SUCOS DO RODRIGO

Nota do pasteleiro: /5

SUCOS DO RODRIGO – O poder da voz

Dentro do Heavy Metal existem dois sub generos que conversam sempre do Power Metal e o Gothic Metal. Nessa história uma das responsáveis pela força do estilo foi Tarja Turunen no periodo que era a voz a frente do Nightwish, uma banda que sabia perfeitamente alinhar música clássica, peso, pop, tristeza e uma leva doçura para contrabalancear.

Ao sair da do grupo muito foi questionado se Tarja conseguiria se manter forte no cenário, dúvida que se desfez rapidamente com o sucesso e nome até mais forte do que antes.

Para comprovar sua capacidade acima do palco chega às lojas Act 1, um belissimo disco ao vivo gravado na Argentina e repleto de boas musicas a começar pela introdução com a fortissima Anteroom of death.

O peso se faz mais presente nos dois CDs, tudo isso graças a uma excelente banda de apoio que dá uma liberdade sonora maior a Tarja que acaba flutuando entre estilos, do pop adulto de Into the sun até para um heavy de sua ex-banda na clássica Nemo.

A necessidade pelo novo e o surpreendente faz de Tarja uma das grandes cantoras do mundo, vide que a mesma passeia em The Phantom of Opera e passa até por Whitesnake em Still of the night, tudo isso em dois discos excelentes.

Act 1 é a prova que misturar da maneira correta pode dar um resultado surpreendente!

Postado por: Fábio Campos
Frito em 31 de agosto de 2012
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Guerra de Botões (2011)

Uma vez assistindo a um documentário sobre a segunda guerra mundial um pesquisador disse que era impossível filmar crianças correndo ou brincando nesse periodo, tanto dentro como fora dos campos de batalha e isso se devia ao fato da infância ter morrido naquele período.

Talvez aquele pesquisador tenha razão, mas querendo ou não é impossível solicitar dicernimento a uma criança para que ela não infatilize o ambiente ou busque meios de se divertir e ser… Sei lá… Criança!

E a partir de tudo isso, fui assistir a nova versão do clássico francês A Guerra de Botões e olha, que elucidação perfeita dos efeitos de uma guerra, mesmo que distante em cima de crianças e jovens descobrindo o mundo.

O filme narra as brigas entre dois grupos de crianças rivais, os Longevernes e os Velrans durante a segunda guerra mundial e a ocupação alemã na França.

Lebrac é um jovem rebelde que não respeita o pai por ele não se impor contra o regime nazista e vive em conflito com familia e escola, porém isso muda quando um professor mostra informações sobre Batalhas antigas, aguçando esse amor pela história que pouco era aproveitado pelo garoto.

O cenário muda quando Lebrac, Petit Gabus (feito de forma formidavel pela ótima revelação Clément Godefroy) e seus amigos começam a aplicar as táticas usadas em grandes batalhas históricas para vencer seus rivais, os Velrans.

Pequenos amores como de Lebrac pela jovem Violette, uma judia fugitiva dos nazistas, acaba sendo o ponto de maior maturidade ali, pois tudo que se passa ao longo filme são batalhas, frases e atitudes totalmente influenciadas pela “má influência” adulta.

Guerra de Botões funcionana como uma analogia colorida e cheia de doçura para falar de algo duro e vergonhoso, como usamos nossos preconceitos, julgamentos e ignorancia em nome de motivos futeis para guerrear e ferir o nosso próximo, com isso, é visivel a necessidade desse remake e de mostra lo a uma nova geração e principalmente, a nós adultos que tanto gostamos de reviver batalhas e guerras que normalmente acabam por destruir a nossa propria inocência.

Escrito por Rodrigo Moia

Postado por: Fábio Campos
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SUCOS DO RODRIGO

Nota do pasteleiro: /5

SUCOS DO RODRIGO – Clássico é Clássico e vice e versa

1988 foi um ano estranho para o mundo, o comunismo agonizava, Ronald Reagan sai do governo americano dando lugar a George Bush e assim a América se tornava ainda mais conservadora, no cinema heróis como John McClane e suas doses cavalares de testosterona tomava conta enquanto na música o hair metal se despedia de forma deprimente com Cinderella, Warrant entre outros dominando a cena.

Com todo esse panorama é de estranhar a atitude do U2 na época ao lançar um disco voltado para uma turnê pelos EUA com corais gospel e muita idolatria à música negra antiga, fora o filme que documentou esse passeio todo, por isso vamos analisar com calma os fatores.

Rattle and hum é uma somátoria de provocações, Helter Skelter e seu discurso de abertura “This is a song Charles Manson stole from The Beatles. We’re stealing it back” é o ego do Bono dizendo a todas as bandas daquela geração, nós podemos chegar perto dos Beatles, vocês não!

Idolatria à música negra através da versão Gospel de I Still Haven´t found what i´m looking for e a pequena gravação de artista de rua em Freedom for my people pulam durante o disco, mas quase como se expressassem um grito da banda de que a América deveria valorizar suas raizes negras.

A arrogância dos quatro irlandeses é evidente em quase todo o disco, God Part II funciona como uma continuação de God de John Lennon, sim, Bono e Cia achavam que poderiam fazer isso numa boa e sair totalmente ilesos.

A participação de Bob Dylan em Love rescue me parece um atestado de que eles poderiam tocar com qualquer um, indo de BB. King em When Love comes to town até o trovador maior da América.

Já o filme proporciona cenas que funcionam como contraponto à arrogância sonora do cd, por exemplo, as lágrimas sinceras de Larry Mullen Jr. ao conhecer Graceland ou o discurso de Bono em Bullet in the Blue Sky, fora o momento homenagem a Martin Luther King em Pride.

Durante o filme vemos uma banda mais humana e verdadeira, apesar de toda a pregação e necessidade de adoração tão inerente ao Bono, mas que nesse material funcionam como forma de desconstrução desse personagem criado a base de horas e horas de estudo sobre comportamente no rock n roll, ai vale lembrar que quatro anos depois disso o messias dos anos 80 seria descontruido pelo The Fly e a arrogância dos anos 90.

A somatória filme e disco mostra um U2 gritando para o mundo que queria ser a maior e melhor banda do mundo, sem dó nem vergonha de se assumir assim e talvez por isso, Rattle and Hum seja um disco essencial para a construção de um verdadeiro rockstar e suas idiocracias. Com pouco mais de 1 hora o quarteto irlandês ensinou ao mundo como se conquista América e ainda esfregou nos ouvidos uma frase que fica para quem sonha em ter a maior banda do mundo “Outside it´s America”, bom, já entendemos a lição Bono e vimos que você conquistou os Ianques.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 30 de agosto de 2012
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TOP PASTEL

Nota do pasteleiro: /5

TOP PASTEL – Atores ruins em filmes bons

Quem nunca esperou que um filme fosse ruim só pelo elenco? Eu tenho preconceito com vários atores, olho para a cara deles e já imagino que vem péssima atuação por aí. Então para limpar minha alma e exorcizar os demônios resolvi fazer uma lista com 5 péssimos atores em filmes bons. Lá vai:

Vin Diesel em Resgate do Soldado Ryan

Em “Resgate do Soldado Ryan”, apesar de muita gente não lembrar, o Sr. Velozes e Furiosos atuou com uma presença marcante, interpretando um soldado preocupado em salvar a vida de uma menininha e que acaba morrendo no resgate. Acho que essa é uma das cenas mais marcantes de sua carreira.

Adam Sandler em Reine sobre mim

Fugindo totalmente da sua fórmula de fazer sempre filmes com o mesmo, roteiro o Sr.Sandler resolveu inovar e mostrou que sabe atuar ao interpretar em “Reine sobre mim”, o papel de um homem angustiado que após perder a família nos ataques de 11 de Setembro se isola do mundo.

Ben Affleck em Gênio Indomável

O cara é um péssimo ator, mas vendo alguns de seus filmes ele dirige e escreve muito bem, a sua melhor atuação fica por conta do filme “Gênio Indomável”, que em parceria com Matt Damon criaram o roteiro e atuaram. Talvez o auge do seu papel seja pelo fato de mostrar exatamente a realidade com Matt sendo um prodígio (ótimo ator) e o Bem Affleck um cara comum.

Nicolas Cage em Despedida em Las Vegas e Arizona Nunca Mais

Nicolas Cage é um enigma, ele parece aquele cara que seu time contratou e nos 5 primeiros jogos que disputou marcou gol, mas que depois você começa a ver que não é nada disso. Um exemplo de ótimas atuações dele são “Arizona Nunca Mais” e “Despedida em Las Vegas” depois temos vários filmes médios e ai começaram os ruins. Abaixo podemos ver duas atuações dele para vermos a diferença dos seus “trabalhos”.

Aqui uma boa atuação em Despedida em Las Vegas


O Sacrifício (péssimo)


Brendan Fraiser em Com Mérito

Brendan Fraiser é um ator limitado, ele só não é o pior ator da “Múmia” porque existe o Arnold Vosloo (Imhotep), senão com certeza as caras e bocas dele fariam a diferença. Não bastasse isso, ele não consegue se firmar como nada, como herói de ação tem um jeito estranho, para comédia ele não tem carisma, e no drama sua cara de perdido não ajuda, além disso, a luta com a balança acabou com qualquer intenção de ser galã em um filme. Apesar de tudo isso a sua atuação em “Com Mérito” no papel de um estudante que tem de aprender um pouco mais sobre a vida e a sociedade com um morador de rua interpretado pelo carismático Joe Pesci é um dos papéis mais marcantes de sua carreira e uma lição para muitas pessoas que se acham donas do mundo.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 29 de agosto de 2012
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Entre os muros da prisão (2008)

Entre os muros da prisão” mostra os espólios da 2º guerra mundial: várias crianças órfãs que sem seus pais, mortos durante o conflito, são obrigadas a ficar em uma espécie de orfanato, extremamente rigoroso, em que os garotos aprendem a conviver com a violência e abusos sexuais.

Com uma carga bem menor de emoção o longa lembra um pouco o brilhante “Um sonho de liberdade”, tendo também um protagonista inocente que mantém o sonho de fugir da prisão, mas aqui lidando além disso com os problemas da solidão e a falta que faz os pais.

Eu gostei muito do resultado e achei o filme com uma proposta interessante. É no mínimo curioso ver a forma como alguns países simplesmente descartaram os filhos dos “heróis de guerra” e não bastasse isso, ainda deram um péssimo tratamento a eles. Já tinha ficado com uma péssima impressão da França após “Amor e Ódio”, agora acredito que apesar de ter sofrido com a guerra seu governo foi muito negligente com o povo.

Visões históricas a parte, vale a pena assistir o filme que tem um pouco de amargura, mas sabe passar uma mensagem de esperança e amizade.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Apartamento 143 (2011)

Ser diferente é preciso? Bem, não sei se sempre um filme tem que apresentar algo novo, mas ele pode sim ousar dentro do que já existe. Em “Apartamento 143” tentaram seguir a risca toda a rotina de um falso documentário de terror, coisa que já vimos em “Atividade Paranormal”, “Rec”, “O último exorcismo” e “Filha do mal”. O grande diferencial é que tentaram mostrar o lado cético de tudo isso, tentando apoiar a trama em um lado psicológico.

O filme é curto, se fosse maior seria impossível de assistir, afinal era tudo tão visível e fácil de perceber qual seria o próximo movimento da história que eu chegava a ficar entediado. Claro que existem aqueles momentos de sustos e fantasmas saltando na tela do nada, mas sinceramente eles são simplesmente coisas que já vimos em outros longas.

Na minha opinião “Apartamento 143” serve para o pessoal fã desse terror com documentário, que ainda se esforça para mostrar alguma coisa nova. Talvez o melhor seria se vendessem a ideia do filme para a franquia da “Atividade Paranormal” pois a trama não vai longe do que já foi mostrado.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 28 de agosto de 2012
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Infância Roubada (2005)

Infância Roubada” é considerada por muitos uma versão do filme “Cidade de Deus” da África do Sul.

A história do longa acompanha uma gangue de jovens moradores de um gueto em Johanesburgo que cometem diversos crimes para sobreviver, em um desses assaltos “Tsotsi” (Presley Chweneyagae) acaba roubando um carro com um bebê dentro, despertando no jovem bandido um lado emocional e uma ligação com sua infância que ele havia perdido.

Eu tive uma percepção diferente da história do filme, talvez seja isso que tentaram passar no longa ou seja viagem minha, mas a ligação direta que tive foi com a história do Peter Pan, nesse caso o personagem principal Tsotsi é um menino que não cresceu e acabou virando um menino caído, quando ele encontra a criança ele se identifica com ela e tenta trazê-lo para o seu mundo.

Em meio a essas metáforas, temos um filme interessante e por muitas vezes violento, com cenas bem pesadas, como os momentos em que o bebê tem a boca cheia de formigas, e mesmo a morte de alguns personagens.

Apesar da comparação com “Cidade de Deus”, a pegada de “Infância Roubada” é menos violenta, e se foca mais em um personagem e nas amarguras da sua vida. Recomendo para quem quer ver um bom drama com uma linguagem diferente.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
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SUCOS DO RODRIGO

Nota do pasteleiro: /5

SUCOS DO RODRIGO – Fat Boy Slim – You’ve come a long way, baby

De repente um som de teclado distante vai subindo, crescendo e adentrando o ouvido como se dissesse calma que vem algo bom ai e assim começa Right Here Right Now, primeira música de um clássico absoluto da música eletrônica, You´ve come a long way, baby do Fatboy Slim.

Hoje em dia qualquer David Guetta ou Calvin Harris invadem a “cena” e chamam a atenção com barulhos eletrônicos, mas em 1998 a história era outra.

Apesar dos esforços de David Bowie em mostrar a música eletrônica ao mundo nos discos Outside (1995) e Eartlhing (1997) e até do U2 em montar toda a parafernalha possível com batidas mais aceleradas e “computadorizadas” o grande público olhava com certo desdém para os DJ´s e em muitos casos os classificando como meros tocadores de discos.

O ano de 1998 começou bem com o Chemical Brothers mandando o soberbo DIG your own hole, e ali, sabiamente Norman Cook viu a sua chance. Ao notar que a música eletrônica poderia ser algo mais popular o músico, sim músico não importando a opinião dos criticos, tratou de popularizar mais o seu som, isso se tivermos como referência o seu primeiro trabalho, Better living Through Chemistry e ali foi o ponto onde tudo mudou!

O clipe absurdamente pop, colorido e cheio de referências de The Rockafeller Skank acachapou meio mundo e deu a Fatboy Slim a chave para adentrar a todas as casas, inclusive do sempre recluso e careta mercado americano.

Quando analisado friamente vemos que YHCALWB foi certeiro em ver que o mundo estava mais aberto a ouvir o que os DJs tinham a dizer e que talvez eles podussem sim fazer parte da engrenagem da cultura pop mundial, e como se quisesse comprovar tudo isso Fatboy Slim chamou o sempre genial Spike Jonze para gravar o clipe mais escroto, porém genial daquele ano a sempre doce Praise you.

Para não dizer que ficou só no terreno pop Fatboy slim saca ai Gangster trippin e sua mistura de rap, funk e colagens absurdas e non senses, tudo isso para mostrar que era pop, eletrônico, porém sem perder as suas raizes loucas.

Por todas essas razões o ano de 1998 pode ser considerado o ano em que os DJs deixaram de ser renegados para serem os donos da cena, pena que hoje em dia qualquer David Guetta da vida se diz DJ, porém nenhum deles nunca terá a capacidade de fazer algo tão bom e que irá durar ao teste do tempo como o material lançado por Fatboy Slim!

Postado por: Fábio Campos
Frito em 27 de agosto de 2012
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pingando óleo

Nota do pasteleiro: /5

PINGANDO ÓLEO – Intouchables (2011)

O cinema francês nos últimos anos vem passando por mudanças significativas, apesar da crise economica instaurada nos país o que vemos nas telas são cenas leves, doces e muito humanas, isso pode ser visto desde produções como La fin du silence, O pequeno Nicolau e o soberbo Intocáveis.

Contar histórias sobre saúde frágil ou momentos de profunda tristeza em relação a doenças que acometem o ser humano é com os franceses, vide o eterno clássico O Escafandro e a Borboleta, porém, talvez incitado por essa nova “onda” a dupla de diretores Eric Toledano e Olivier Nakache contam uma história real sobre um tetraplégico e seu ajudante com um senso de humor e doçura poucas vezes vista na telenoa.

Driss, um ex-presidiário e imigrante é contratado para cuidar de Phillipe, um milionário que está preso a uma cadeira de rodas devido a um acidente que o deixou tetraplégico, só isso poderia levar muitos as lágrimas, mas não, o filme mostra o lado humano e verdadeiro de uma amizade que é baseada na falta de pena ou compaixão em excesso, por um relacionamento feito com teores de verdade, sinceridade e principalmente cumplicidade.

A troca entre os personagens é riquissima unindo o mundo mais humilde, porém cheio de alegria de Driss com a sabedoria e cultura de Phillipe e ai tem que se validar a atuação de altissima qualidade da dupla Omar Sy e François Cluzet.

Intocáveis entrega uma história repleta de amizade, bom humor e superação, por isso, um filme necessário nos atuais dias tensos e tristes.

Escrito por Rodrigo Moia

Postado por: Fábio Campos
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Nota do pasteleiro: /5

PINGANDO ÓLEO – O segredo da cabana (2011)

Filme de terror com adolescentes sarados ou moças saidinhas indo para um lugar remoto e sendo atacados por uma criatura de outro mundo, certo?

Pois bem, alguém resolveu que a coisa não podia ficar só nisso.

Assim, usando elementos de filmes como “Evil Dead”, “Sexta-Feira 13” e muitos, mas muitos filmes Trash, se criou “O segredo da cabana”.

A história já começa diferente: com dois técnicos comentando sobre o experimento que estão realizando. Partindo daí, seguimos o caminho de 5 amigos que estão indo pra uma cabana passar o final de semana. Os personagens aqui são o mais clichê possível, temos o atleta, a “puta”, o maconheiro, o inteligente e a virgem – e até isso será levado em consideração na trama.

De atores conhecidos temos Chris Hemsworth (o Thor dos Vingadores), Richard Jenkins (da série Six Feet Under) e por fim o grande diferencial, que eu creio que seja Joss Whedon como roteirista que consegue dar uma aura meio “Buffy – A caça vampiros” ao longa. O que para uns pode ser considerado um erro se torna uma qualidade.

Eu particularmente gostei muito e recomendo demais. É terror, é comédia, tem várias referências a criaturas fantásticas e no final ainda temos a participação especial de uma grande atriz.

Escrito por Fábio Campos 

Postado por: Fábio Campos
Frito em 24 de agosto de 2012
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