi um daqueles animes que eu queria assistir, mas nunca conseguia. Vez ou outra acabava assistindo um episódio, mas sempre gostei da linguagem e da história.

No ano passado saiu o filme, que pelo trailer, parecia ser além de fiel a história, não ter aquela repaginada clássica que os americanos fazem, na qual trocam todo o elenco e esperam que a gente engula.

A trama, para quem não assistiu ao desenho – e aviso desde já que não é necessário assisti-lo para entender – apresenta a Kenshin Himura (Takeru Satô) um andarilho, que outrora foi um dos maiores assassinos do Japão. Perseguido por seu passado, ele resolveu passar uma borracha na sua vida e ter um recomeço prometendo nunca mais matar; cercado por um mundo de violência ele acaba se envolvendo em situações e sua promessa é coloca a prova.

Eu particularmente adorei o filme, achei que ele ficou raso na construção de alguns personagens e por vezes faltou se aprofundar mais no motivo das atitudes de cada um, mas, mesmo assim valeu a pena.

As lutas são muito boas, e com coreografias interessantes, sem contar que o visual dos personagens foi bem fiel ao anime. Talvez o filme não tenha agradado aos fãs mais xiitas, mas com certeza valeu a pena para mim, um fã de cinema comum.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 14 de junho de 2013
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PASTEL DELIVERY

Nota do pasteleiro: /5

PASTEL DELIVERY – Game of Thrones (3° Temporada)

E acaba mais uma temporada de Game of Thrones. Mais uma vez somos deixados para trás com situações em que ficamos de boca aberta, olhando para a tela e desejando a morte do rei Joffrey (Jack Gleeson) e tentando engolir o que aconteceu no episódio nove. Sei que a maioria de vocês deve ter lido resenhas e mais resenhas sobre essa final de temporada, então resolvi mostrar um pouco de como ficou cada uma das “famílias da série” e se saíram fortalecidos ou enfraquecidos após esse final de temporada.

FORTALECIDOS

Lannister: A atual casa mais poderosa de Westeros. Com certeza lorde Twin (Charles Dance) conseguiu fazer ótimas alianças, boto nessa conta a aliança com os Frey e os Bolton, e os casamentos arranjados da Cersei (Lena Headey) e do Tyron (Peter Dinklage). O único e maior revés da família foi a infelicidade que aconteceu com o regicida Jaime (Nikolaj Coster-Waldau), porém temos que concordar que isso foi bem pouco a se pagar, para o que eles conquistaram. Aqui podemos colocar como destaque Jaime e o pai com as melhores cenas, em especial a que humaniza um pouco o arrogante Regicida, em que ele conta um pouco sobre o fardo de ter matado o rei louco, e as razões para fazê-lo.

Tyrell: Até agora os Tyrell tem aparecido pouco e apresentado poucos membros, porém nessa temporada a Rainha dos Espinhos (Diana Rigg), foi uma das grandes adições da temporada e com certeza colocou mais pilha no jogo dos tronos, a sua neta Margaery (Natalie Dormer) é outra que puxou a avó e está sabendo usar a sedução para controlar o impetuoso Joffrey. O ponto fraco da família é o vaidoso Loras (Finn Jones) que desde a morte do seu amor na temporada passada, só tem servido para cenas caricatas.

Targaryen: Representada por Daenerys Targaryen (Emilia Clarke), afinal o mestre Aemon (Peter Vaughan) não conta né? A mãe dos dragões foi a que entregou as melhores cenas da temporada, e a que teve o arco mais agitado, não foram poucos os momentos que nos deixou arrepiado com seus discursos inflamados e suas atitudes dignas de uma rainha. O que ficou evidente aqui é que Sor Jorah (Iain Glen) perdeu um pouco seu papel de mentor e agora divide essa função com Barristan Selmy (Ian McElhinney) que parecem não ser bons amigos. A entrada de um possível novo interesse romântico para a rainha dos dragões promete agitar a próxima temporada.

Bolton e Frey: A dupla de conspiradores do Casamento Vermelho, de pouco em pouco roubaram a cena. Além de quebrarem as tradições ao matar os convidados ainda mostraram frieza e falta de respeito em profanar o corpo do antigo rei do Norte para fazer pouco dele. Na casa Bolton ainda tivemos a sessão de “Jogos Mortais” realizada por Ramsay Snow (Iwan Rheon) com Theon Greyjoy (Alfie Allen)

NA MESMA

Baratheon (Stannis): Stannis Baratheon (Stephen Dillane) foi o grande perdedor da segunda temporada. Junto com Davos (Liam Cunningham) e Melisandre (Carice van Houten) nessa temporada acabaram batendo cabeça e tentaram novamente através do Senhor da Luz conseguir alguma vantagem na conquista dos tronos. Apesar dos altos planos o sentimento geral é que ele não conquistou nada e ainda ficamos conhecendo sua família que parece toda desestruturada.

Greyjoy: Tirando o infeliz destino do Theon, que comentamos lá em cima, não vimos muita ação dessa família, tirando a preocupação da sua irmã Yara Greyjoy (Gemma Whelan) com ele no final da temporada, não vimos muita ação partindo daqui, dos candidatos a rei, Balon (Patrick Malahide) foi o que menos apareceu e o menos relevante na disputa.

ENFRAQUECIDOS

Tully: Se fossemos só analisar o lado da família pelo ponto de vista da Lysa (Kate Dickie) teríamos poucas mudanças, mas pensando através da Cat (Michelle Fairley), Edmure (Tobias Menzies) e Peixe Negro (Clive Russell) vemos que eles perderam muito, o patriarca morreu, o jovem irmão da Cat fez manobras de guerra idiotas que atrapalharam o exercito de Robb, a única boa adesão foi o Peixe Negro, que parece ser um personagem com futuro na série, veremos para onde isso vai.

Patrulha da Noite: E lá se foi Comandante Mormont (James Cosmo). Se com ele a patrulha da noite já era fraca, sem ele ficou ainda pior. Não bastasse isso, o ataque dos selvagens e dos Outros deixou tudo ainda pior, são situações que só pioram a fase da já reduzida Patrulha, que ainda teve um Jon Snow (Kit Harington) dividido entre o amor da Ygritte (Rose Leslie) e o seu dever. O grande personagem no final acabou sendo mesmo com o Sam (John Bradley) que descobriu na sorte como matar os Caminhantes Brancos, coisa que pode fazer diferença no futuro.

Stark: E chegamos aos maiores perdedores da temporada, se no ano passado Stannis se saiu mal após sua empreitada contra Porto Real, agora foi à vez do jovem Robb (Richard Madden) descobrir que não deve se mexer com os Lannisters. A cena do casamento vermelho foi de cortar o coração com o primogênito do Ned (Sean Bean),sendo traído e vendo o amor da sua vida morrer na sua frente, e ainda descobrir que ela estava grávida, uma cena de pura alegria em qualquer conto de fadas, mas não para o Papai Noel do mal George R. Martin. A morte da matriarca Cat (Michelle Fairley) também foi uma cena dolorosa para todos e deixou muita gente revoltada com a série. Não bastasse isso ainda tivemos que assistir a jovem Arya (Maisie Williams) sendo sequestrada e depois assistindo a destruição da sua família, além disso a Sansa (Sophie Turner) também sofreu um casamento forçado com o anão Tyron, uma situação de pura infelicidade para alguém como ela que desejava um príncipe encantado. O único membro da família que ficou na mesma foi o jovem Bran (Isaac Hempstead Wright) que junto com seu irmãozinho partiu para uma missão espiritual que promete se bastante promissora.

Agora só nos resta esperar a quarta temporada e descobrir se essa maré de infelicidade que paira sobre os Stark irá mesmo continuar ou teremos um dos finais mais infelizes da série. Eu já li os livros e sei que tem muita coisa para acontecer, mas gosto de saber que a série pode sempre me surpreender.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 13 de junho de 2013
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