fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Hotel Transilvânia (2012)

Esse foi o ano em que as animações infantis apostaram no terror como tema. Se tivemos os bons Frankenweenie e ParaNorman, também tivemos o fraco “Hotel Transilvânia”, que com uma pegada bem infantil e um roteiro bem fraquinho, mas em alguns momentos simpáticos.

No longa somos apresentados a Drácula (Adam Sandler), um pai possessivo que quer de todas as formas evitar o contato da sua filha Mavis (Selena Gomez) com o mundo exterior e em especial com os humanos. Para isso ele constrói um hotel em uma parte isolada do mundo e cria várias barreiras para que seja evitado por todos os humanos.

Claro que um humano vai entrar nesse paraíso de monstros! E é obvio que a filha do Drácula vai se apaixonar por ele.
E também fica na cara que ele não vai gostar disso e depois aceitar e depois eles vão ficar juntos no final.

Contei o filme? Nossa, que original, não é? Então a única graça fica por conta de seus coadjuvantes e suas versões deturpadas, como o lobisomem pai de família, a múmia, o homem invisível e o Frankenstein.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 30 de março de 2013
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – O Espetacular Homem-Aranha (2012)

Não sou fã do “Homem-Aranha”. Gosto de algumas histórias dele, mas nunca foi meu herói favorito. talvez por isso eu tenha demorado tanto para ver esse último filme do aracnídeo.

Além desse meu desinteresse pelo longa, ainda soma-se a isso as críticas negativas que vários blogs e sites especializados fizeram ao filme, questionando as atuações, o roteiro e a diferença com os quadrinhos.

Na trama, como todos já conhecem, somos apresentados ao jovem Peter Parker, dessa vez interpretado pelo juvenil trintão Andrew Garfield. Aqui novamente somos levados a acompanhar sua formação de herói e seu relacionamento com seu Tio Ben (Martin Sheen) e sua tia May (Sally Field); o único diferencial é a aparição dos pais do Peter, que de certa forma são um dos pilares da história, envolvendo o Dr. Curt Connors (Rhys Ifans) e a origem da aranha modificada. No elenco ainda temos as adições da bela Emma Stone interpretando a determinada Gwen Stacy e Denis Leary no papel do Capitão Stacy, ambos figuras marcantes nos quadrinhos que deixaram marcas profundas na personalidade do herói.

Eu particularmente achei o filme uma boa diversão, melhor até do que Thor, por exemplo. Acho que seu maior problema é contar uma história muito recente na mente das pessoas. Seria melhor se tivesse sido lançado alguns anos para frente. Além disso, o vilão Lagarto não tem muito carisma e fica praticamente durante toda a história em segundo plano.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 29 de março de 2013
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pingando óleo

Nota do pasteleiro: /5

PINGANDO ÓLEO – Vai que da certo (2013)

O gênero de comédia é um dos filões do cinema nacional. Nesses últimos anos, tivemos vários que chamaram a atenção como “O homem do futuro”, “Se eu fosse você”, “Muita Calma Nessa Hora”, “Cilada”, “De Pernas pro Ar”, “Até que a sorte nos separe” e “Os penetras”. Em comum, todos têm a presença de comediantes que vieram de programas de sucesso da Globo, MTV e Band.

Em “Vai que dá certo”, o que temos são vários comediantes da vez, basicamente da série “Porta dos Fundos” como Fábio Porchat e Gregório Duvivier, em uma trama focada no grupo de amigos que estão na pior e resolvem fazer um plano para um assalto.

Eu dei algumas risadas durante o longa, e talvez por assistir muito “Porta dos Fundos”, me pareceu que o filme é praticamente um longa da web série. As piadas são bem colocadas e o elenco está muito entrosado: enquanto o Danton Mello é o que dá carga dramática, o resto do elenco só serve para nos fazer rir, com exceção da Natália Lage que está ali puramente como personagem “gostosa” da história.

O que faltou mesmo foi um desenvolvimento a mais na história e em todos os personagens. A trama é toda descompromissada e parece em alguns momentos que é uma conversa de amigos numa roda de bar.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 25 de março de 2013
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PASTEL DELIVERY

Nota do pasteleiro: /5

PASTEL DELIVERY- Banshee – 1° temporada

Banshee estreou sem muito estardalhaço, com uma história sobre roubo de identidade e com um protagonista carismático. A série logo de cara prometeu e cumpriu ao longo de sua temporada: muitas cenas de ação, sexo e violência, lembrando e muito os filmes do Tarantino.

Ao longo dessa primeira temporada, o que não faltou em Banshee foram “plots”, tivemos o maior que tratava do triângulo entre Ana/Carrie (Ivana Milicevic), Lucas Hood (Antony Starr) e o Mr.Rabbit (Ben Cross). Porém isso não impediu que ainda tivéssemos a inserção de tramas com o mafioso local Kai Proctor (Ulrich Thomsen), com os filhos e maridos de Ana, com o chefe índio do cassino e ainda com o departamento de polícia da cidade – e também com os coadjuvantes Sugar (Frankie Faison) e Job (Hoon Lee).

Com um dedo de Alan Ball (True Blood) na série, era de se esperar que alguns exageros fossem inseridos na história, e aí que Banshee tem seu ponto fraco: seu roteiro e sua continuidade. Em um episódio o xerife apanha tanto que mal pode parar em pé, no episódio seguinte ele está inteiro e sem marcas, além do que a explicação para sua fenomenal capacidade de brigar é quase uma versão masculina de “Kill Bill”.

No geral a série é muito boa, as cenas de ação valem a falta de enredo, e alguns personagens como Job, Kai e o próprio Lucas (que é o macho alfa da série), se destacam tanto que você até engole essas falhas.

Para os marmanjos de plantão: vocês podem curtir o desfile de mulheres lindas que aparecem completamente nuas em cena.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 22 de março de 2013
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pingando óleo

Nota do pasteleiro: /5

PINGANDO ÓLEO – Oz, Mágico e Poderoso (2012)

Oz, Mágico e Poderoso” é um grande exemplo de filme da Disney: ele tem toda a magia, a doçura, personagens carismáticos e um grande elenco.

Recomendo, para quem não quer sair boiando durante o longa, que assista “O mágico de Oz”, que mostra muito sobre o futuro de alguns personagens – e talvez deixe o longa mais divertido. Eu mesmo, em diversos momentos, tentei me lembrar de quem era quem no clássico.

Em termos de história, somos apresentados a Oz (James Franco), um mágico fracassado, porém muito habilidoso, que após um furacão acaba caindo em uma terra encantada, aonde conhece seres mágicos e bruxas.

A direção do filme é feita por Sam Raimi, o que deixou o filme mais solto, colorido e com efeitos especiais na medida. Assisti a versão em 3D e não achei nada tão vital para valer um ingresso mais caro. No elenco, além do canastrão James Franco, ainda fazem parte o trio de belas Mila Kunis, Rachel Weisz e Michelle Williams, todas com atuação melhor que Franco, com destaque maior talvez para Kunis.

Eu recomendo o filme para quem quer passar uma tarde agradável no cinema, com uma história muito leve e divertida (típica do mundo da Disney), que com certeza deve agradar todo mundo, mas sem ser tão marcante quanto “Mágico de Oz”.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 18 de março de 2013
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Bem Vindo a Vida (2012)

Com uma história delicada e vários clichês, “Pessoas como nós” é um dos dramas mais interessantes de 2012. No elenco temos o agora arroz de festa Chris Pine, as belas Elizabeth Banks e Olivia Wilde e completando o trio feminino, Michelle Pfeiffer, com quem aparentemente o tempo não foi gentil.

Na história, um jovem rapaz rebelde e impulsivo volta para casa após a morte de seu pai. Chegando lá, além de lidar com seus traumas de infância, ele precisa enfrentar um segredo de família que muda a forma como ele encara sua relação com seu pai.

Eu gostei da história especialmente pela forma como os personagens são construídos. O final fica claro desde o inicio e não poderia ser diferente.

As atuações são muito boas e o longa emociona em vários momentos. Um destaque ainda para o garoto Michael Hall D’Addario, que está muito bem.

Fica como uma sugestão para quem quer uma historia que sabe trabalhar com o drama, comédia, e romancena medida certa.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 15 de março de 2013
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Nota do pasteleiro: /5

PINGANDO ÓLEO – O voo (2012)

Para mim, “O voo” foi uma das grandes faltas na categoria de melhores filmes do Oscar. O interessante do filme é que ficou mais conhecido pelo protagonista Denzel Washington, que de certa forma, rouba todas as cenas em que está presente.

Na trama, Denzel faz o papel do piloto Whip Whitaker, um homem que está a beira do abismo, alcoólatra e viciado em cocaína. Em uma das suas viagens, ele evita um acidente e salva centenas de pessoas, executando uma bizarra manobra. Após o acidente ele ganha o status de herói, porém, também passa a ser investigado por sua conduta, e as condições em que pilotou a aeronave.

Como disse, o filme é um excelente dramaa e consegue criar uma empatia com quem está assistindo e ao mesmo tempo em que odiamos Whip, temos medo que ele acabe se afundando mais em suas redes de mentiras. Essa dualidade do protagonista, acontece durante todo o longa e deixa a trama muito rica.

A minha única reclamação é o seu final, que poderia ser diferente dando uma carga mais coerente com o protagonista e não com a sociedade em que ele vive. Mas mesmo assim é um grande filme e vale a pena ser assistido.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 14 de março de 2013
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Nota do pasteleiro: /5

PINGANDO ÓLEO – No (2012)

Eu sou publicitário, trabalho nesta área há pelo menos seis anos e uma das coisas que sempre me fizeram me sentir mal é a importância da minha profissão para o consumo. Afinal, para muitas pessoas, o que eu faço é ligado ao supérfluo a mentira e a ilusão.

Após assistir “No” comecei a conquistar um respeito enorme pelo que faço, para quem não está entendo nada do que estou falando, vou destrinchar um pouco a longa desse filme, que foi indicado ao Oscar na categoria de melhor filme estrangeiro.

Na trama somos apresentados a René (Gael García Bernal), um publicitário escolhido para desenvolver a campanha contraria ao regime ditatorial do general Augusto Pinochet, que assolou o Chile por anos.

Com este argumento e o lado histórico do filme, podemos enxergar todos os percalços de um publicitário ao criar uma campanha e ainda temos um destaque ainda maior ao lado estratégico que envolve uma comunicação, afinal, sempre que pensamos em um anúncio de jornal ou um comercial de televisão, nós pensamos em quem fez o anúncio, mas não na estratégia da qual ele faz parte.

“No” é um filme fácil, e gostoso de acompanhar. Para quem gosta de publicidade e comunicação ou que está interessado no assunto, ele tem um lado social latente, que acompanha toda a trama, porém o seu lado história, diferente de Argo, é muito bem explorado. Talvez o motivo seja o protagonista, já que Gael García Bernal é muito mais ator do que Ben Aflleck.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 13 de março de 2013
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Frankweenie (2012)

A forma como uma criança encara é morte foi tema de duas animações muito boas. A primeira é o interessante “Paranorman”. A segunda é a nostálgica “Frankweennie”, esta, é dirigida e roteirizada por Tim Burton, que utiliza da animação para explorar um pouco a infância e também os filmes de horror clássicos.

A história é sobre Victor (Charlie Tahan), um menino solitário e sem muitos amigos, que adora seu cão Faísca, o garoto é um grande inventor e está sempre fazendo experiências estranhas com seu professor bizarro, Mr. Rzykruski (Martin Landau), um mentor.

Após um terrível acidente com seu cãozinho, ele resolveu trazer de volta seu bichinho utilizando de um método que todos que já leram ou viram algo com o mostro Frankenstien, conhecem.

Tim Burton poderia partir para dois lados ao contar esta história de amizade, o mais simples, é abusar de cenas de choro fácil, com uma trama melosa que segue o clássico manual dos filmes com cachorrinhos. Ou então, ele poderia inovar e criar uma trama diferente.

A sua escolha acabou sendo o meio termo, deixando o filme em alguns momentos, emocionante, mas, em grande parte, voltado para a aventura inserindo a cada momento, mais e mais personagens clássicos do cinema de terror.

Com certeza é uma boa opção para quem é fã do diretor. A trama possuí todas as características dos filmes dele. O seu início, porém, é muito pessoal e acaba complicando para o público mais infantil gostar e se envolver com a história.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 12 de março de 2013
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Detona Ralph (2012)

O maior problema da animação “Detona Ralph” é seu trailer, é o universo onde foi criado e a expectativa que criou nas pessoas. Explorando um mundo de vídeo games e com a possibilidade de criar um “Toy Story” digital, ele acaba frustrando aos adultos que vão ao cinema em busca de nostalgia.

Na trama, Ralph, dublado por John C Relly, está frustrado por ser sempre tratado tão mal pelos outros personagens do jogo em que ele é o vilão e decide buscar sua redenção tentando provar seu valor.

Com um enredo tão simples que já foi utilizado em Shrek, a trama de “Detona Ralph” é simples, e perfeita para agradar a crianças. Além do grandalhão Ralph, ainda temos a fofa Vanellope, que claramente está na história para agradar as meninas.

No geral “Detona Ralph” não é ruim, é simplesmente para o público infantil, que com certeza vai adorar os personagens. Os papais, titios, titias e mães vão ter que se contentar com as pequenas participações de personagens de games clássicos.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 11 de março de 2013
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