fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – O aprendiz (1998)

Em 1982, Stephen King escreveu um livro de contos chamado Quatro Estações. Como outras obras do autor o livro fez muito sucesso, porém o que poucos sabem é que dos 4 contos presentes no livro, três deles viraram filmes que se não são sucesso se tornaram referência para muita gente. O primeiro conto é “A primavera eterna” que se tornaria o clássico “Um Sonho de Liberdade” um filmaço que contou com Tim Robbins e Morgan Freeman, e contava a história de um homem preso injustamente em uma prisão. O longa recebeu sete indicações ao Oscar: Melhor Filme, Melhor Ator (Morgan Freeman), Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Fotografia, Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora Original e Melhor Som e ainda recebeu duas indicações ao Globo de Ouro: Melhor Ator – Drama (Morgan Freeman) e Melhor Roteiro.

O segundo conto é “O outono da Inocência” que viria a se tornar o clássico da Sessão da Tarde “Conta Comigo” que conta a história de um grupo de crianças que vai em busca de encontrar o corpo de um garoto morto, claro que a história é cheia de simbolismo e significados, e para mim um clássico também.

O Terceiro conto é “Inverno no clube” que na minha opinião tem a história mais fraca, mostrando a luta de uma mãe para ter um filho, o final é bem fantasioso.

O último conto se chama “Verão da Corrupção” que também virou um filme que é o assunto dessa resenha. O filme teve o nome de “O Aprendiz” e foi um dos primeiros trabalhos do diretor Bryan Singer, e que curiosamente tem como um dos protagonistas Ian McKellen que viria a fazer sucesso com o diretor na parceria com a trilogia X-men.

A história do filme é sobre um garoto chamado Todd Bowden que ficava cada vez mais interessado no Holocausto e no que os alemães fizeram com os judeus. A sua obsessão acaba fazendo com que ele encontre Kurt Dussander (Ian McKellen) um velho nazista que se esconde nos Estados Unidos sobre o disfarce de um simpático idoso.

A trama do filme como podemos ver pela sinopse poderia partir parar vários lados, porém a pegada aqui é que o filme é uma história sobre monstros, a visão que temos do personagem Dussander no início é de um homem atormentado pelo seu passado, porém aos poucos vamos descobrindo que na verdade existe um monstro dentro dele, que aos poucos vai sendo despertado pelo garoto.

As atuações são muito impactantes, eu acredito que esse foi um dos papeis mais seguros e fortes do Ian McKellen. Ele realmente convence com o psicopata alemão, já o falecido Brad Renfro (morreu em 2008 de overdose) está muito bom também como Tood, a transformação que a o “mestre” Dussander faz sobre ele é no mínimo impactante.

Algumas curiosidades sobre o filme: o final do livro é diferente, nesse a personalidade de Tood fica bem mais clara e ele não consegue disfarçar isso tendo altas consequências. Outro ponto a se notar é a participação do David Schwimmer, ele é mais conhecido como o Ross do “Friends” e é raro vê-lo em um papel sério.

Eu recomendo o filme como todos os longas que vieram desse livro de contos de Stephen King, um caso raro em que seus livros deram origem a bons filmes.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 31 de janeiro de 2012
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Nota do pasteleiro: /5

PINGANDO OLÉO – Os Descendentes (2011)

Matt King(George Clooney) é um advogado de sucesso. Morador do Havaí é herdeiro de uma antiga família de proprietários de terras estando, assim, a poucos passos de fechar a venda dos últimos terrenos herdados, o que lhe renderia um pagamento milionário, mas sua vida vira de cabeça para baixo quando sua mulher Elisabeth (Patricia Hastie) sofre um acidente marítimo e entra em coma. A premissa parece das mais comuns: bem sucedido no trabalho que para alcançar o sucesso pretendido acaba deixando a família de lado e, agora, após o acidente de alguém querido, precisa lutar para reaproximar-se de sua esposa e filhas, certo? Errado. Enquanto sofre para entender a mente de suas filhas Alexandra (Shailene Woodley) e Scottie (Amara Miller), pouco depois de receber a notícia de que sua esposa morreria, descobre que, nos tempos que antecederam o acidente ele fora traído.

Confesso que quando li pela primeira vez a sinopse do filme achei que estava em frente a um drama bobo e tendencioso, mas o filme de Alexander Payn nos surpreende. Não consegui identificar exatamente qual o ingrediente especial do filme, se é a decrescente de humor e drama que sutilmente é proposto no filme, se é sensibilidade tão pontual que cria uma atmosfera de realismo muito bem confeccionada, ou a excelente atuação dos atores, principalmente de Clonney que da vida a um personagem incrível, seja qual for (ou quais forem), alcançou o que pretendia.

Os Descendentes” é o tipo de filme que, após sair do cinema, te faz sentir aquela pequena amargura dentro de si a cada vez que relembra sua história, mas é isso que lhe faz ser tão interessante, esse poder que tem de te deixar abalar pela história.

Os Descendentes” é um filme sobre os rumos da vida. É um filme sobre a dor, sobre a família e sobre o amor mas, acima de tudo, um filme sobre a dor e nos mostra que mesmo dela se pode absorver alguma coisa, afinal, apesar de tudo a vida continua.

Se for fã de ação, passe longe. Se gostar de um bom filme de drama com roteiro bem trabalhado e cadência realista, esse filme é para você.
Até a próxima e “mahalo”.

Artigo escrito por Luiz Fernando Pierotti

Postado por: Fábio Campos
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Nota do pasteleiro: /5

PINGANDO OLÉO – Os Homens que Não Amavam as Mulheres (2011)

Sabe quando você é pequeno e fica olhando os presentes embrulhados na arvore de natal?

Algumas vezes ao abri-los temos decepções homéricas, em outros momentos sentimos uma alegria imensurável, posso dizer que Os Homens que não amavam as mulheres tiveram o segundo efeito em mim, tudo isso, pois estava ansioso pela versão americana, principalmente pela direção do sempre competente David Fincher.

Não há decepções nessa versão ianque, pois Fincher caprichou em todos os aspectos, seja na escolha por manter as características como cenário e nome dos personagens e até por alterar algo que era necessário na versão sueca, que eram as atuações.

O fato de humanizar mais os personagens deixou o remake com uma qualidade maior, um exemplo é Mikael (Daniel Craig) e Lisbeth (Rooney Mara), o primeiro sofre e tem expressões mais fortes que a versão original, já a segunda é mais arisca e introspectiva, alias um atento necessário é a brilhante e assustadora atuação de Mara, uma jovem promessa.

Fincher trabalha com a obsessão de uma forma linda o que só havia conseguido no soberbo Zodíaco, mexendo com o espectador e o inserindo no filme o que deixa tudo mais tenso, em alguns momentos podemos cortar o clima com uma tesoura tamanho o peso aplicado nas cenas!

Sons perfeitos e músicas que acompanham o andamento do roteiro são dados graças a Trent Reznor e Atticus Ross, que dão um banho de beleza fria nessa ótima trilha.

Aqui vale lembrar e avisa ló prezado leitor, se apegue na belíssima abertura do filme, com uma versão matadora de Immigration song do Led Zeppelin, cantada por Karen O, coisa linda.

Por isso, tire o preconceito que remakes não substituem originais, pois Fincher conseguiu superar a versão sueca, um filme necessário!

Texto escrito por Rodrigo Moia

Postado por: Fábio Campos
Frito em 30 de janeiro de 2012
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Nota do pasteleiro: /5

PINGANDO ÓLEO – Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras (2011)

O detetive mais famoso do mundo está de volta. Robert Downey Jr. atua perfeitamente na pele de Sherlock Holmes, personagem excêntrico, peculiar, enfim, gênio. O primeiro longa já havia feito sucesso a altura, com a excelente interpretação não só de Downey, mas também de Jude Law, que se encaixou muito bem como o fiel amigo de Holmes, John Watson.

A sequência vem com uma nova história, dessa vez envolvendo e explicando mais sobre o mais notável inimigo de Sherlock: Moriarty (Jared Harris). Agora com uma cara e história, diferentemente da primeira parte em que mistério o rodeava, ele é peça importante do quebra cabeça da história e atormenta Sherlock mais do que nunca.

Fiquei com receio de me decepcionar com a sequência, já que é isso que normalmente acontece, mas saí do cinema sem essa sensação. ‘Sherlock Holmes – O Jogo de Sombras‘ tem mais ação, mais mistério e também mais relação Sherlock/Watson, que todos adoram. Aliás, Jude Law e Robert Downey Jr. se complementam de maneira espetacular, como manda o trabalho, já que os personagens dos livros são como carne e unha.

A segunda parte de Sherlock Holmes não deixa a desejar. Seja na atuação, nas cenas de ação, suspense ou comédia, todos os requisitos são apresentados. E o mais importante: os fãs dos livros (como eu) não se decepcionarão com essa versão do detetive mais requisitado de Londres.

Post escrito por Marina Moia

Postado por: Fábio Campos
Frito em 27 de janeiro de 2012
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Red State (2011)

Kevin Smith é mais conhecido por seus filmes de comédia como “O Império (do Besteirol) Contra-Ataca“, “Dogma“, e “Barrados no Shopping” todos filmes de comédia com vários diálogos bem pops e que tinham referências à cultura nerd, pois bem o que será que deu na cabeça dele para tentar e vejam bem o que digo tentar fazer um filme de terror? Se é que “Red State” pode ser considerado isso, afinal o filme que parece um filme B de baixo orçamento é simplesmente medíocre.

A história tinha uma premissa muito parecida com “A casa dos 1000 corpos” do Robie Zombie, sabe como é aquela trama básica de uma família de psicopatas, só que aqui o que temos é uma família religiosa e homofobica.

O que mais me impressiona é como uma porcaria dessa conseguiu atrair gente do calibre de John Goodman e Melissa Leo ambos bons atores que acabam pagando o mico de aparecer no filme, eu achei simplesmente muito tosco, o roteiro é de uma falta de noção que dá desgosto, parece que foi todo feito nas coxas.

Vem bem para quem é amante do horror não cai na besteira de assistir esse filme é no mínimo um roteiro de comédia adaptado e só serve para você se desiludir com Kevin Smith que para mim perdeu muitos pontos com esse filme.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
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Nota do pasteleiro: /5

PINGANDO ÓLEO..-Separação (2011)

Uma história simples pode render um filme interessante? Eu já deixei claro aqui que sim, pois vem do cinema iraniano outra prova disso, com um roteiro bem simples que retrata a separação de um casal e toda a cadeia de eventos que isso acarreta na vida deles.

Em minha opinião o filme é um achado, não sou fã do cinema parado e sem graça que muitos críticos tanto gostam, pelo contrario gosto também da ação, e me satisfaço com toda a história que desencadeia ela, uma prova de que não estou sozinho em admirar essa obra é o Globo de Ouro que o longa recebeu, derrotando o todo poderoso “Pele que Habito” do queridinho Almodóvar.

No elenco de “Separação” encontramos atores como Peyman Moadi que interpreta Nader, o pai de família que se vê separado da esposa e tendo que cuidar da filha adolescente. Não bastasse isso, ainda tem que lidar com um pai doente e toda uma situação que ocorre por estar abalado. Desta forma como explico a história parece que é simples, mas a complexidade das ações dos personagens e suas reais intenções são brilhantes, outro ponto positivo que levanto é o fato do diretor Asghar Farhadi saber trabalhar com a dedução de quem assiste ao filme, nos deixando confusos sobre quem está realmente dizendo a verdade.

O final do filme é um grande exercício da liberdade que o diretor nos dá, onde permite que quem assisti escolha o melhor resultado, assim em “Separação” não existem mocinhos e bandidos é um filme sobre pessoas amarguradas, tristes, desesperadas, medrosas e orgulhosas e cabe a cada pessoa que assiste que aponte quem é o culpado.

Em minha opinião “Separação” é um grande filme porém esse ano como filme estrangeiro meu voto continua para “Um conto chinês“.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 26 de janeiro de 2012
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PASTEL DA SEMANA

Nota do pasteleiro: /5

PASTEL DA SEMANA – Rafael Moia

Hoje na volta do Pastel da Semana teremos Rafael Moia, que vira e mexe ajuda aqui no blog e já pode ser considerado nosso editor honorário. Sem mais vamos começar, lembrando que o convidado fala um filme bom e um ruim que já viu.

Atendendo um pedido do Blog Pastelaria Filmes vou escrever sobre dois filmes, sendo um o que mais gostei e o outro que mais odiei ou que não gostei em toda minha vida.

Tarefa aparentemente fácil, mas com o passar dos anos, sendo eu uma pessoa apaixonada por cinema, a quantidade de produções fantásticas que vi e a que não gostei são muitas, terei de tomar cuidado nas escolhas.

Começarei pelo filme que menos gostei em toda vida: Trata-se do filme Fuga de L.A lançado em 1996. Kurt Russell se junta novamente a John Carpenter e Debra Hill, para fazer em Los Angeles o que fizeram em Fuga de Nova York – com mais lances futurísticos e ação pra valer! No ano de 2013, na cidade de Los Angeles, semidestruída por terremotos, chega Snake Plissken (Russell). Sua missão: vasculhar as ruínas da cidade e recuperar um dispositivo mortal.

Odiei este filme, ações mirabolantes sem nexo algum, cenas sem lógica, num emaranhado de aventuras impossíveis dentro de um roteiro americano típico recheado da necessidade de autoafirmação e amor à pátria.

O filme que mais gostei e que foi uma escolha difícil demais, sabedora de que muitas outras poderíam estar em seu lugar ou ao seu lado foi à superprodução da Trilogia The Godfather, mundialmente conhecida como O Poderoso Chefão. Uma obra-prima épica de Francis Ford Coppola com o genial Marlon Brando em seu papel premiado, como o patriarca da família Corleone. O diretor Coppola mostra um arrepiante retrato da ascensão e queda do clã siciliano na América, magistralmente equilibrando a história entre a família Corleone e o crime organizado no qual está envolvida. Baseado no livro de sucesso de Mario Puzo e com interpretações que consolidaram a carreira de Al Pacino, James Caan e Robert Duvall, este cruel e brilhante filme recebeu dez indicações para o Oscar e ganhou três, incluindo Melhor Filme em 1972.

Quem é Rafael Moia?

Profissão: Aposentado

Dono do Blog: Falando um Monte

Introdução: Um ariano que ainda fica indignado com a injustiça, a covardia e a falta de respeito para com o próximo.

Interesses: A verdade mesmo que essa venha a doer na carne, sempre é melhor do que a mentira.

Filmes favoritos: Trilogia do Poderoso Chefão, Hurricane, Filmes de Ação, Aventura e Histórias reais.

Músicas favoritas:Todas as boas músicas de forma eclética e sem preconceito algum.

Livros favoritos: Neruda, Drummond, José Saramago e Fernando Pessoa entre outros.

Postado por: Fábio Campos
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Missão Madrinha de Casamento (2011)

Se beber não case” foi um sucesso ano passado. Apesar de eu não ter achado o filme brilhante, com certeza ele teve seus méritos, o duro do filme é que ele acabou agradando mais o público masculino que o feminino, talvez seja pela identificação, afinal todos os personagens principais são homens. A resposta para esse sucesso veio na forma de “Missão Madrinha de Casamento“.

O duro de fazer um filme para o público feminino com uma linguagem mais chula e cheia de cenas de sexo é fazer isso de forma eficaz, ou seja, com uma identificação muito grande, que faça realmente a mulherada entrar na trama, coisa que “Tudo para ficar com ele” tentou, mas que acabou não conseguindo.

Em “Missão Madrinha de Casamento” o foco é o casamento de Lilian (Maya Rudolph) a melhor amiga de Annie (Kristen Wiig) que busca de todas as formas dar o casamento dos sonhos para a melhor amiga, mas que acaba sempre esbarrando em Helen (Rose Byrne) a nova amiga de Lilian.

Apesar de toda essa temática voltada para o universo feminino, eu me diverti muito, em especial com a grata surpresa que foi Melissa McCarthy, que eu já conhecia da série Gilmore Girls, na qual tinha um papel mais melado bem diferente da divertida personagem do filme.

Recomendo o filme para as mulheres que gostam de falar de sexo, ou que tem uma melhor amiga que vai casar, ou mesmo querendo achar um bom namorado no mercado e estão cansadas das opções que tem por aí, como o personagem Ted (Jon Hamm de Mad Men). Com certeza vocês vão se divertir.

Texto escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
Frito em 25 de janeiro de 2012
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Margin Call – O dia antes do fim (2011)

Falar sobre economia em um filme pode ser um saco, eu acredito que é um dos temas mais difíceis de trabalhar e poucos foram os filmes que conseguiram isso. Um exemplo de maior sucesso que veio a minha cabeça agora é “Wall Street“, porém ao assistir “Margin Call – O dia antes do fim” me senti um pouco tentado a compreender mais sobre esse fascinante universo.

Como o subtítulo anuncia o filme fala sobre uma grande corporação, que seguindo o rumo de diversas empresas norte americanas está em uma situação difícil. Para você ter uma noção, logo no início temos uma renca de pessoas saindo com caixas do escritório, isso sobre as vistas de do chefe de setor Will Emerson (Paul Bettany), e dos dois assistentes Peter Sullivan (Zachary Quinto) e Seth Bregman (Penn Badgley), porém na leva de demitidos se encontra Eric Dale (Stanley Tucci), um funcionário que trabalhou por anos na empresa e que pode ter feito uma descoberta perigosa, a partir dai a trama se desenvolve.

Eu achei o roteiro muito inteligente e a principal associação que fiz é a de um formigueiro, no qual quando jogamos veneno aos poucos vão saindo as formigas menores e depois as maiores até chegar a rainha. Aqui o padrão é fácil de compreender enquanto na menor escala temos os peões Peter, Seth e Eric, em um degrau acima vem Will e depois o quarteto Sam Rogers (Kevin Spacey), Sarah Robertson (Demi Moore), Ramesh Shah (Aasif Mandvi) e Jared Cohen (Simon Baker) finalizando com o imponente chefe John Tuld (Jeremy Irons).

Eu acredito que “Margin Call” seja um dos melhores do ano. O elenco do filme tem diversos atores de séries Jeremy Irons (Borgias), Simon Baker (The Mentalist) e Zachary Quinto (American Horror Story e Heroes), todos eles estão bem adequados nos papeis e digo mais, o que impressiona no filme é justamente isso, temos tempo para conhecer um pouco de cada personagem, de entender como funcionam, as coisas não são rápidas é tudo bem construído, tenho que bater palmas ao diretor iniciante J.C. Chandor por isso.

Na minha opinião é um bom filme que só está esperando que as pessoas o descubram. Espero sinceramente que não seja esquecido pelo Oscar, e se torne um daqueles filmes que todos vão gostar mas que ninguém sabia que existia.

Escrito por Fábio Campos

Postado por: Fábio Campos
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TOP PASTEL

Nota do pasteleiro: /5

DOCES DA MARINA – Filmes que toda mulher deve ver parte 2

1-A Mentira

Sou suspeita pra falar desse filme, por duas razões: Emma Stone e Stanley Tucci. Dois dos meus atores favoritos em um filme que logo na primeira vez se tornou um dos meus favoritos também. A enrolada história da menina que contou uma mentira para a amiga e essa mentira virou um rumor e esse rumor acabou virando a vida dela foi contada de maneira sarcástica e cômica. O humor é mais ácido do que a maioria dos filmes do gênero e Emma garante que a espontaneidade esteja presente.

2-Amor a Toda Prova

A crítica para esse filme já consta aqui no Pastelaria, mas ele precisa estar nessa lista! Um dos filmes mais recentes de comédia romântica que realmente valeu a pena assistir, com atores incríveis e um enredo envolvente. A comicidade é certeira e não exagera na dose (nem falta). Destaque para Ryan Gosling e Steve Carell.

3-Diário de Uma Paixão

Na verdade, pode se incluir, junto com esse filme, todos os outros que foram lançados baseados em obras de Nicholas Sparks (Noites de Tormenta, Um Amor Para Recordar, etc). É incrível como ele tem o poder de escrever histórias que as mulheres amam e choram até secar quando as lêem ou assistem. Não importa a quantidade de clichês. Se ele escreve, a gente chora. ‘Diário de uma Paixão’ possui um enredo emocionante, baseado no amor para a vida toda. Deveria ser obrigatório assisti-lo pelo menos uma vez.

4-Quatro Amigas e um Jeans Viajante

Esse é um daqueles filmes que não importa a hora que está passando, nem se já está na metade, eu sempre irei parar para assistir. Aquilo que tinha tudo para ser bobo e clichê, conseguiu chamar minha atenção por focar em quatro protagonistas, separadas pela distância, e não em apenas um casal. E não usa apenas do romance para se sustentar, mas sim do amor pelos outros, sejam amigos, namorado ou crianças. Confesso que sempre me emociono com as histórias das meninas e garanto risadas, lágrimas e paisagens lindas.

5-Juntos Pelo Acaso

Filmes com crianças sempre cativam, principalmente quando o ator mirim já faz caras e bocas desde cedo. Com Katherine Heigl e Josh Duhamel, atores especialistas no gênero da comédia romântica, o filme conta a história de duas pessoas que se odeiam, mas que precisam morar juntos para cuidar da pequena Sophie. Clichê? Sim. Final previsível? Sim. Mas um pouco disso não machuca ninguém e nós mulheres amamos! Portanto, assista a esse filme sem medo e com um babador do lado, já que a pequena Sophie é linda demais!

6-Uma Manhã Gloriosa

Outro filme que já marcou presença aqui no Pastelaria. McAdams está uma graça nesse filme, mostrando sua veia cômica, além da dramática que já conhecemos bem e vimos em ‘Diário de Uma Paixão’ e ‘Te Amarei Para Sempre’. O filme tem ar de Sessão da Tarde, mas vale a locação para as amantes de água com açúcar + comédia. E Diane Keaton está no elenco, ou seja…

7-ABC do Amor

Transbordando fofura e delicadeza, esse filme mostra a inocência do primeiro amor de um ‘casal’ de crianças. Tudo aquilo que falta nos relacionamentos adultos, é mostrado no caso de Gabe, que sofre intensamente pelo coração de Rosemary e nos cativa a cada atitude. ABC do Amor tem ar de sessão da tarde, mas é apaixonante.

8-Nunca é Tarde Para Amar

Michelle Pfeiffer interpreta uma quarentona que se apaixona por um jovem ator vários anos mais novo que ela, interpretado pelo ótimo Paul Rudd.

O longa faz um série de críticas ao estilo Hollywoodiano de fazer filmes, aos absurdos e aos clichês, e usa tudo ao seu favor ao criar um enredo divertido e leve. Particularmente, gosto muito da participação de Saoirse Ronan que, como filha da personagem de Pfeiffer, traz inocência à trama.

9-500 Dias Com Ela

Longa com ar de independente, trilha sonora muito bem escolhida, sem a preocupação com linearidade dos fatos e enredo tragicômico. Tudo isso faz com que ‘500 Dias Com Ela’ se destaque no mundo das comédias românticas, já que inverte tudo aquilo que já conhecemos sobre o gênero, principalmente os clichês, que são usados de maneira divertida e não como fator determinante. Zooey Deschanel é doce, transparece essa característica em sua personagem, e tem uma química inacreditável com seu companheiro de cena, Joseph Gordon-Levitt.

10-Mensagem para Você

O clássico com Tom Hanks e Meg Ryan, não poderia faltar nessa lista (já que na primeira, não estava). A química é inegável, e o enredo do relacionamento virtual foi uma novidade na época em que foi lançado, 1998, onde trocar e-mails com desconhecidos não era tão comum como atualmente. Um filme bem romântico, bem dirigido e gostoso de assistir. Não tem porque não gostar.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 24 de janeiro de 2012
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