TOP PASTEL

Nota do pasteleiro: /5

TOP PASTEL – Heroínas da TV e Cinema

Escrito por Marina Moia

Foi-se o tempo que apenas os homens eram os responsáveis por salvar o mundo e lutar pela vida de terceiros. A mulher, que antes era a donzela em perigo esperando que seu príncipe a salvasse, agora sabe se defender. Elas se impõem, lutam melhor que muito macho e ainda conseguem manter a feminilidade enquanto o fazem. As indústrias televisiva e cinematográfica se adaptaram e hoje retratam a mulher de maneira bem menos frágil.

Um dos exemplos mais atuais é a arqueira Katniss Everdeen, interpretada por Jennifer Lawrence, de Jogos Vorazes. Ao ver a irmã mais nova sendo selecionada para a sangrenta competição, a adolescente não hesita a se voluntariar em seu lugar. Uma vez nos Jogos, ela enfrenta a fome, o frio, animais nunca antes vistos e outros participantes muito maiores e mais treinados do que ela. O que poderia fazer com que Katniss sucumbisse só a fez lutar ainda mais por sua própria vida. Katniss caracteriza a heroína contemporânea, com sua coragem e garra.

Já na febre dos contos de fadas repaginados, como acontece em ‘Once Upon a Time’ e ‘Espelho, Espelho Meu’, as antigas princesas que apenas cantavam e sonhavam com o homem dos sonhos não existem mais. A Branca de Neve (Ginnifer Goodwin) da série da ABC, Once Upon a Time, não mede esforços para sobreviver longe das garras da vilã. Ela rouba, ataca seus oponentes e até mesmo enfrenta seu futuro amor eterno em uma briga.

Outra Branca de Neve que se destaca é interpretada por Lily Collins em ‘Espelho, Espelho Meu’. O filme é fraquinho e é focado no humor, não no romance clássico. Mas ainda assim a princesa aprende a lutar com os sete anões (que no enredo, são ladrões de estrada) para poder enfrentar sua madrasta (Julia Roberts) e salvar o reino, transformando-se numa Branca de Neve moderna. Kristen Stewart irá estrelar outra Branca nas telonas, assim como Collins. Porém, pelos trailers divulgados, podemos esperar uma trama menos colorida e com menos humor que ‘Espelho’. Diferentemente de Bella Swan, de Crepúsculo, Kristen terá a sua chance de protagonizar uma heroína com atitude e sem depender de vampiros que brilham.

São muitos os exemplos de heroínas na TV e no cinema atual. Ainda podemos citar a Viúva Negra (Scarlett Johansson), de Os Vingadores, que são se intimida perto de seus companheiros super-heróis; a líder de Fringe, Olivia (Anna Torv); Emily Thorne (Emily VanCamp) de Revenge. Enfim, em meio a um mundo acostumado com o sexo frágil, essas mulheres de atitude e poder chegam para quebrar o paradigma e embelezar as telinhas e telonas.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 31 de maio de 2012
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pingando óleo

Nota do pasteleiro: /5

PINGANDO ÓLEO – Plano de Fuga (2012)

Mel Gibson está passando por um momento delicado na sua carreira, após algumas declarações consideradas polêmicas e atitudes bizarras como o divórcio e a briga com a mulher, ele entrou em um estágio de decadência, que tem influência nos seus filmes, situação semelhante a do Nicolas Cage, para fazer um paralelo.

Porém, ao contrario de Cage que tem feito filmes com roteiros ruins, o Sr. Gibson tem participado de projetos com baixo orçamento, mas muito interessantes, como “Um novo Despertar” e o interessante “Plano de Fuga”.

Em “Plano de Fuga” ele interpretada um bandido malandro que roubou uma grande quantia de dinheiro e acabou capturado por policiais corruptos que ficaram com a grana e o prenderam numa bizarra prisão no México.

A atmosfera da prisão lembrou muito a terceira temporada de “Prison Breck” em que eles estavam presos num local semelhante. O grande diferencial acaba sendo a presença de Mel Gibson, que consegue de maneira muito competente interpretar um ladrão cafajeste.

Recomendo o filme, que mostra mais uma vez a força dos longas de ação esse ano, a trama tem seus furos e suas cenas bem forçadas, mas vale a pena para quem quer ao cinema curtir um pouco de tiros, explosões a malandragens.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 30 de maio de 2012
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Guerra é Guerra (2012)

Finalmente alguém pensou nos namorados, ficantes, maridos e afins, que vão aos cinemas com as esposas. “Guerra é Guerra” é a evolução para deixar uma comédia romântica com um pouco de cara de filme de ação.

O longa mostra a disputa de dois amigos e agentes da CIA, pelo amor da mesma mulher. Nesse caso a queixuda Reese Witherspoon, é claro que no início os dois amigos, interpretados por Chris Pine e Tom Hardy, tentam manter tudo na convivência pacifica, mas aos poucos eles vão passando dos limites para tentar conquistar a loira.

Achei o filme bem divertido com seus momentos de ação bem dosados e as vezes até agressivos, considerando que tem como foco o público feminino, porém as cenas de ação e momentos de romance acabam sobrepondo essas cenas com tiros e explosões.

Eu achei “Guerra é Guerra” uma opção interessante para quem quer assistir a um filme com a namorada sem dormir, mas adianto que tem uma trama bem previsível eu pelo menos deduzi até quem seria a escolha final da protagonista. Vale mais por buscar agradar aos marmanjos também e não deixar tudo no romance.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 29 de maio de 2012
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SUCOS DO RODRIGO

Nota do pasteleiro: /5

SUCOS DO RODRIGO – Um possível recomeço

Ser Dinho Ouro Preto não deve ser muito fácil. Duas bandas que conviveram com ele com proximidade quase que familiar explodem, seus lideres se tornam por consequência vozes da geração do BRock com o Selvagem? (Paralamas do Sucesso) e Dois (Legião Urbana) e a sua própria banda lança um primeiro disco perfeito, mas ignorado e depois dá lhe se perder em meio ao rock dos anos 80 em lançamentos pífios e conseguindo somente se recuperar no igualmente excelente Eletricidade, aí já era tarde demais…

O Capital inicial voltou com Dinho, ninguém ligou para Atrás dos Olhos, apesar do material ali registrado ser bom, nem um vento foi feito em relação a isso. Mas nem só de azar vive o vocalista, a banda se refez com o Acústico e a partir daí se encostou, quase que se fossem um bando de aposentados funcionais, poucos foram os lapsos de rock in roll tão apregoado por Dinho nos últimos discos do Capital Inicial.

Para respirar um pouco, o vocalista resolveu gravar um disco quase que semi acústico e um ritmo parecido a um home Record, e não é que o cara acertou!
Sem os cacoetes irritantes e apoio da banda, Dinho consegue fazer boas versões acústicas de clássicos como Hallelujah (Leonard Cohen), Dancing in Barefoot (Patti Smith) e Lovesong (The cure).

O fato aqui é que quando Dinho se aproxima das suas paixões, ou seja, o rock dos anos 80, ele brilha e alcança um resultado acima do satisfatório, vide There´s a light that never goes out (The Smiths), Love will tear us apart (Joy Division) e Being Boring (Pet shop boys).

Lógico que ele ainda quer gravar músicas mais jovens, como Hard Sun (Eddie Vedder) e Time is running out (Muse) o que é um dos erros junto com as regravações de Suspicious Minds (Elvis Presley) e Nothing Compares 2 U (Prince, mas eternizada na voz de Sinead O Connor), pois nos primeiros exemplos ele erra por forçar a barra, já nos dois últimos o erro está em gravar músicas já registradas e marcadas na história por grandes interpretes o que é uma pena.

Black Heart é um bom disco e que pode mirar um futuro promissor ao Capital Inicial, isso só vai depender se Dinho Ouro Preto irá buscar um trabalho de garagem e com suas verdadeiras paixões ou ficar gravando músicas com temáticas adolescentes e vazias…. esperamos que a primeira opção!

Postado por: Fábio Campos
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – London Boulevard (2010)

Geralmente filmes ingleses tem uma áurea diferente, a violência transcorre de maneira mais gratuita o visual é mais escuro e os bandidos são mais cruéis.

London Boulevard” lembrou um pouco o filme “RocknRolla” por seu visual e sua trama cheia de gângsteres. O personagem principal é um ex-condenado interpretado pelo Colin Farrell, que manda bem no papel de um bandido que sempre tem o controle da situação. Além dele ainda temos Keira Knightley, que está tão apagada que quase nem reparei nela na tela, e David Thewlis (mais conhecido por interpretar o professor Lupin em Harry Potter) que rouba as cenas em que aparece.

A trama mostra o personagem de Farrel saindo da cadeia e tentando ter uma vida sem crimes, porém os seus antigos comparsas não o deixam em paz, em meio a esse caos, ele acaba arrumando trabalho como segurança de uma atriz reclusa (Keira Knightley).

“London Boulevard” é um ótimo exemplo do cinema inglês, repleto de drama e com a ação aparecendo em momentos pontuais. Recomendo para quem gosta de filmes na linha de “RocknRolla”, “Snatch” e “Jogos Trapaças e Dois Canos Fumegantes”.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 28 de maio de 2012
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PASTEL DELIVERY

Nota do pasteleiro: /5

PASTEL DELIVERY – Termina a série que deixa para a história um mito.

Poucas séries tiveram um personagem tão cativante e outsider que nem House! Gregory House, abusivo, viciado, prepotente, preconceituoso… Tantos “elogios” que me perderia aqui tamanha a capacidade do médico em ofender e talvez por isso a dúvida, porque House é o maior personagem da TV dos últimos anos?

Arrisco dizer que só Tony Soprano foi tão forte quanto o médico, pois apesar dos crimes, maldades e mentiras, o líder dos Sopranos sempre foi um anti-herói fabuloso!

As primeiras temporadas foram absurdamente tensas, brincando com a morte e principalmente, fazendo de pacientes cobaias eternas para que House decifrasse o quebra cabeça ali exposto, junto a isso o jogo de sentimentos entre House e Cuddy, que a nada levou, ou o seu principio ou nem isso, de romance com Cameron, que na verdade tinha no Dr.House uma paixão feita à base de admiração e certa veneração retida em pequenos olhares e frases soltas, mas que pouco afetaram o médico.

Dessas duas primeiras temporadas temos um dos melhores episódios da história, em que contando 3 histórias diferentes, House explica todo o seu sofrimento pela a sua perna e a sua dor constante, emocionante para dizer no mínimo.

Um dos fatores mais fantásticos na série é a maneira como o encontro entre médicos e pacientes pode ser explosivo, desde Chase entrando em conflito em relação ao seu passado religioso, como Cameron tratando de um paciente com a mesma doença de seu ex marido, ou um dos favoritos, o episódio em Cuddy tem que ver uma jovem paciente perder uma criança, quando a mesma queria adotar ou ter filhos.

A demissão e saída da equipe, mantendo somente Foreman, fez da quarta e quinta temporadas uma renovação necessária, que acabou culminando em grandes mudanças na vida do House, da morte de Amber, uma ex candidata a vaga na equipe e que se relacionava com Wilson no momento e que faleceu ao buscar House alcoolizado em um bar ou do suicídio de Kutner

Viciado e doente House é internado, como se aquilo fosse salva ló de si mesmo, o ambiente do sanatório na sexta temporada reforça mil sentimentos, entre eles, o amor do médico por Cuddy e a necessidade de por o pé no freio, aqui vale lembrar, que na sequencia dos três primeiros episódios temos a melhor atuação de Hugh Laurie, beirando a perfeição!

O que muitos queriam acontece e o casal Huddy resolve dar uma chance entre as temporadas 6 e 7, o que ocasionou em algo bem previsível, a incompatibilidade entre os sentimentos de Cuddy e o fechamento afetivo de House.

A explosão de sentimentos, principalmente de ódio leva House a fazer o impensável e por isso ser preso e ainda de quebra perder para sempre Cuddy, o que vale lembrar é que a atriz Lisa Eldestein pediu para sair da série por motivos de contrato.

E assim chegamos a 8 temporada, o finale para tudo e com um final bem sugestivo de “Everybody Dies” e teve na relação Wilson e House o ponto alto, sempre mostrando a lealdade e verdade que os dois amigos carregavam sempre, dos episódios é bom sempre prestar atenção nas ótimas atuações que Robert Sean Leonard entregou!

House conseguiu em oito temporadas elevar a qualidade de roteiros e atores, o desafio constante entre pacientes e médicos transformou a série em um marco para a televisão americana.

O personagem se tornou maior que tudo, talvez por carregar em si um espelho que reflete muitas das nossas maneiras de encarar a vida, ou até de desejos reprimidos que teríamos e que gostaríamos de expor ao mundo, pois todos nós temos um pouco da autodestruição, da arrogância e porque não de sentimentos reprimidos.

Dr. Gregory House deixará saudades…

Texto escrito pelo fã Rodrigo Moia, que já está com saudades da série.

Postado por: Fábio Campos
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SUCOS DO RODRIGO

Nota do pasteleiro: /5

SUCOS DO RODRIGO – Iron Maiden – En Vivo (2012)

Intro nos PA’s, fãs enlouquecidos e acompanhando os riffs como se os mesmo representassem letras, camisas pretas, Satellite 15 é tocada como se fosse uma bazuca sonora e assim, começa o CD/DVD ao vivo do Iron Maiden!

Todo disco de estúdio do Iron Maiden ganha uma sequencia ao vivo, isso vem ocorrendo com mais frequência depois da volta completa de Bruce Dickinson e Adam Smith.

Talvez para mostrar ao mundo que uma grande banda se faz de fãs doentes ou do poder de ataque do sexteto ao vivo, mas a realidade é que todo lançamento da Donzela de ferro é um presente a amantes de heavy metal.

Final Frontier, música do disco de mesmo nome é a prova que não importa, material novo ou antigo terá a mesma intensidade e o mesmo amor pelos fãs, se o argumento for que a mesma foi um dos singles do disco cai por terra em Coming home, outra ovacionada pelos headbanger presentes.

Clássicos pipocam em quantidades menores, mas se fazem presentes entre elas The Evil that men do, The Trooper e Hallowed be thy name, essa última que para esse que vos fala a prova final que Mr.Dickinson continua sendo A VOZ do metal.

Além do cd duplo a banda colocou na rua um DVD completíssimo, duplo e cheio de informações sobre a turnê, fato raro nos lançamentos atuais.

O documentário Making the Beast é aquele prato cheio, com informações para apaixonados pelo Maiden e também pelo behind the scenes dos shows.

En Vivo é a prova que o Iron Maiden é muito mais que uma banda e sim uma instituição da música, que transcende qualquer paixão e que para saciar seus fãs sempre entrega o pacote completo.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 24 de maio de 2012
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Contatos de 4º grau (2009)

Contatos de 4º Grau é um filme de ficção cientifica/terror que aposta numa linguagem diferente, lembrando um pouco um daqueles documentários da Discovery, em que cenas reais são misturadas com vídeos “reais” da época.

A história é centrada em uma psicóloga, interpretada pela bela e pouco talentosa Milla Jovovich e também pela estranha Charlotte Milchard, que após a morte do marido em circunstâncias misteriosas começa a descobrir um padrão de insônia entre seus pacientes, após algumas sessões de hipnose fenômenos estranhos começam a acontecer.

O filme com sua tentativa de ligar a história a um falso documentário dá margem para desenvolver momentos tensos, eu acho aterrador principalmente às cenas que fazem uso da língua estranha que os supostos aliens falam.

Recomendo o filme para quem quer uma opção de terror a estilo Atividade Paranormal, vai encontrar em “Contatos de 4º Grau” uma opção interessante, já quem gosta de ufologia pode achar o tema interessante e quem sabe embarcar na ideia dos documentários do longa.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 23 de maio de 2012
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SUCOS DO RODRIGO

Nota do pasteleiro: /5

SUCOS DO RODRIGO – Europe – Bag of Bones (2012)

“Aquele que fizeste sucesso nos 80 será castigado vilmente todos os dias nas décadas seguintes, somente por ter feito sucesso nessa década demoníaca”.

Essa frase deve estar cravada em algum livro bíblico, pois isso só explica a ojeriza que muitos têm com o rock que foi produzido nos anos 80.

Imagina você lançar a música com a sequencia de teclado mais pegajosa de todos os tempos, seus integrantes virarem ídolos teen da noite para o dia e logo depois você lançar uma balada que poderia caber facilmente no catalogo do Michael Bolton, castigo eterno correto?

Para alguns isso deveria ocorrer com o Europe depois de The Final Countdown e Carrie, mas os caras pararam, respiraram e depois de um hiato de quase 14 anos, eles voltaram e recomeçaram do zero com Start from the dark de 2004.

Alguns discos depois e os Suecos colocam na rua o surpreendente Bago of Bones, um disco que parece uma caixa de riffs retirados dos anos 70 e com musicalidade infinitamente superior ao que os mesmos já fizeram em toda a sua história.

Ritches to Rag abre com um hard rock setentista cheirando aos melhores momentos de Draw the Line do Aerosmith.

O primeiro single foi o hard blues Not supposed to sing the blues, uma música que se tocada em rádios de rock poderá ser confundida com algum som parido por Glenn Hughes ou outro mestre do estilo.

Bag of bones é aquela música que alegra o trabalho, uma que se virar favorita dos fãs poderá ser cantada junto.

Uma balada faz desse trabalho um exemplo de recomeço perfeito, Bring it all home, uma canção que faz qualquer um que os criticou por Carry repensar a critica…

E assim o Europe virou de patinho feio da era pós hair metal para cisne do hard rock atual.

Postado por: Fábio Campos
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Vidas em Jogo (1997)

Um dos meus filmes preferidos, com um final que simplesmente explode sua cabeça, com o diretor ainda não tão famoso David Fincher, que é conhecido principalmente pelos filmes: “Rede Social”, “7 Pecados Capitais” e “Zodíaco”.

Não bastasse ter um roteiro fenomenal, o longa ainda conta com um elenco fantástico composto por Michael Douglas e Sean Penn. A história gira em torno do personagem de Douglas, um banqueiro milionário que praticamente abdicou de sua vida por conta da sua ambição. Um certo dia ele recebe um estranho presente de seu irmão perturbado, interpretado por Penn e após isso sua vida começa a tomar um novo rumo.

Vidas em Jogo” apesar do nome de novela da Globo tem um dos finais mais chocantes do cinema, que vai deixar muitos de vocês de boca aberta. Um destaque especial para a empresa “”Serviços de Recreação do Consumidor”” que, para mim, entrou no hall das melhores empresas de ficção dos filmes.

Recomendo e muito como uma ótima opção de filme de suspense e mais uma prova do excelente trabalho desse grande diretor que é David Fincher. Não se engane com o ano do filme, apesar de ser 1997 ele envelheceu bem.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 22 de maio de 2012
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