SUCOS DO RODRIGO

Nota do pasteleiro: /5

SUCOS DO RODRIGO – Pedido de benção dos mais velhos

Três artistas de música negra em três momentos distintos, assim podemos definir Usher, Chris Brown e R.Kelly.

O primeiro quer renovar o seu público e conseguiu isso através da sua parceria com Red One, David Guetta e outros paries da música eletrônica.

Looking for Myself traz logo o cartão de visitas em Can´t stop Won´t Stop uma tipica música parida por Will I Am e sua qualidade vazia.

Scream da sequencia e carrega em pastiches do cenário eletro pop atual e leva Euphoria e Numb para o mesmo caminho.

Mas nem tudo é perdido, ali ainda existe um R&B meloso do começo da carreira, Climax e I care for you falam bem essa lingua, mas o que realmente salva o disco de afundar são às escondidas Twisted e a batida old tipica dos Neptunes e a semi rock com o pé no pop de Looking for myself que é produzida por Luke Steele do MGMT.

Do lado mais jovem do trio Chris Brown mostra uma imaturidade absurda e péssima em músicas que fogem do pop pegajoso do começo de sua carreira.

Turn up the music, Don´t wake me up e Trumpet Lights sofrem do mesmo mal que o disco do “irmão do meio” Usher, excesso de barulhos eletrônicos e influência do eletro pop em voga nos dias de hoje.

Quando permite a entrada de rappers Till I die (Big Sean e Wiz Khallifa) e Mirage (Nas) Chris dá um respiro de qualidade, mas é pouco e o disco afunda vergonhasamente.

R.Kelly enfretou processos de pedofilia, venceu todos e teve a sua carreira totalmente abalada e aí o que fazer? Simples, foi lá mexer nos discos da Stax e Motown e entregou disco de puro throwback soul!

Se Love Letter era puro Motown Write me back traz o som forte da Stax.

Love is já traz um som que leva todos para a pista e que faria Barry White extremamente orgulhoso.

Feelin Single e Lady Sunday tem cara de Stevie Wonder repaginado para os tempos atuais.

Lógico que Write me back passará despercebido do grande público, o que é uma pena, talvez seja porque Kelly se envolveu em casos de pedofilia ou principalmente, porque o mesmo se nega a cair na vala comum do eletro pop, mas o que fica mesmo dos três é que Chris Brown e Usher não querem crescer e só pensam e se manter no party, já R.Kelly mais maduro e inteligente procurou o caminho mais dificil da After party, ponto para o veterano.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 29 de junho de 2012
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pingando óleo

Nota do pasteleiro: /5

PINGANDO ÓLEO – Madagascar 3 (2012)

Madagascar 3 começa com uma viagem, um sonho do Leão Alex em que ele e seus amigos estavam velhos e acabados no mesmo local e que os pinguins sumiram e não voltaram para busca los, pronto, nesses primeiros minutos o desenho ganhou a audiência adulta!

O filme da Dreamworks funciona com primazia de maneira alegre, cheia de cores como um grande caledóscopio colorido pop, que joga a crianças e adultos uma viagem de fantasia e por isso o maior acerto do projeto!

Hoje em dia agradar ao público infantil, que está cada vez mais exigente é dificil e tem ainda um agravante, como levar os pais ao projeto e agrada-los? Madagascar explica bem isso, é colorido, cheio de sons e com roteiro fácil para as crianças, com tiradas e humor rápido para pais e adultos.

A trilha é um fator de suma importância que sempre foi levado a sério na franquia, vide o famoso I like to move it do Rei Julien do primeiro filme, aqui acrescentando da voz rasgada e sempre engraçada de Chris Rock no medley Afro Circus/I like to move it, vale lembrar-se do personagem Chantel DuBrois que tem a sua voz dublada por Frances McDormand cantando Non, Je ne regrette rien (Edith Piaf) em um momento impagavel em que ali vemos um humor acido dos americanos em relação aos frances.

Dos últimos lançamentos de blockbusters direcionados ao público infantil Madagascar se destaca e acerta em cheio como o melhor da leva, levando aquele garimbo de diversão garantida para todos, crianças, adultos, leões, pinguins…

Escrito por Rodrigo Moia

Postado por: Fábio Campos
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Detachment (2011)

Ser professor é uma profissão complicada, você tem o poder de moldar a mente dos jovens e ajudá-los a se tornarem pessoas melhores. Porém, nos últimos anos, essa profissão antes tão expressiva tem cada vez mais se engessado, presa por alunos indiferentes, agressivos e pais que só querem empurrar o problema dos filhos para os outros.

Partindo dessa realidade crua atual, temos o cenário de “Detachment“, um filme estrelado por Adrien Brody, um professor substituto cheio de amarguras do passado, que tenta ser indiferente ao universo que o rodeia.

O filme, diferente de outros tantos que são clichês quando tratam do assunto educação, é bem cruel e mostra exatamente a realidade nas salas de aula. Em uma cena vemos uma aluna cuspindo em uma professora, e em outro um dos alunos arremessa a pasta de outro professor.

“Detachment” tem ainda um grande elenco que conta com Marcia Gay Harden, James Caan, Christina Hendricks, Lucy Liu, Tim Blake Nelson e William Petersen. Aviso que o filme é bom, mas não é fácil. Ele lida com vários temas, e as vezes tem um tom arrastado, que faz com que você quase desista do filme, porém a mensagem e a forma como as coisas vão se conectando durante o filme fazem valer a pena.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 27 de junho de 2012
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Catch.44 (2011)

O estilo do Tarantino tem muitos fãs e isso acabou gerando diversos filmes que tentam copiar esse estilo, porém como qualquer cópia nenhuma consegue ser totalmente eficaz.

Catch 44” é outra tentativa de explorar esse segmento, o resultado é uma miscelânea de personagens. A trama mostra a história de três irmãs criminosas que acabam caindo em uma armadilha em um dos seus assaltos. O longa fica indo e voltando no tempo, mostrando a história através da visão de diversos personagens, a cada momento descobrimos um pouco mais da trama.

No elenco temos atores consagrados como Forest Whitaker e Bruce Willis, o primeiro está muito bem em um papel que lembra um pouco o personagem principal de “Onde os Fracos não tem vez”, já o segundo está mais largado e parece que os anos não foram gentis com ele, deixando seu visual bem acabado.

Recomendo para quem gosta do estilo Tarantino, mas aviso que ele não é nada inovador, e algumas vezes chega a ser confuso e chato, em especial nas cenas que envolvem as três irmãs.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 26 de junho de 2012
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – A Teoria do Caos (2008)

Ryan Reynolds não é um bom ator, ele as vezes tenta fazer algo de diferente, mas a sua cara de bobo, e seu recurso de tirar a camisa ou fazer piadinhas o sustentam no mundo do cinema. Em “A Teoria do Caos” ele buscou ser diferente, fazendo uma comédia romântica em que não fica tão clichê assim sua atuação.

A história é centrada em Frank Allen (interpretado por Ryan Reynolds) que é obcecado por desenvolver listas para tudo, extremamente organizado e sempre atrás das melhores escolhas na sua vida, ele tem que enfrentar uma situação em que todas as suas decisões são colocadas em xeque.

O papel principal poderia facilmente ser feito por Jim Carrey, afinal a trama é muito parecida com “Sim Senhor” e “O Mentiroso”, aquela história básica de um cara que tem uma vida perfeita e que do nada ele tem que mudar completamente.

Eu indico o filme para quem gosta de comédias românticas ou gostou dos filmes que citei acima, mas ressalto que Reynolds não tem um terço da carisma do Sr. Carrey, o que provavelmente deixa o filme com aquele perfil mais bobinho.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 25 de junho de 2012
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Fúria de Titãs 2 (2012)

Imagine o processo para analisar a continuação de um filme. Eu, pelo menos, penso em algumas etapas, como:

A) O filme deu lucro?
B) O enredo deu margem para uma continuação?
C) Existe a necessidade de uma continuação?
D) E finalmente, temos história para uma continuação?

Bem, creio que só a primeira pergunta foi respondida quando resolveram fazer a continuação de “Fúria de Titãs”. Se o primeiro longa já era fraco e com uma trama péssima, a sequencia não iria melhorar muito.

Eu assisti o primeiro filme no cinema com um certo receio, pois era fã do original, além de ter assistido em 3D (não sou fã de filmes com esse recurso), só tinha 3 cenas que utilizavam dessa “tecnologia revolucionária”, nem preciso completar dizendo que sai tremendamente decepcionado da sala.

A continuação volta a focar na figura de Perseu (interpretado pelo canastrão Sam Worthington) que agora cansado de lutar, resolveu virar pescador e educar seu filho, porém as forças do Olimpo o convocam novamente para impedir a volta de Cronos.

Do elenco só vale destacar os excelentes Liam Neeson e Ralph Fiennes, que respectivamente nos papeis de Zeus e Hades entregam um pouco, mas bem pouco de drama a história. Os outros coadjuvantes são péssimos, e não servem para nada.

A minha recomendação fica para quem curte efeitos especiais, esse pessoal com certeza vai adorar o filme, só recomendo que não esperem muito da história, é um roteiro bem básico e cheio de clichês.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
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SUCOS DO RODRIGO

Nota do pasteleiro: /5

SUCOS DO RODRIGO – Quando o teatro se abre e as lágrimas acompanham

Ser designado para analisar o Teatro Mágico é uma tarefa árdua e muito complexa, talvez pela música inclassificável (no itunes, por exemplo, consta como “LATIN MUSIC”), ou pela poesia, que se não for vivida não tem sentido, até pela adoração desmedida dos fãs, tudo ali impressiona e confunde.

Em entrevista com Fernando Anitelli (o dono do circo, proprietário do teatro e, porque não, o guia daquelas almas sensíveis que buscam ou buscavam alento em canções puras), o questionei sobre motivo da base de fãs do Teatro Mágico ter aumentado, o mesmo disse “deve ser porque o Teatro Mágico não surgiu do nada, não entramos em uma casa e ficamos lá alguns meses e saímos artistas, não, fomos batalhando, indo de porta em porta, em um trabalho de formiguinha. Conversando com o público e explicando os ‘porquês’ e ‘pra quês’, isso acabou se revelando e refletindo na sonoridade, nas músicas e isso amadureceu a banda, amadureceu o público e continuamos amadurecendo juntos e eles sabem que queremos amadurecer sempre”.

Mas será que esse público amadureceu junto à banda mesmo, Fernando? Quando um artista diz que amadureceu isso raramente tem ligação direta com o seu público, poucos conseguem esse amadurecimento conjunto.

Contudo, o Palhaço tem razão sim, em partes. Ao assistir o show do Teatro Mágico é visível que o público não é somente feito para comprar, baixar ou cantarolar as músicas, os seus fãs são parte vital do espetáculo, as vozes e adoração ali empregadas são um “instrumento” a mais ou até, porque não, uma ação circense de amor e devoção.

O show da banda em Sorocaba/SP, de certa forma, me jogou para dentro do circo, mesmo com o som péssimo do local, infraestrutura de mediana para baixo, banda e fãs numa sinergia que já chegou ao ápice no começo do show, com uma poesia sendo lida e dividida entre homens e mulheres do recinto, lógico que o Fernando foi às lágrimas sinceras de agradecimento por tamanha atitude de amor.

Fernando ainda me confidenciou um encontro dele com Milton Nascimento, onde o pai do clube da esquina teria ouvido uma versão feita pela banda para uma de suas canções, alguns artistas tratariam isso com ato de arrogância ou de que chegaram até o topo musical, mas não o Palhaço, ele vê aquilo com naturalidade absurda, parecia que estava me contando uma história do dia que tocou com um músico de boteco.

O mesmo músico que troca figurinhas com Milton Nascimento é um dos ativos políticos da música nacional. Durante a entrevista, ao indagá-lo sobre a política e o embate que alguns poucos resolveram assumir, o mesmo me disse: “o embate político é necessário, estive na CPI do ECAD recentemente discutindo a função do mesmo e vejo que arte é política, não tem como desconstruir isso aí. Fazer arte é fazer política, não precisa ser uma coisa chata, mas tem que ser algo que provoque, questione, pode até ser feito com alegria e brasilidade, mas que seja feito nesse âmbito”.

Ao término do show era visível nos rostos uma sensação de dever cumprido, como se os presentes tivessem subido ao palco, tocado, cantado ou feito alguma ação circense e isso impressiona!

Para muitos de nós, o Teatro Mágico pode ser mais uma banda do cenário nacional, mas para Fernando Anitelli e seus seguidores aquilo é uma parte fundamental de suas vidas, é a continuação da alegria que eles guardaram durante meses e esperam o show para explodir em um êxtase conjunto, transformado em uma catarse de felicidade que se traduz em canções!

É Fernando, melhor o senhor aumentar o tamanho da tenda, pois, além de suas músicas, existem alguns milhares de artistas chamados fãs querendo participar desse carnaval circense.

Agradecimento a fotografa Thais Medeiros

Postado por: Fábio Campos
Frito em 20 de junho de 2012
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PASTEL DELIVERY

Nota do pasteleiro: /5

PASTEL DELIVERY – Mad Men (5º Temporada)

Mad Men” é uma série para poucos. O ambiente de época, a forma como tudo é arrastado e um protagonista canalha e humano demais.

A quinta temporada da série explora um pouco mais a vida perfeita que Don Drapper (Jon Hamm) conseguiu, agora ele está casado com uma mulher de atitude que ele realmente ama e tem empatia, não existe mais a necessidade de ter casos. Não bastasse isso, a agência está indo bem e a parceria entre ele e sua amada na criação das ideias está deixando sua vida mais perfeita. Um exemplo clássico disso é a cena em que Megan (Jessica Paré) canta para Don no seu aniversário, uma das mais sensuais da temporada.

Porém se o final da última temporada prometia um conto de fadas, nessa somos levados a realidade de Don, e aos poucos vamos vendo as coisas se quebrando ao seu redor, e ele tendo que enfrentar cada vez mais mudanças na sua vida perfeita.

No ambiente publicitário, os maiores destaques da temporada foram o entrada da Jaguar, uma grande montadora que vira ambição da agência, a independência da Peggy (Elisabeth Moss) que em uma última etapa de sua evolução, sai da agência e abandona Don, e ainda o suicídio do Lane (Jared Harris) e a promoção da Joan (Christina Hendricks), dois momentos marcantes para série.

Sob o ponto de vista de “Mad Men” essa foi uma das temporadas mais agitadas, começamos com um Don, feliz com o casamento e apático com o trabalho, e uma inversão de valores no final da temporada. Além disso, personagens como Peggy, Roger (John Slattery), Megan, Don, Pete (Vincent Kartheiser) e Lane contribuíram muito, e mostraram a enorme quantidade de atores bons que a série possui no elenco.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 19 de junho de 2012
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pingando óleo

Nota do pasteleiro: /5

PINGANDO ÓLEO – Iron Sky (2012)

Nazistas na lua? Sério que alguém fez um filme assim? Pois fizeram, e o resultado não podia ser outro: uma comédia.

A história do filme nos mostra que, durante a guerra, um grupo de nazistas montou uma base militar na lua, e durante anos, planejaram uma forma de voltar a Terra e dominá-la. A chance se torna real com a chegada de um astronauta.

O filme, como qualquer comédia trash, tem efeitos especiais limitados, mas que não chegam a ser ridículos como em outros filmes do gênero. “Iron Sky” apesar de ser uma comédia cutuca, e muito, os governantes, como na reunião que mostra os representantes de todo o mundo em situações constrangedoras que lembram muito coisas que aconteceram no governo Bush. Não bastasse isso, a presidente dos E.U.A lembra muito a Sarah Palin.

Recomendo o filme para quem gosta de um humor bem zoado, agora se você vai assistir esperando algo sério, passe longe, só vai encontrar muita zoeira.

Texto escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 15 de junho de 2012
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PASTEL DELIVERY

Nota do pasteleiro: /5

PASTEL DELIVERY – Game of Thrones (2º temporada)

Essa temporada de Game of Thrones foi muito parada(assim como no livro) e poucos arcos tiveram algo interessante.

Destaco dois personagens que foram muito chatos: Jon Snow e Robb Stark. Os dois, que na temporada passada prometiam tanto, nessa segunda acabaram sendo uma tremenda perda de tempo.

Como destaques positivos, tivemos o arco da jovem loba Arya, que com certeza brilhou quando apareceu – ainda mais quando teve interação com os ótimos Twyn Lannister (no livro ela mal vê ele) e com Jaqen H’ghar, que diga-se de passagem, foi uma escolha de ator perfeita.

Mais ao sul, o “grande” (eheh) personagem foi o anão Tyrion, talvez pelos prêmios que Peter Dinklage recebeu por sua interpretação. Mas não se esqueça que .seu tempo de tela foi maior, e sempre mostrando partes importantes da história. Se Arya teve ótimos coadjuvantes como apoio em sua trama, a do nosso querido anão destacou o mercenário Bronn – interpretado por Jerome Flynn. A interação entre os dois é brilhante.

Essa temporada de Game of Thrones, apesar de parada, ainda teve como mérito apresentar um dos piores vilões das séries (afinal quase todas, se não todas as pessoas que assistem, têm um ódio mortal pelo príncipe Joffrey). A rejeição dele só seria maior se vestisse a camisa do Corinthians enquanto cometia suas maldades.

O maior erro dessa temporada, e que acredito seja o que vai complicar a vida dos roteiristas, é a quantidade de personagens. A tendência é cada vez mais elementos aparecerem nos livros, e ainda novas cidades surgirem. Nessa temporada, a deficiência em apresentar novos núcleos ficou evidente com o tratamento dado a Stannis, Melisandre e Davos, que mal tiveram tempo de contar a que vieram. A única nova aquisição que cativou foi a grandalhona Brienne of Tarth.

Quanto aos outros personagens, eu achei que assim como no livro a parte da Daenerys foi muito arrastada, a do Jon Snow poderia ter poupado o tempo de tela e aparecido bem pouco. O melhor episódio foi o penúltimo, que pelo que soube gastou muito com efeitos especiais, mas pelos resultados valeu a pena.

Agora só nos resta esperar e (depois dos diversos ganchos que essa temporada deixou) aguardar pelos futuros acontecimentos.

Como leitor do 3º livro, garanto que teremos uma terceira temporada com muito mais ação e que vai deixar muita gente chocada, assim como na primeira.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 14 de junho de 2012
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