SUCOS DO RODRIGO

Nota do pasteleiro: /5

SUCOS DO RODRIGO – Quando Vikings e Headbangers se unem

Caíram em minhas mãos dois bons lançamentos do Heavy Metal mundial, o primeiro dos pioneiros do Death metal melódico do In flames e seu Sound of a Playground fading e depois o excelente Amon Amarth com um som Viking e contagiante!

Não sou muito fã de metal extremo, são poucas as bandas que conseguem me cativar, tanto que na minha coleção devo ter somente uns discos do Slayer, Death e só!

Hoje em dia é impossível classificar o In flames como EXTREMO, existem ali berros, grunhidos, mas não se tem nada de Death metal, o que se ouve é muito mais uma aproximação com o Metalcore e o metal mais clássico!

Sound of a Playground fading é fantástico, pois adiciona ao som da banda novos elementos, alias vale um adendo nisso de como o Heavy Metal vem se reciclando e não ficando parado no mesmo ponto como outros estilos.

Cabeças e pescoços balançaram ao som da ótima seqüência da faixa titulo,Deliver us e a excelente All for me, isso só nos primeiros 15 minutos de porrada imagina o que vem por ai!

The Puzzle é um ótimo trash que me lembrou muito coisas antigas, fora da Bay area indo mesmo para o que era desenvolvido no território europeu.

Para ter certo contra ponto a banda manda uma balada bem deprê, que não atinge em nada a qualidade do trabalho, mas que só prova que os suecos estão em buscas de novos desafios!

Com os ouvidos ainda zunindo resolvi partir para o pesado e bom Amon Amarth.
Ouvi los é cair em contos vikings, é sentir o cheiro do mar e criar em sua mente ambientes de batalha que somente os nórdicos podem contar.

War of Gods, Tock´s tauts, Destroyer of the universe, slaves of fear e Live without regret são amostras vivas que a união entre contos nórdicos, Death metal e um instrumental namorando com o Heavy Metal mais tradicional fazem do Amon Amarth uma banda única no cenário metálico internacional!

Vá sem preconceito ouvir o que esses suecos têm a dizer, pois eles têm muitas histórias a contar…

Para mais informações:
http://www.inflames.com/
http://www.amonamarth.com/

Postado por: Fábio Campos
Frito em 29 de julho de 2011
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PASTEL DE BANANA

Nota do pasteleiro: /5

PASTEL DE BANANA – Antônio Fagundes

Antônio Fagundes é um ator de grande respeito na Globo, participando de diversas novelas e com uma carreira no teatro e cinema. Eu me lembro dele no seriado “Mundo da Lua”, porém como todo ator global, citando exemplos como Xuxa, Vera Fischer, Regina Casé, Nuno Leal Maia e Lima Duarte, também esteve presente na pornochanchada brasileira. E para provar que ele sabe ser bem cafajeste com uma linguagem bem de malandro vejam abaixo um vídeo dele no filme “Sete Gatinhos“, baseado numa peça de Nelson Rodrigues.

E ai, o que acharam? Ri muito com sua atuação no filme, querendo se passar por cafajeste, numa atuação digna de Jece Valadão.

Postado por: Fábio Campos
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Quando o medo tem graça! (Quadrilogia Pânico)

Em 1996 Wes Craven e Kevin Williamson tiveram uma idéia:

-Que tal recriar os filmes de terror dos anos 70 e 80? Ótimo! E se fizéssemos referencias e reverencias aos grandes clássicos? Melhor ainda! E se juntássemos a isso um fortalecimento do gênero com um humor negro atípico? Wow! Temos um vencedor!

Assim o nasceu Pânico uma das franquias mais famosas e bem sucedidas da história do cinema.

O primeiro surgiu como as virgens que sofrem nas mãos dos assassinos, de forma sádica, lenta e contendo um humor único.

Nos olhares, cortes bruscos e frenesis adolescentes éramos inseridos em mundo teen que questionava os padrões aplicados aos filmes do gênero e principalmente, dando aos personagens uma função interligada com todo o roteiro, deixando todos em um enorme “Cliffhanger”.

Pânico 2 leva a franquia através de uma ponte, que vai se prolongando com os assassinatos e principalmente, usando o primeiro como base de chacota, o que é fantástico!

E dá lhe observações e referencias, zelador com camisa vermelha e preta e nome Fred, negros morrendo logo no começo do filme, casais que fazem sexo morrendo logo em seguida e assim, Wes transforma o que era um simples filme em uma trilogia.

Mas como o assassino que erra por um milímetro e acaba sendo morto, Craven errou por pouco, ou melhor, por uma “faca”, o que transformou Pânico 3 de um filme de terror para uma comédia aberta de humor BEM NEGRO!

Quando todos pensavam que “Ghostface” estava adormecido e esquecido, resolvem ressuscitá-lo.

Só que dessa vez as “piadas” ficam por conta dos próprios filmes da série e até pela nova cultura do terror, um fato engraçado é que um dos trechos mostrados é o de “Todo mundo quase morto”, para quem não assistiu corra até a sua locadora, ótima reverencia a George Romero e ao mundo zumbi.

Outra diferença, esta na critica velada a filmes como Jogos Mortais e a sua nojeira e bagaceira gratuita, fora a piada com o cinema japonês e suas eternas crianças fantasmas.

Hoje o terror é diferente, existe uma necessidade pelo Hardcore pelo que vai além da imaginação negra de qualquer ser humano, mas Wes(Sam Raimi também entra nesse grupo) presa pelo cinema de terror old school e isso traz um charme diferente a série.

Assim como Romero que trabalha o social em seus filmes, seja na critica a sociedade consumista (Madrugada dos mortos) ou racismo (Noite dos mortos vivos), Craven vai fundo e literalmente expõe uma juventude que é imediatista, fútil e principalmente egoísta e esse fator fica totalmente exposto na parte final do filme..Que aí caro leitor, corra ao cinema para descobrir.

Escrito por Rodrigo Moia

Postado por: Fábio Campos
Frito em 28 de julho de 2011
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pingando óleo

Nota do pasteleiro: /5

SUCOS DO RODRIGO – Por excelência, totalmente EXCELENTES.

Redundante? Sim, totalmente! Mas necessário e correto em referência a três irmãos vindos da distante e fria Finlândia, os Von Hertzen Brothers.

Aqui já fizemos uma critica sobre o recém lançado Stars Aligned e agora vamos um pouco mais fundo discutindo a discografia deles!

Para começar o descontraído Experience que em sua leveza e doçura engana aos primeiros minutos ouvidos, mas que vai se transformando numa viagem agradabilíssima pelas vocalizações de Crosby, Stills and Nash passando pelo instrumental do Yes e caindo na fase hard rock do Queen, sim, tudo isso no mesmo pacote!

Brother traz aquele tom hard da primeira fase do Queen, já a faixa titulo traz um “Q” de shoegazer que me levou a Madchester do começo dos anos 90 com o Primal Scream e o The Stone Roses!

O sol quase se põem na 60´s Beside you com leves toques de Beach boys e CSN!

E dá lhe misturar o progressivo do Yes com o hard rock na excelente Dreamworld e nessa hora já estamos babando com um baita disco!


Approach é o segundo lançamento dos finlandeses e que LANÇAMENTO com letras garrafais mesmo!

Disciple of the Sun faz um ménage entre progressivo, hard rock e vocalizações típicas dos anos 60, a faixa funciona como uma ponte entre os dois primeiros discos, olhando para frente, mas sabendo que o que foi feito antes é de suma importância para o futuro do grupo!

E dá lhe colocar ácidos e viagens sonoras em After all, Endlessly e Ocean of mercy que não me deixam mentir.

Agora, é impossível não se entregar na maravilhosa Kiss a wish e seus 8 minutos de puro sentimentalismo e beleza que só artistas poderiam gerar.

Será que o trio conseguirá manter a qualidade?Essa era a pergunta, e foi respondida na lata com o soberbo Love remains the same!

Brings out the Sun (os caras por viverem na Finlândia tem uma adoração pelo calor e o sol que é visível nos nomes das músicas) com 10 minutos mistura vocais pop com Mars volta! Sim caro leitor, essa mistureba que poderia ser profana em mãos erradas, vira uma viagem memorável!

E falando em momentos únicos, que benção aos ouvidos é o flamenco/rock de Spanish 411, um banquete ao bom gosto musical e para todos os amantes do rock feito com alma desafiadora e qualidade!

E dá lhe rocks com influência da onda progressiva dos anos 70, Somewhere in the Middle e In the end farão a alegria de qualquer fã dos Genesis e asseclas.

Antes de terminar, ouça o single Freedom Fighter e uma aula de como uma boa faixa de Rock N roll deve ser feita.

Elogiei demais?

Tentarei ser mais sucinto no último lançamento dos irmãos Von Hertzen.

Star Aligned é uma somatória perfeita de tudo que foi executado ao longo dos três discos anteriores só que abrindo mão do Superego musical e indo além, muito além.

Pedaleiras em chamas na fantástica Miracle (abrir um disco com algo assim pode causar ruptura de certas bandas) dão um tom quase pop chiclete.

Falando em pop, no caldeirão musical dos Von Hertzen o estilo acaba transformando Gloria numa faixa perfeita para ser entoada em estádios, aliás, alguém poderia me dizer se o instrumento usado no meio dessa música é uma sanfona?

Voices in our heads e Angel´s eyes quase que pulam em lagos mais negros da música como o gótico, mas acabam desembocando em rocks fortíssimos.

O final com Believe é um toque, uma dica do que veremos nos próximos anos na discografia dos Von Hertzen Brothers, mistura, mistura e mais mistura de rock, progressivo, pop e o que mais tiver pela frente.

Os discos são aconselhados a quem busca desafios sonoros, caso contrário podem provocar congestão cerebral/musical.

Postado por: Fábio Campos
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fritos na hora

Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – O Pescador de Ilusões

Terry Gilliam é conhecido por seus filmes “O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus“, “Medo e Delírio“, “Brazil – O Filme ” e “Os 12 Macacos“. Me surpreendi ao assistir “O Pescador de Ilusões“, um baita filme dirigido por ele e que conta no elenco com os competentes Jeff Bridges e Robin Williams (nessa época estava no auge).

A história é sobre Jack (Jeff Bridges), um DJ de uma rádio que tem um programa famoso e é muito arrogante por conta do seu sucesso. Por conta de um conselho imprudente, ele acaba criando uma tragédia e em consequência entra em uma profunda depressão. Um dia,andando bêbado pela cidade acaba sendo salvo por um mendigo perturbado chamado Parry (Robin Williams) e dessa amizade cheia de fantasia o filme se desenvolve.

O filme segue uma narrativa que mistura o realismo e a fantasia, bem ao tom de “O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus”, porém sem tantos efeitos especiais. Creio que a grande mensagem do filme é a redenção e a culpa, sentimentos que acompanham o personagem de Bridges durante o todo o longa.

Sempre me impressiono com Robin Williams que faz filmes ruins e outros bons, isso gera problema entre vários dos meus amigos que criaram um certo de preconceito com seu trabalho. O longa venceu o Oscar na categoria de melhor atriz coadjuvante (Mercedes Ruehl) e foi indicado nas categorias de melhor ator coadjuvante (Robin Williams), melhor direção de arte, melhor trilha sonora e melhor roteiro original.

De qualquer forma recomendo o filme, pela sua beleza e sua trama muito boa. O final é bem doce, o que pode desagradar alguns fãs de filmes mais plantados na realidade como eu, mas nesse caso acho que valeu a pena.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 27 de julho de 2011
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KARAOKÊ DO PASTEL

Nota do pasteleiro: /5

KARAOKÊ DO PASTEL – Russell Crowe

Russell Crowe é um ganhador do Oscar e conhecido por papéis em filmes como “Gladiador” e “Uma Mente Brilhante“, porém algum de vocês já viu ele cantando? Pois é, o cara canta e até que não é mal.

Abaixo podem ver o video:

Agora curtam ele cantando em Rocky Horror.

Postado por: Fábio Campos
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Nota do pasteleiro: /5

SUCOS DO RODRIGO – Um ícone, uma musa, uma invenção ou só um ser humano comum?

Amy Winehouse, nome que já te faz lembrar escândalos, barracos, drogas, sexo e tudo mais que vem junto ao mundo de uma grande pop star (ou seria rock star?).

Seus dois discos Frank e Back in Black bebem abertamente no mundo da Soul music americana, mas não aquela alegre e sim da depressiva, dos altos porres de Billie Holliday ou do desespero latente de Marvin Gaye, juntando isso a um produtor talentossismo,Mark Ronson, a cantora fez um som único, para um mundo que vinha sendo alastrado por cantoras brancas, com almas brancas e sem sal e açúcar.

De certa forma, Amy era um tapa na cara, provocativa e acima de tudo HUMANA, e talvez por isso uma cantora tão importante para um mundo claro e vivo demais.
Como assim claro e vivo demais?

As cantoras hoje querem falar sobre o quão gostosas são, o quanto odeiam os fotógrafos (mas não vivem longe dos flashes né?), falando de sexo e sacanagem de forma aberta, mas isso é só capa, pois no interior são doces e musas teen, confuso não?

Do outro lado temos Winehouse, seus porres homéricos, drogas e imagens chocantes faziam parte do seu dia a dia, aquela moça desengonçada no palco era a mesma que ia beber em pubs locais, isso sem tirar nem por nada.

Sabe Rehab?Aquilo era a vida real, eram chagas expostas para todos ouvirem sem medo nenhum de ser julgada.

Alguém aqui acha que Lady Gaga conseguiria cantar algo assim?Não, me perdoem os fãs da Gran Copiadora mestre, mas ela não teria capacidade de fazer isso!

Britney, Rihanna e Katy Perry? Quase que bonecas infláveis de empresários da indústria fonográfica que nunca permitiriam que elas fossem, sei lá.. ORIGINAIS?

Não estou dizendo que Amy era genial ou a salvação como muitos resolveram pregar, mas ela pelo menos trazia em si uma originalidade que quebrava a barreira entre o pessoal e profissional e só por isso merece muito respeito.

Artistas como ela são aqueles fáceis de se identificar pois são verdadeiros, o que se compra é o que se vive e por conseqüência é o que os fãs da boa música buscam.

Então invés de chorar pelo fato, fique feliz, pois presenciamos uma artista com uma qualidade impar nesse mercado, a qualidade de SER HUMANA!

Postado por: Fábio Campos
Frito em 25 de julho de 2011
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PASTEL NA CESTA

Nota do pasteleiro: /5

PASTEL NA CESTA – Prazer meu nome é GENIALIDADE!

Resolvi adentrar num mundo onde não sou muito apaixonado, o da comédia dentro do cinema!

Assumo que talvez os últimos filmes que vi do gênero me decepcionaram demais, talvez só salve os bons “Se beber não case” e “Passe Livre”, mas de resto fico rendido a face séria o filme todo.

Para isso fui pesquisar sobre o gênero e acabei caindo em quatro irmãos geniais, os Irmãos Marx!

Resolvi assistir parte de sua curta, porém, fantástica cinegrafia, os três clássicos “Noite na ópera”, “Um dia nas corridas” e “O diabo a quatro”.

O que dizer de Noite na ópera?

É o mais puro anarquismo e o descarado sem limites em tudo!

Para quem não entende inglês é complicado ver um filme como esse, pois tudo tem duplo sentido, isso em 1935.

Aqui quem rouba a cena acaba sendo o fabuloso Harpo com seu humor mudo, mas com toque de rapidez de Buster Keaton com a inteligência de um Chaplin loiro!

“Um dia nas corridas” acaba sendo quase que todo carregado pela dupla Chico e Groucho, é lindo ver a cena dos dois sobre a venda de ingressos na porta de uma bilheteria, e mais uma vez lá se vão os bons costumes e o politicamente correto pelo ralo, com doses CAVALARES de anarquismo!

Agora , a pérola, o clássico ABSOLUTO, “O diabo a quatro”.
Caro leitor, ver esse filme é ter uma aula de como se fazer humor, é o cinema sendo levado menos a sério possível e tendo em quatro irmãos (Zeppo era quase coadjuvante em todos) o real significado da palavra engraçado!

A cena que decidem ir para guerra é hilária com Chico e Groucho jogando com o duplo sentido o tempo todo, “dollars” (dólares) com Dallas, “taxes” (imposto) com taxas, isso sem falar que o país que se passa o filme chama “Freedonia” (Freedom).

É quase impossível escolher uma cena ou diálogo que defina a perfeição de “O diabo a quatro”, pois tudo nesse filme é clássico.

Por isso, querido leitor fuja das comédias com humor fácil, ileso de rebeldia (tipo “American Pie” e comédias românticas fúteis) e caia sem medo no mundo dos geniais e absolutos irmãos Marx, os comediantes mais importantes da história!

Artigo escrito pelo Rodrigo Moia

Postado por: Fábio Campos
Frito em 22 de julho de 2011
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Armadilha do Destino

Um cidadão acorda em meio a um acidente sem saber exatamente quem é devido a pancada, ao juntar os cacos ouve no rádio que o carro onde está preso é procurado por ter sido veiculo de fuga de um assalto, no banco traseiro um cadáver e fora um outro corpo em decomposição, no lugar dele o que você faria? O que pensaria?

É com essa premissa que vemos Armadilha do Destino (Wrecked), novo filme de Adrien Brody (Um ator bem injustiçado diga se de passagem).

Tendo como base somente a atuação de Brody (Em poucos momentos temos diálogo), o filme se desenrola de maneira parada e muitas vezes trabalhando em cenas “pseudo minimalistas” que acabam por atrapalhar a história, que vai se desenrolando de forma lenta na configuração do quebra cabeças psicológico ao qual o personagem tem que montar enquanto foge do local.

A lentidão do filme e seus cortes bruscos que deixam dúvidas e lacunas que se tornam irreparáveis ao final, fato que não foi atentado pelo diretor novato Michael Greenspan!

Trabalhando numa variável para ajudar o leitor, Armadilha do destino fica entre a boa atuação de Naufrago com a fraca direção de Enterrado vivo.

A crítica acima foi escrita por Rodrigo Moia

Postado por: Fábio Campos
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA..- Os Agentes do Destino

Quando resolvi assistir “Os Agentes do Destino” tinha uma certeza, o filme seria bom.

Porque? Simples, acho o Matt Damon o ator mais versátil e que mantém um trabalho extremamente linear em termos de qualidade, além do mais quem o escreveu foi Phillip K. Dick, só isso já me faz sair de casa para ver algo.

Como sempre em suas histórias Phillip (1928 – 1982) trabalha com a noção de escolha, o que é certo e errado não conta, mas sim se o personagem é capaz de arcar com as consequências da “abertura” dessa porta.

O filme se desenvolve maravilhosamente bem, com uma direção surpreendente e de altíssima qualidade vinda do diretor e produtor George Nolfi (nota que vale ressaltar é que ele é responsável pelos roteiros de” Doze homens e outro segredo” e o “Ultimato Bourne”).

Outros dois bons pontos de Agentes do Destino estão no apoio que Damon tem nos atores coadjuvantes, Anthony Mackie e na bela Emily Blunt, que acabam formando um time de primeira com o ator!

Os “Agentes do Destino” desde já entra na lista de boas adaptações de textos de Phillip K. Dick, por isso se torna necessário para fãs de bons textos e do clássico cinema de ficção.

O texto acima foi escrito pelo Rodrigo Moia

Postado por: Fábio Campos
Frito em 21 de julho de 2011
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