KARAOKÊ DO PASTEL

Nota do pasteleiro: /5

KARAOKÊ DO PASTEL – Woody Allen

Woody Allen é mais conhecido por ser um grande diretor conhecido por filmes como; “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa“, “Bananas“, “Hannah e Suas Irmãs” e “Match Point“.

A sua ligação com o Jazz sempre esteve evidente nos seus filmes, porém seu lado cantor não é tão conhecido, ele aprecia tanto tocar que inclusive tem uma banda a “News Orleans Jazz Band”. Abaixo uma cena dele cantando no filme “Todos Dizem Eu te Amo” que conta com grandes estrelas como Edward Norton, Drew Barrymore, Goldie Hawn, Alan Alda, Natalie Portman, Tim Roth e Julia Roberts.

Abaixo ele tocando com sua banda:

E ai gostaram?

Postado por: Fábio Campos
Frito em 30 de junho de 2011
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Entrando numa Fria Maior Ainda com a família

A maior percepção após ver “Entrando numa Fria Maior Ainda com a família“, além de achar o nome enorme extenso demais e desnecessário, acredito que é uma sequencia caça-níquel. Na minha visão o filme poderia ter ficado só no primeiro, o segundo já não foi tão engraçado. Mas vamos a história.

Greg Focker (No Brasil o sobrenome é Pinto) interpretado por Ben Stiller novamente tem que aguentar o sogro Jack Byrnes (Robert De Niro), que agora busca alguém para guiar a família Byrnes no seu lugar, um detalhe importante é que no primeiro filme Jack tinha um filho Denny Byrnes, que não é citado no filme, então porque ele tinha que que achar outra pessoa para substituir ele? Ignorando isso vamos lá.

Outros atores presentes no filme são Teri Polo como Pam a mulher de Greg, Blythe Danner como Dina Byrnes (mulher de Jack) e Dustin Hoffman e Barbra Streisand reprisando também seus papeis como os pais de Greg.

Fora toda essa galera ainda participam do filme Owen Wilson como o ex-namorado sem graça da Pam, Jessica Alba, Laura Dern e Harvey Keitel todos em participações além de sem graça muito desnecessárias.

Na minha opinião não vale a pena, assisti apenas para ver se tinha melhorado, afinal Robert De Niro é um grande ator, porém dessa vez não consegui ver nada de vez na sua atuação muito pelo contrario parece que a sem gracice de Ben Stiller pegou nele.

Postado por: Fábio Campos
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – As Vinhas da Ira

As Vinhas da Ira” é um clássico do cinema que conta com um jovem Henry Fonda dando um show de atuação. Eu que já li o livro de John Steinbeck me impressionei com a fidelidade que foi seguida do livro com exceção ao final e uma cena cortada pelo diretor e que conta o desfecho de um dos personagens.

O filme de 1940, não contava com muitos recursos mas foi muito bem desenvolvido pelo diretor John Ford.

A história para quem não sabe é uma critica a depressão que atingiu os agricultores e mostra a saga dos Joad, uma família que atravessa o país em busca de emprego na Califórnia, durante o caminho várias complicações façam com que os Joad vão aos poucos se desestruturando.

O filme é repleto de lições de moral e ao contrario do livro passa uma mensagem de esperança muito bonita, a atuação de Jane Darwell com a mãe Joad é linda e mostra bem o papel de união e alma que ela tinha sobre todos os membros da família. Esse papel rendeu um Oscar a atriz.

A sua fala final é cheia de simbolismo: “”A gente rica vem e morre. E seus filhos não prestam. Também acabam morrendo. Mas nós continuamos. Nós somos o povo que vive. Eles não podem nos vencer. Continuaremos para sempre, porque nós somos o povo”.

O ator Henry Fonda que interpreta Tom Joad o filho prodigo que retorna ao lar para servir como guia dos Joad. também é outro destaque no filme a sua condição de filho dedicado a familia que aos poucos vai entendendo a importância da união do povo para isso tem que ver o sacrifício do pastor Casy (John Carradine).

Com certeza é um grande longa que apesar de antigo ainda serve como critica aos tempos atuais e a condição de muitas pessoas hoje em dia que partem de diversos locais em busca de um sonho.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 29 de junho de 2011
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TOP PASTEL

Nota do pasteleiro: /5

TOP PASTEL – Reis no Cinema

1. Mufasa (O Rei Leão)

Essa foi porque meu amigo Myr ficou falando, e também porque adoro esse clássico da Disney, poderia muito bem colocar o Simba, mas todos sabemos que o verdeiro rei do filme é Mufasa, responsável por uma das cenas mais tristes do cinemas e que com certeza ficou na memória de muita gente. A voz do personagem fica por conta de James Earl Jones, que também é o responsável pela voz do Darth Vader

2. Rei Arthur (As Brumas de Avalon)

O personagem do Rei Arthur já foi tema de diversos filmes provavelmente vários de vocês já devem ter visto alguns, então porque eu escolhi o de As Brumas de Avalon, a explicação é que a história desse filme é a que acho mais interessante entre todas, eu como já li o livro gostei mais ainda. O rei é interpretado por Edward Atterton.

3. Rei do Sião (O Rei e Eu)

Um clássico de 1956 que conta a história verídica de Anna Leonowens que viaja ao Sião para educar os filhos do rei, essa história foi adapatada para diversos musicais por seu longo repertorio de musicais. Na versão clássica podemos ver Yul Brynner como rei do Sião e Deborah Kerr como Anna.

4. Rei Aragorn (Senhor dos Anéis)

Aragorn (Viggo Mortensen)durante toda a trama de senhor dos anéis se recusa a ser rei, porém quando seu povo mais precisou dele, sua responsabilidade fez ele assumir sua responsabilidade e junto com sua esposa a elfa Arwen (Liv Tyler)trouxeram paz a Terra Média.

5. Rei Leônidas (300)

Um guerreiro de coragem e que é capaz de morrer por seu povo essa talvez seja a principal característica de Leônidas interpretado por Gerard Butler em “300”, o espirito de batalha dele e de seus homens mostraram ao outro monarca do filme Rei Xerxes (Rodrigo Santoro) do que os espartanos são capazes.

6. Rei Robert Baratheon (Game of Thrones)

Guerra dos tronos é um sucesso de literatura que agora com a série transmitida pela HBO atraiu a atenção de muitas pessoas. Um dos personagens que chama a atenção na história é o rei Robert, um gordo e bêbado rei que só sabe pensar nele, além de viver preso a um amor do passado, a sua participação na série é curta mas com certeza foi responsável pelo início da Batalha dos Tronos. Quem interpreta o rei é o ator Mark Addy mais conhecido por seus papéis cômicos.

7. Imperador Commodus (Gladiador)

Gladiador é um dos épicos recentes que mais fizeram sucesso no cinema, além disso rendeu um Oscar a Russell Crowe por seu papel como Máximus Décimus Meridius, porém quando falamos desse grande filme não podemos esquecer do vilão da trama o imperador Commodus interpretado brilhantemente por Joaquin Phoenix, um sujeito que adoramos odiar durante o filme.

8. Ralph Hampton Gainesworth Jones (Rei por Acaso)

Um comédia muito boa com John Goodman interpretando um cantor de bar, que descobre que é herdeiro da realeza, durante o filme o que não falta são situações cômicas. A melhor cena é quando toda a realeza morre.

9. Rei Jorge VI (O Discurso do Rei)

Em ápice esse ano o filme O Discurso do Rei foi o ganhador do Oscar esse ano, apresentando a história do rei gago Jorge VI, que por sinal é avô do Príncipe Charles. Quem interpreta o rei no filme é o também premiado pelo filme Colin Firth.

10. Rei Jaffe Joffer (Um Príncipe em Nova York)

Um príncipe em Nova York é uma comédia muito boa na qual o príncipe de Zamunda (Eddie Murphy) resolve vir a Nova York conhecer uma mulher para ser sua esposa, porém ao se apaixonar por uma americana ele contraria os desejos do seu pai o rei Jaffe interpretado por James Earl Jones que começa e fecha a lista de reis da Pastelaria Filmes.

Postado por: Fábio Campos
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PASTEL NA CESTA

Nota do pasteleiro: /5

PASTEL NA CESTA – O sonho do cara da locadora

Eu adoro cinema, e como todo fã já tive o sonho quando era mais novo de trabalhar numa locadora, como também já tive vontade de trabalhar numa livraria ou numa loja de quadrinho, só para poder ficar lendo ou vendo filmes o dia todo, mas sempre que pensei nisso achei que não seria o certo para mim, porém se naquela época eu soubesse a história de Quentin Jerome Tarantino eu com certeza teria dado mais atenção a minha vontade.

O jovem Quentin Tarantino apesar de ter trabalhado numa locadora, vinha de um vida cercada de artistas filho do músico e ator Tony Tarantino (sim o pai dele é ator e faz uns filmes bem B), o menino ainda teve influência do seu padastro o músico Curt Zastoupil. O emprego de balconista foi na locadora Video Archives, e foi lá que começou a escrever seus roteiros, sobre a influência de muitos filmes em sua maior parte cult e estrangeiros que viriam a influenciar e muito em suas obras.

O primeiro filme de Tarantino foi o modesto My Best Friend’s Birthday um curta em PB que conta a história de um grupo de amigos que se envolvem com drogas e prostitutas ao arranjarem um presente de aniversário para um amigo.

O segundo filme que ele foi diretor e atingiu a fama foi “Cães de Aluguel” um clássico que marcou época, cheio de diálogos pop e com cenas de violência impressionante como a da tortura do policial pelo Mr. Blonde ao som de “Stuck In The Middle With You”.

Porém foram seus roteiros que lhe deram a grana para dar início a produção do filme, entre os roteiros podemos destacar “Assassinos por Natureza” que conta a bizarra relação de um casal de psicopatas que caminha pela América matando pessoas e através da mídia se tornam sensação no país e também “Amor a Queima Roupa” que conta a história de um cara que ao se casar com uma prostituta é perseguido pelo cafetão dela. Claro que além da grana o prestigio dessas filmes lhe deram certo nome e atraíram a atenção de gente famosa como Harvey Keitel que ajudou Tarantino com o desenvolvimento de Cães de Aluguel.

Após o sucesso de Cães de Aluguel Tarantino foi convidado a diversos trabalhos, mas preferiu se retirar e escrever outro filme: Pulp Fiction: Tempo de Violência. Nem preciso dizer que o filme foi um sucesso em parte pelo trabalho do diretor e também pela presença de atores competentes como John Travolta (que teve carreira de volta por conta do filme), Samuel L. Jackson, Uma Thurman (que viraria a musa dele nos filmes), Harvey Keitel, Christopher Walken e Bruce Willis. O longa ganhou o Oscar de melhor roteiro original além de indicações para: melhor ator (John Travolta), melhor ator coadjuvante (Samuel L. Jackson), melhor atriz coadjuvante (Uma Thurman), melhor diretor, melhor edição e melhor filme.

Pulp Fiction merece um destaque a parte, por ser uma trama fragmentada, com diversas tramas acontecendo em tempos e situações diferentes, porém todas ligadas.

Seu próximo trabalho seria em Jackie Brown o único filme que dirigiu em que adaptou um roteiro nesse caso do escritor Elmore Leonard conhecido por ter diversas obras suas adaptadas ao cinema como “Desafiando o Assassino“,”Killshot” e “Os Indomáveis“. O filme tem diversas características da presença de Tarantino como a linguagem, e as cenas de violência, além de resgatar atores antigos como Pam Grier e Robert Forster, o longa ainda conta com Robert De Niro, Chris Tucker e Bridget Fonda.

Como disse lá em cima Tarantino ficou viciado em filmes cult, e em especial em longas com western spaghetti, blaxploitation e “wuxia. Imaginem então um filme em que todas essas características poderiam ser combinadas o resultado é Kill Bill Volume I e II. São tantas as referências nesse filme que poderia escrever um post só disso e talvez algum dia o faça, mas podemos destacar a influência do mangá Lobo Solitário, dos quadrinhos através do discurso de Bill ao final do filme e também dos filmes “A Noiva Estava de Preto” e “Lady Snowblood“.

Kill Bill é um filmaço sobre vingança e eu adoro ele por ter toda aquela situação de vídeo-game com um personagem enfrentando um vilão em cada fase, além do que o grande vilão do filme é David Carradine de uma das minhas séries antigas preferidas (Kung Fu). A heroína do filme é Uma Thurman musa do diretor e que faz praticamente de tudo no filme.

Uma curiosidade sobre o segundo filme é que o personagem Pai Mei não é uma criação de Tarantino sua primeira aparição se deu no filme Carrascos de Shaolin, 1977.

Após algum tempo sumido Tarantino volta as telas em 2007 em um projeto chamado Grind House que conta com a colaboração do diretor e também amigo dele Robert Rodriguez, cada um deles ia fazer um filme no estilo filme B, a escolha de Rodriguez foi Planeta Terror já a de Tarantino é “À Prova de Morte” creio eu que foi o pior trabalho da carreira dele, eu pelo menos odiei o filme. Um detalhe é que dessa parceria deles surgiu o filme “Machete” outro exemplo de filme de terror B.

Novamente Tarantino se ausentou dos cinemas e seu retorno aconteceu em grande estilo com “Bastardo Inglórios” um filme de guerra com a presença de Brad Pitt e Christoph Waltz (que ganhou o Oscar pelo filme), o longa foi um sucesso de bilheteria, e concorreu ao Oscar. A história sobre um pelotão de judeus que decide caçar judeus é muito boa e eu acredito ter um roteiro parecido com “Os 12 condenados“.

Além de diretor Tarantino também esteve presente em alguns filmes como ator, como destaque podemos destacar a sua participação em “Cães de Aluguel” como Mr.Brown, em Pulp Fiction como Jimmie e também em “Drink no Inferno” que tem o roteiro dele, uma curiosidade é que o personagem de Tarantino e George Clonney em “Drink no Inferno” também aparecem em “Eles Matam e Nós Limpamos“.

Ele participou também de alguns projetos como a direção de uma das histórias do filme Grande Hotel e como diretor convidado para um cena de Sin City e do seriado C.S.I do qual se diz fã. Uma curiosidade é sua participação no seriado Super Gatas que irei mostrar no Pastel de Banana.

Atualmente Tarantino está com dois projetos o filme Django Unchained e Kill Bill 3 que vai continuar a saga da Noiva agora com destaque para a próxima geração de assassinas.

Para conhecer o trabalho de Tarantino veja:

– 1992 – Cães de aluguel

– 1993 – Amor à queima-roupa

– 1994 – Assassinos por natureza

– 1994 – Pulp Fiction – Tempo de Violência

– 1996 – Um Drink no Inferno

– 1997 – Jackie Brown

– 2003 – Kill Bill: Volume 1

– 2004 – Kill Bill – Volume 2

– 2009 – Bastardos Inglórios

Legal também é um curta que fizeram com o Seu Jorge e Selton Mello falando sobre o ator/diretor e seus filmes.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 28 de junho de 2011
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Tron – O Legado

Visualmente lindo, eu particularmente adorei as imagens do filme “Tron – O Legado“, a mescla de luzes e os efeitos do filme impressionam, porém a história não é das mais originais.

O filme para quem não sabe é uma sequência de um longa de 1982, eu não vi o original só sei que Jeff Bridges reprisa o seu papel no filme, por sinal achei aquele efeito para mostrar ele mais novo muito falso, me parecia jogo de vídeo-game até que no mundo de Tron funciona mas nas cenas no mundo real não ficaram legais.

A história é que o personagem de Bridges (Kevin Flynn) fica preso na Rede por seu clone uma versão mais jovem de si que planeja criar um mundo perfeito, para isso o clone resolve eliminar uma raça digital que nasce no mundo de Tron, o filho de Flynn interpretado por Garrett Hedlund atraído pelo vilão resolve invadir o mundo digital em busca do pai.

Jeff Bridges parece em alguns momentos reprisar o seu papel de “O grande Lebowsk” por sua linguagem Zen e tranquila, já Garrett Hedlund parece um generico de Shia LaBeouf, já a sensual Olivia Wilde parece uma modelo no filme.

O filme é bastante ágil com cenas de ação muito boas, porém fico com a impressão que se não for criado uma sequencia a trama do mundo real ficou bem rasa afinal só é mostrada a reunião na empresa e depois mais nada, e me parecia que tinha uma história a ser contada ali.

Na minha visão o filme pareceu um Matrix prequel como se estivessem contando como as máquinas tomaram o controle, recomendo pela ação e por seus efeitos bonitos e incríveis.

Postado por: Fábio Campos
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PASTEL DE BANANA

Nota do pasteleiro: /5

PASTEL DE BANANA – Jake Gyllenhaal

Jake Gyllenhaal fez filmes muito bons como o excelente “Donnie Darko“, que foi citado aqui no blog já, também não podemos esquecer o sucesso de ação “Príncipe Da Pérsia – As Areias Do Tempo” que apesar de ser um filme de ação B serva para passar o tempo e por fim ainda tem uma das suas melhores atuações em “O Segredo de Brokeback Mountain“.

O que mais chama a atenção nos filmes que o ator fez é a comédia sem graça “Jimmy Bolha” um típico filme da Sessão da Tarde, no mesmo estilo do também chato “Joe Sujo“. O longa de 2001 é uma clara referência ao também mico “O rapaz na bolha de plástico“.

A história é sobre um garoto com problemas no sistema imunológico que vive confinado numa bolha, e após se apaixonar por uma garota que vai se casar resolve impedir o casamento. Ai pode entrar o locutor falando “..e vai aprontar altas confusões…”

Vejam abaixo o cartaz

E aqui o trailer do filme, reparem no jeito de Jake Gyllenhaal, o cara está muito estranho, não acho ele um bom ator, mas nesse filme de comédia ele força a amizade, não tem graça nenhuma.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 27 de junho de 2011
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Nota do pasteleiro: /5

FRITOS NA HORA – Sob o Domínio do Medo

Não é de hoje que os filmes sobre pessoas comuns que são colocadas em situações delicadas é tema de longas, isso já aconteceu em diversos filmes de terror. Um caso clássico dessa situação é o forte “Viagem Maldita” que sabe explorar bem essa situação, do homem calmo e urbano que vira praticamente um selvagem.

Em “Sob o Domínio do Medo” acompanhamos a história de David Sumner (Dustin Hoffman) um cientista americano que parte com sua esposa Amy (Susan George) para um vilarejo rural no interior da Inglaterra em busca de sossego.

A ideia de bullyng que o filme transmite já fica claro na capa, com um óculos rachado, não espere menos durante toda a história, na qual vemos o personagem de Dustin Hoffman sendo humilhado, desrespeitado e por que não chifrado.

Num tempo em que o tema do abuso sobre outras pessoas virou tema tão recorrente é interessante ver a perspectiva que o genial Sam Peckinpah dava naquela época ao assunto, afinal o filme é de 1971.

A trilha sonora é muito boa, e a loucura que toma conta de David nos momentos finais do filme é uma sequencia de armadilhas bem ao estilo do personagem de Macaulay Culkin em “Esqueceram de Mim” só que numa visão bem mais sombria.

Um aspecto que chama a atenção no filme é o papel de Amy que parece que flutua na história sendo em alguns momentos vulgar e no outro uma donzela em perigo.

Recomendo o filme, apesar de ter um ritmo mais parado e de um elenco em que o maior ator é Hoffman, os coadjuvantes são muito feios e não atuam muito bem, é uma boa pedida para quem gosta do diretor ou de longas de vingança.

Postado por: Fábio Campos
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PASTEL ESPECIAL

Nota do pasteleiro: /5

PASTEL ESPECIAL – Parodias

Utilizar de um filme para criar outro parodiando ele pode parecer tarefa fácil, mas as parodias atuais vem mostrando que a formula não é tão simples, antigamente esse gênero fazia muito sucesso e com certeza o grande astro dessas famosas parodias era Leslie Nielsen entre as mais famosas podemos destacar “Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu” (tira sarro de filmes de acidentes de avião), “Corra que a Polícia Vem Aí” (tira sarro de filmes policiais e de diversos gêneros), “A Repossuída” (O Exorcista) e “Drácula – Morto, Mas Feliz“, apesar de gostar de todos esses filmes acabei não escolhendo nenhum deles, mas achei importante apontar esse fato.

Aproveitando quero também destacar Mel Brooks como grande responsável por clássicos do gênero como “A louca história de Robin Hood” e “O jovem Frankenstein“. Porém para mim o seu grande clássico e o filme que leva o Pastel Especial de melhor parodia é “S.O.S. – Tem um louco solto no espaço” que faz uma sátira de filmes como “Guerra nas Estrelas“, “Alien” e “Planeta dos Macacos” o filme tem muitas cenas engraçadas Mel Brooks está brilhante num papel similar ao de Yoda, além disso temos Rick Moranis fazendo uma versão bem humorada de Darth Vader e ainda o mestre das comédias dos anos 80 John Candy como um Chewbacca mais canino. Se você quer rir e muito eu recomendo esse filme.

Postado por: Fábio Campos
Frito em 21 de junho de 2011
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PASTEL DE JILÓ

Nota do pasteleiro: /5

PASTEL DE JILÓ – Parodias

Paródias são versões engraçadas de filmes que fizeram sucesso, são exemplos “Apertem o Cinto o Piloto Sumiu“, “Top Gang: Ases muito Loucos“, “A Repossuída” e “Drácula – Morto, Mas Feliz“.

Há algum tempo Jason Friedberg vem aproveitando esse filão, com “Todo Mundo em Pânico“, “Espartalhões” e “Super-Heróis – A Liga da Injustiça“. Todos esses dignos de nota como péssimos exemplos, sério mesmo alguém ainda ri disso? Os filmes dele são recheados de piadas de peido e sexo, de uma forma idiota e não engraçada como “South Park” ou “Family Guy“.

Foi até duro escolher o pior entre tantos, fiquei em dúvida se dava o Pastel de Jiló para “Uma Comédia Nada Romântica” que é muito ruim, sério mesmo a Alyson Hannigan da série How I Meet your Mother, podia ter ficado só com Buffy no currículo mas aqui já abusou da sorte o filme todo é um desastre, porém quando estava quase pendendo para esse filme me lembrei de um pior ainda chamado “Deu a Louca em Hollywood“, esse é radioativo, uma porcaria cheio de referências de filmes como “X-men“, “Crônicas de Narnia“, “A Fantástica Fabrica de Chocolate” e “Piratas no Caribe“.

É engraçado pensar que o Crispin Glover queria um aumento para participar do segundo episódio do filme “De Volta Para o Futuro” mas não teve pudor nenhum ao queimar seu filme aqui. Devem ter pagado bem.

A dica do Pasteleiro aqui é pegue o filme com luvas queime ou jogue direto no aterro para ninguém correr o risco de ver, sério mesmo o negócio é ruim.

Não percam a segunda parte desse post, com o Pastel Especial que vai falar de uma boa adaptação.

Postado por: Fábio Campos
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